Bebes Patinadores. Propaganda da Água Mineral Francesa Evian. Imperdível, já foi visto mais de 7 milhões de vezes no YouTube.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Nova Carteira de Identidade
O que você precisa para fazer sua Carteira de Identidade?
Clique "AQUI"
Tarso Genro X Yeda Crusius por José Aníbal
TV Estadão | 28.7.2009
Isto mesmo. Saiu ontem no Estadão. E leio Ele todos os dias. Uma das melhores fontes de informação na Internet. Recomendo para quem não tem como comprar o exemplar em bancas ou fazer uma assinatura que visite o site do Estadão e lei as matérias disponíveis para não assinantes. Tem muita informação relevante. Este vídeo com José Aníbal (Dep. Fed. PSDB-SP) é muito esclarecedor.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Lula - Collor | Collor - Lula | Que diferença faz?
Com uma foto pode dizer mais que um milhão de palavras. Basta estar o Collor e o Lula nela se cumprimentando como velhos amigos. É procurar no Google e vai encontrar tudo. O que Lula era para Collor e o que Collor era para Lula. Quem diria que hoje em muitos jornais viesse a explicação para o comprimento acalorado - O Collor é Senador por Alagoas - este foi o motivo, deu para perceber né. “Como cidadão brasileiro que tanto lutou para fazer a ética prevalecer na política, estou frustrado, possivelmente como milhões de brasileiros. Só espero que não apareça um trambiqueiro querendo anistiar Collor da condenação imposta pelo Senado”, Lula, 13 de dezembro de 1994, quando Fernando Collor foi absolvido pelo STF.

O Exemplo Que o Presidente Lula nos Dá!
Todo dia temos novos desdobramentos para fatos políticos que enchem as paginas dos jornais com historias que não gostaríamos de ler. Hoje 17/07/2009 o Estadão coloca a opinião de João Mellão Neto que lamentavelmente diz verdades que não fazem bem para ninguém ler e conhecer, mas é uma opinião e diz sobre os fatos que todos os dias tomamos conhecimento. Leiam e não esqueçam, tínhamos memoria curta, mas acredito que na próxima eleição será diferente.
O exemplo que Lula nos dá
Talvez nunca antes na História um presidente tenha reunido tanto apoio, político e popular, quanto Lula. Há levantamentos que indicam ter ele alcançado a marca dos 80% de aprovação. Deve-se ter em mente que a unanimidade é inatingível. Nem mesmo Jesus Cristo a alcança, haja vista que há um determinado porcentual da população que não acredita nele. Mas, como bem observou meu filho Ricardo, esse porcentual estratosférico lhe garante o título de grande político, não o de estadista. Estadista é alguém que deixa um legado - de feitos, comportamentos ou palavras - para as gerações seguintes. Vendo as coisas por esse prisma, qual é o legado de Lula? Ele deixará para a posteridade alguma grande realização? Ele servirá de exemplo para alguma coisa? Existem pensamentos ou definições de sua lavra que ficarão na História? A resposta é negativa para as três indagações. Lula não é mesmo um estadista. Ao contrário. Por tudo o que fala e faz, ele deixa muito a desejar nesse quesito. Os norte-americanos - que criaram a figura do presidente da República - revestem o titular do posto de um significado que transcende em muito as suas atribuições. O presidente é um rei temporário que se fez pelos seus próprios méritos. E, assim sendo, é uma referência para o comportamento de todos os seus concidadãos. George Washington, o primeiro presidente, tinha essa noção muito clara. Como a América abrira mão de ungir um rei, era natural que depositasse na figura do presidente todas as expectativas que, em outras circunstâncias, seriam próprias de um monarca. Consciente de seu papel, ele governou os Estados Unidos por oito anos. E fez história. Muitos dos seus procedimentos até hoje são seguidos. Um deles é o culto à pessoa da primeira-dama. A própria expressão - primeira-dama - provém de sua época. Outro é o exercício da presidência por apenas dois mandatos. A Constituição norte-americana, originalmente, permitia ao presidente se reeleger quantas vezes quisesse. George Washington, a seu tempo, recebeu numerosos apelos para se candidatar a novos mandatos. Mas entendeu que a alternância no posto era o principal sinal que distinguia um presidente de um rei e recusou-se a prosseguir. Todos os presidentes que se seguiram obedeceram fielmente à regra, com exceção de Franklin Roosevelt. Após a morte deste, no exercício do quarto mandato, o Congresso aprovou uma emenda constitucional proibindo expressamente a reeleição indefinida. Os exemplos de George Washington deixam uma mensagem clara: o presidente não é gente como a gente. Ele tem de ser melhor do que a gente. É também para servir de referência que nós o colocamos lá. Lula não tem sido uma boa referência. Ao contrário, os exemplos que ele deixará são negativos. Não se aconselha ninguém a segui-los. O primeiro deles provém da instituição Bolsa-Família. Ela cria nas pessoas a falsa noção de que basta terem nascido pobres para que se tornem credoras do Estado. Cabe a este garantir-lhes uma renda mínima até o fim de sua vida. Um dos efeitos não previstos pelos idealizadores do programa é que a quantia mensal recebida por família - mais de R$ 100, em média - é baixa unicamente pelos padrões do Sudeste. Nos rincões nacionais ela é suficiente para garantir o sustento de uma família sem que nenhum de seus membros trabalhe. Ora, criar uma nação de pensionistas é algo que nenhum partido jamais ousou inscrever entre os seus objetivos. Pois o Bolsa-Família criou essa expectativa. Todo mundo doravante se acha no direito de viver à custa do Estado. E isso solapa de vez os alicerces da ética do trabalho. Outro mau exemplo é o que nos é dado pela nossa política exterior. O governo brasileiro apoia irrestritamente todas as nações que insistem em transgredir as regras da boa convivência internacional.
Cuba e Venezuela rosnam para os Estados Unidos? Pois lá está o Brasil para prestar-lhes solidariedade. As eleições no Irã parecem ter sido fraudadas? Pois lá estamos nós de novo, para emprestar legitimidade ao processo. A Coreia do Norte afronta o mundo fazendo testes nucleares? Pois ela pode contar conosco para evitar, nos foros internacionais, que maiores sanções sejam adotadas. Não é adotando posições como essas que o Brasil se fará valer. Somos uma nação emergente, sim. Estamos lutando para obter espaço? Sem dúvida. Mas para tanto não é necessário procurar chamar a atenção em razão de posicionamentos discutíveis, em favor de nações delinquentes. Uma política externa consequente, lastreada na constância, na previsibilidade e na responsabilidade, faria mais pela imagem do Brasil do que todas as bravatas que têm pautado os nossos posicionamentos. O terceiro mau exemplo que a era Lula nos está legando diz respeito à própria imagem do presidente em si. Todos nós passamos a vida tentando incutir em nossos filhos a ideia de que sem estudos não se vai longe. Procuramos passar-lhes a noção de que somente por meio do zelo, da aplicação e do esforço é que se pode sonhar alcançar alguma coisa na vida. E tudo isso para quê? Ninguém menos do que o nosso presidente se arvora em ser o exemplo contrário de tudo isso. Ele se vangloria de não ter estudado. E procura passar a imagem de que, para vencer na vida, a diligência, o preparo e o esmero são valores inferiores à malandragem, à persuasão e à manha. Então, é assim? Quem conquista um lugar ao sol são os mais espertos, e não os mais capazes?
Cuba e Venezuela rosnam para os Estados Unidos? Pois lá está o Brasil para prestar-lhes solidariedade. As eleições no Irã parecem ter sido fraudadas? Pois lá estamos nós de novo, para emprestar legitimidade ao processo. A Coreia do Norte afronta o mundo fazendo testes nucleares? Pois ela pode contar conosco para evitar, nos foros internacionais, que maiores sanções sejam adotadas. Não é adotando posições como essas que o Brasil se fará valer. Somos uma nação emergente, sim. Estamos lutando para obter espaço? Sem dúvida. Mas para tanto não é necessário procurar chamar a atenção em razão de posicionamentos discutíveis, em favor de nações delinquentes. Uma política externa consequente, lastreada na constância, na previsibilidade e na responsabilidade, faria mais pela imagem do Brasil do que todas as bravatas que têm pautado os nossos posicionamentos. O terceiro mau exemplo que a era Lula nos está legando diz respeito à própria imagem do presidente em si. Todos nós passamos a vida tentando incutir em nossos filhos a ideia de que sem estudos não se vai longe. Procuramos passar-lhes a noção de que somente por meio do zelo, da aplicação e do esforço é que se pode sonhar alcançar alguma coisa na vida. E tudo isso para quê? Ninguém menos do que o nosso presidente se arvora em ser o exemplo contrário de tudo isso. Ele se vangloria de não ter estudado. E procura passar a imagem de que, para vencer na vida, a diligência, o preparo e o esmero são valores inferiores à malandragem, à persuasão e à manha. Então, é assim? Quem conquista um lugar ao sol são os mais espertos, e não os mais capazes?
Esses são os exemplos que Lula nos dá.
Será que posso recomendá-lo aos meus filhos?
João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário e ministro de Estado
E-mail: j.mellao@uol.com.br
Blog: www.blogdomellao.com.br
Será que posso recomendá-lo aos meus filhos?
João Mellão Neto, jornalista, deputado estadual, foi deputado federal, secretário e ministro de Estado
E-mail: j.mellao@uol.com.br
Blog: www.blogdomellao.com.br
Pelotas - Minha casa, tantas casas.
Muito bonita esta homenagem a minha cidade, Pelotas. Com texto de Pablo Rodrigues e locução de Jose de Abreu (Artista Global - Caminho das Indias). Imagens de Carlos Queiroz, Diogo Sallaberry, Chico Madrid- In Memoriam, Jonas Rodeghiero, Moizés Vasconcellos, Paulo Rossi e Solano Ferreira com Trilha Sonora de Eduardo Varela. Quer baixar o video, clique "Aqui". Ou vá no YouTube e escreva na barra de endereço do vídeo "kick" entre o www. e o youtube e clicque em "enter e aparecerá o site com as opções para baixar em mp4, flv e outros formatos. Não se assuste é bem fácil, vai lá e tenha o video no seu PC.
Veja mais em:
Assine Petição Para Baixar o Valor Tarifa Básica Telefonia Fixa
Por e-mail recebi o convite da Revista PRO TESTE para participar da campanha para reduzir o valor da assinatura básica de telefonia fixa e achei muito interessante a campanha e estou divulgando aqui pata que o maior numero de pessoas possivel fiquem sabendo e participem. É muito importante e terá efeito para todos o usuarios de telefonia. Não deixe de participar. Clique "aqui" ou leia a matéria abaixo e clique no link "Assine nossa Petição" logo abaixo.
A expansão de redes de telefonia era o principal argumento utilizado para justificar uma assinatura tão cara. Como, desde 2006, as operadoras não estão investindo na construção dessa infra-estrutura, a PRO TESTE não vê razão para os elevados valores existirem, pois não há o que financiar.
Por isso, a PRO TESTE enviou ofícios com a proposta para autoridades federais, informando e pedindo apoio. Se você quiser saber os detalhes do pedido na íntegra, consulte os documentos adicionais.
Mas, para que a nossa proposta ganhe força e possa sair do papel, sua participação é fundamental. Assine nossa petição e nos ajude a mudar a realidade da telefonia fixa no Brasil.
Documentos adicionais
Por que participar?
Motivos para assinatura básica mais barata
- Não há mais rede de telefonia fixa para ser construída. Não existem mais, por isso, custos que justifiquem uma assinatura mais cara.
- Atualmente, as empresas não estão obrigadas a cumprir nenhuma meta de universalização de serviços.
- Portanto, não existe benefício a ser coberto pelo valor da assinatura.
- O elevado valor da assinatura impede que muitas pessoas tenham telefone fixo. A telefonia no Brasil está entre as mais caras do mundo, comprometendo quase 6% da renda do brasileiro segundo estudo da ONU.
- É necessário cumprir o que está estabelecido na lei: se a companhia telefônica cobra assinatura mensal, deve isentar ligações locais entre aparelhos fixos de cobrança. á também 12 milhões de linhas fixas sem uso.
- A redução da assinatura básica e a isenção de custo nas ligações locais ajudará a diminuir a capacidade ociosa na telefonia.
- Em 2009 serão definidos os parâmetros da revisão quinquenal dos contratos de concessão. É, portanto, hora de reduzir tarifas e equilibrar os contratos em favor do consumidor.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Censura na Imprensa - Minas Gerais - Brasil.
É verdade que existe censura na imprensa não só em Minas, mas em todo o Brasil e tudo isso por um motivo muito grande que é o volume de dinheiro que o poder publico investe em midia. Infelizmente estão quase todos comprados. O Governo Lula ja gastou mais de 2,6 Bi desde 2003 em midia. Os meios de comunicação estão tomados por investimentos estatais e presos ao que os governos querem que seja divulgado.
O presidente Lula e o homem comum | Ruth de Aquino | Revista Época
Li na semana passada mais uma matéria sobre o Presidente Lula. Quem Ele realmente é acredito que poucos sabem. O que Ele pretende os grandes meios de comunicação pouco nos dizem. Como a matéria que li não esta disponível nas bancas resolvi colocar ela integralmente aqui e o link para o site da revista com a matéria é só clicar aqui. Quem escreve é Ruth de Aquino, muito competente e clara naquilo que escreve. Toda semana começo minha leitura da Revista Época pelo final para ver primeiro o que Ruth escreve, sempre ´muito interessante. A Revista é ótima. Época é clara, objetiva, isenta e muito mais que só as melhores podem ser. Vale muito ser seu assinante. Eu estou satisfeito. Recomendo.
Foi a maior gafe de Lula desde que caiu nos braços do povo, em 1º de janeiro de 2003. Mesmo quem não votou nele se emocionou quando um homem comum chegou à Presidência pelo voto democrático e limpo. Na semana passada, Lula disse que o senador José Sarney “não pode ser tratado como se fosse uma pessoa comum”. Lula foi sincero. Amaciado pelo poder, envaidecido pelas lisonjas e pela popularidade, ele acredita que uns são mais iguais que outros. E leva o pragmatismo político às últimas consequências.Lula nasceu em Pernambuco de uma família de oito filhos. Morou com a mãe, Eurídice, e irmãos num cômodo atrás de um bar em São Paulo. Trabalhou como engraxate e office-boy. Fez curso técnico de torneiro mecânico, perdeu um dedo numa prensa hidráulica. Em São Bernardo, tornou-se diretor do sindicato dos metalúrgicos. Testava seu carisma. Tentou cinco vezes a eleição para presidente. Uma história impressionante de persistência e sucesso.Sempre disse o que pensava. Em 1986, chamou Sarney de “grileiro do Maranhão”. Em 1987, chamou Sarney de “ladrão” – perto dele, Maluf não passaria de “um trombadinha”. Em 1993, disse que, “de todos os deputados no Congresso, pelo menos 300 são picaretas”. Agora, Lula depende da bancada do PMDB, a maior do Senado. Em terras remotas, no Cazaquistão, defendeu Sarney e o colocou num pedestal.O que seria hoje, em 2009, um homem comum para Lula? De que princípios, de que vísceras ele seria constituído? Um dos fundamentos da democracia é que os governantes sejam vistos e cobrados como homens comuns. Qual seria o tratamento ideal para os poderosos no Brasil de Lula? Espera-se de um presidente do Senado a mesma dignidade e retidão de caráter de um chefe de família comum? Como é punido o homem comum que cai no desvio? Como deve ser punido o político “com história suficiente para não ser tratado como uma pessoa comum”? Que valores o líder transmite para o povo, com um discurso que trai sua própria história?Lula é hoje parte da elite que sempre criticou com ferocidade. Natural. A elite não é má por definição, já descobriu o presidente. Mas, por isso, ele se solidariza com figuras como Renan Calheiros, Severino Cavalcanti, Jader Barbalho? De vez em quando, Lula incorpora o sindicalista (lá fora) e critica os ricos e poderosos, em surtos de demagogia atabalhoada. Diante do premiê britânico, Gordon Brown, disse que “a crise foi causada por gente branca com olhos azuis”. Pegou mal.Amaciado pelo poder, ele acredita que uns são mais iguais que os outros. E, pragmático, defende SarneyForam mudanças profundas em seis anos. É saudável mudar com o aprendizado. Ao assumir a Presidência, Lula deixou a economia do país a cargo de quem entendia do assunto. Seu pragmatismo econômico manteve o Brasil nos trilhos.Mas, e os valores essenciais? Direitos humanos, por exemplo. Como explicar sua insistência em dizer que há democracia de sobra na Venezuela censora de Chávez? Como aceitar a omissão do Brasil em relação a uma ditadura como a da Coréia do Norte? Toma lá dá cá?O outro deslize da semana foi a reação primária e açodada de Lula aos protestos nas eleições no Irã. Além de defender o embaraçoso presidente Mahmoud Ahmadinejad, Lula minimizou a revolta contra a teocracia dos aiatolás chamando os manifestantes de “vascaínos contra flamenguistas”, uma turma que não sabe perder.Lula aproveitou para atacar a imprensa brasileira, por, a cada dia, “arrumar uma vírgula a mais” no “denuncismo” contra o Congresso. Como se fosse um vírus denunciar malversação de verba pública, nepotismo, favorecimento ilícito, farra de passagens aéreas e atos secretos no Congresso. “Não tem fim, e depois não acontece nada”, disse Lula, como se o problema fossem as denúncias, e não a impunidade. “Vai desmoralizando todo mundo, e a imprensa corre o risco de ser desacreditada.”Senhor presidente, a imprensa só fica desacreditada se as denúncias forem mentirosas. Ou se ela se omitir e fizer o jogo do poder. Uma imprensa medrosa e submissa ao governo – não importa o partido dominante – é uma imprensa sem credibilidade. Não faz jus a uma democracia madura como a brasileira. Ou a transparência só vale para o homem comum?
A verdade que precisamos conhecer | bootlead.blogspot
Não resisti a tentação e copiei o artigo completo do blog BOOTLEAD. Leio diariamente os artigos que la são postados e fico cada dia mais indignado com o que vou descobrindo.
Eu recomendo ler sempre que possível, pois muitas verdades não conhecemos, pois a midia em sua grande maioria não tem patrocínio para nos mostrar isto, somente através dos blogs este conhecimento é possível hoje. Portanto não percam, leiam e distribuam estas informações imprescindíveis para a mudança que é necessária e que terá que acontecer.

Foto: A quadrilha "da silva" quando atuava em Vicente de Carvalho (Guarujá-SP), antes da fuga para
S.B. do Campo, motivada pelo "achado" de Cr$ 130 mil cruzeiros pelo membro alcunhado de "Vavá".
O "driblador" de caráter
por Adriana Vandoni
Em reunião com prefeitos, Lula disse que obras suspeitas de irregularidades, não devem ser paralisadas. Claro, pelo bem da campanha eleitoral de 2010. Que se dane se o dinheiro público estiver sendo roubado.
Ele está errado? Depende. Mas depende de que? Depende da ótica. Para meus conceitos de ética ele está dando carta branca aos ladrões. Para os conceitos de ética dele...mas quais conceitos e qual ética Lula tem?
Quanto mais passa o tempo cada vez mais me convenço que este Luiz Inácio é um salafrário, ou pelo menos age como se fosse. Há tempos citei em um artigo a infame teoria que rege a vida de Lula, segundo suas próprias palavras, de que achado não é roubado. Em maio deste ano li uma matéria da revista IstoÉ com Denise Paraná, uma escritora que nada sei a seu respeito além de que é amiga de Lula e o admira, o que pra mim já basta para ter as piores impressões e acreditar que ela vê luzes quando Lula fala. A matéria é sobre o livro escrito pela Denise sobre a vida de Lula e como ele, segundo ela, "driblou o destino".
Ôpa! Qual foi o drible? E o destino, qual é? Uma das tristes lembranças de Lula, diz a escritora, foi que ele e sua família nunca comiam carne. "A carne que a gente comia era a mortadela que meu irmão roubava na padaria em que ele trabalhava", relatou Lula no livro.
Não é lindo? Quando o irmão roubava. Veja a singeleza do ato! Isto é de um drible fenomenal. Drible no caráter, na ética, na honestidade e na polícia. O irmão roubava do patrão, mas sempre se safou e nunca foi preso.
Que drible, pqp!
Esse mesmo irmão, um sortudo!!!, foi responsável pela mudança na vida da família. Sortudo, achou um pacote de dinheiro (cerca de 34 salários mínimos) embrulhado num jornal, embaixo de um carrinho. Como ninguém reclamou ele roubou o dinheiro. Mas ai a escritora amiga de Lula arremata, "usou-o para quitar o aluguel atrasado em cinco meses e financiar a mudança da família para a Vila Carioca, em São Bernardo do Campo". Como se fizesse diferença usar para pagar aluguel ou para beber com prostituta. Roubo é roubo, não interessa a causa nem a quantia. Ladrão é ladrão.
Ou seja, Lula foi criado em um ambiente delinquente onde o roubo e o desvio de conduta eram encarados como sorte, como drible. Não tem em sua programação princípios fundamentais como o respeito ao próximo.
Lula não driblou seu destino, como afirma a escritora. Ele forjou uma vida se apossando do que não é dele. Foi programado para isso. Para não ter caráter.
Lula é uma massa amorfa moldada pelo que há de pior no ser humano.
Ele está errado? Depende. Mas depende de que? Depende da ótica. Para meus conceitos de ética ele está dando carta branca aos ladrões. Para os conceitos de ética dele...mas quais conceitos e qual ética Lula tem?
Quanto mais passa o tempo cada vez mais me convenço que este Luiz Inácio é um salafrário, ou pelo menos age como se fosse. Há tempos citei em um artigo a infame teoria que rege a vida de Lula, segundo suas próprias palavras, de que achado não é roubado. Em maio deste ano li uma matéria da revista IstoÉ com Denise Paraná, uma escritora que nada sei a seu respeito além de que é amiga de Lula e o admira, o que pra mim já basta para ter as piores impressões e acreditar que ela vê luzes quando Lula fala. A matéria é sobre o livro escrito pela Denise sobre a vida de Lula e como ele, segundo ela, "driblou o destino".
Ôpa! Qual foi o drible? E o destino, qual é? Uma das tristes lembranças de Lula, diz a escritora, foi que ele e sua família nunca comiam carne. "A carne que a gente comia era a mortadela que meu irmão roubava na padaria em que ele trabalhava", relatou Lula no livro.
Não é lindo? Quando o irmão roubava. Veja a singeleza do ato! Isto é de um drible fenomenal. Drible no caráter, na ética, na honestidade e na polícia. O irmão roubava do patrão, mas sempre se safou e nunca foi preso.
Que drible, pqp!
Esse mesmo irmão, um sortudo!!!, foi responsável pela mudança na vida da família. Sortudo, achou um pacote de dinheiro (cerca de 34 salários mínimos) embrulhado num jornal, embaixo de um carrinho. Como ninguém reclamou ele roubou o dinheiro. Mas ai a escritora amiga de Lula arremata, "usou-o para quitar o aluguel atrasado em cinco meses e financiar a mudança da família para a Vila Carioca, em São Bernardo do Campo". Como se fizesse diferença usar para pagar aluguel ou para beber com prostituta. Roubo é roubo, não interessa a causa nem a quantia. Ladrão é ladrão.
Ou seja, Lula foi criado em um ambiente delinquente onde o roubo e o desvio de conduta eram encarados como sorte, como drible. Não tem em sua programação princípios fundamentais como o respeito ao próximo.
Lula não driblou seu destino, como afirma a escritora. Ele forjou uma vida se apossando do que não é dele. Foi programado para isso. Para não ter caráter.
Lula é uma massa amorfa moldada pelo que há de pior no ser humano.

Adriana Vandoni, é economista especialista em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas/EBAPE – Rio de Janeiro. Professora universitária e comentarista política e também editora-chefe do site "Prosa & Política".
Publicado no site "Prosa & Política".
Quarta-feira, 10 de junho de 2009, 18h31.
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