Páginas

terça-feira, 21 de setembro de 2010

A rede pediu e o vídeo foi pra TV. "Um filho teu não foge à luta"


SERRA 45 Presidente do Brasil - É a hora da virada
Twitter Orkut Flickr Facebook Youtube Time 45
21 de Setembro 2010 Atualização da Campanha - n° 20

Olá,

Faltam 12 dias para o primeiro turno. No dia 3 de outubro vamos unir forças para eleger o Serra, que tem visão, preparo e competência comprovados para garantir a todos os brasileiros a oportunidade de uma vida digna.

 


A rede pediu pelo Twitter, Orkut, Facebook e o vídeo "Um filho teu não foge à luta" está no programa eleitoral na TV.  Assista!
Acompanhe aqui as últimas informações da caminhada de José Serra rumo à vitória e as notícias em destaque na imprensa – leia, comente e recomende
  Lula e a visão autoritária da imprensa (Editorial – O Globo)
É nos improvisos que o presidente Lula fala o que não seria conveniente do ponto de vista político, mas transmite o que lhe vai no fundo da alma. Inebriado por índices recordes de popularidade, Lula tem radicalizado na autoindulgência, como se o apoio popular o colocasse acima de leis e limites institucionais.

A elite que Lula não suporta (Opinião - O Estado de S.Paulo)
Com retórica maniqueísta, Lula alimenta no eleitorado de baixa renda e pouca instrução o sentimento difuso de que quem tem dinheiro e/ou estudo está do "outro lado", nas hostes inimigas. Mas a verdade é que está perfeitamente composto e afinado, por exemplo, com as oligarquias dos grotões maranhenses, alagoenses, amapaenses e que tais.

Paulada na imprensa (Folha de S.Paulo - Eliane Cantanhêde)
Lula e Dilma agridem a imprensa - ele bufando de um lado para o outro num palanque em Campinas, e Dilma, no Rio, dispensando até a barreira de microfones que vem usando na campanha. Tudo porque foi a imprensa livre que expôs aos brasileiros um centro de corrupção justamente na Casa Civil, onde foi construída a candidata Dilma e fabricado o inexplicável poder de uma tal Erenice.


Destaques da agenda de José Serra
  Serra pede desenvolvimento regional para gerar empregos e oportunidades
José Serra defendeu o desenvolvimento do Brasil, eliminando as diferenças regionais, como garantia para melhorar a qualidade de vida. Ele ainda disse que vai acelerar obras interrompidas, como o Canal do Sertão e a Ferrovia Transnordestina.

  Serra debate no Nordeste; Dilma não vai
Serra participou nesta segunda-feira (19) do debate promovido pelo SBT Nordeste. "Quero ser presidente para que nenhum setor fique para trás. O Brasil precisa se desenvolver como um todo". Assista aos melhores momentos do debate.


Marque na sua agenda
  Anote a data da próximas entrevista de Serra:

22/09 - Bom Dia Brasil - Globo (7h15)

Do eleitor
  Pessoas de todo o Brasil já enviaram sua foto com Serra. Envie a sua também e entre para a galeria #euvoucomserra


Você também :o)

"Um filho teu não foge à luta"  foi um dos vídeos políticos mais vistos no Youtube, ontem (20). Quase 11 mil pessoas já assistiram! Não assistiu? Aproveite a oportunidade de ver e recomendar para os amigos.

Cadastre-se no Twitter e venha fazer parte da imensa comunidade de José Serra: crie um perfil e comece a seguir também www.twitter.com/joseserra_ e faça contato direto com nosso futuro presidente.

No Facebook, entre e torne-se um fã do Serra http://www.facebook.com/timeserra45. Ele também está no Orkut: entre e faça parte do grupo de amigos do Serra.

Se você quer sugerir que outras pessoas recebam esta atualização, envie uma mensagem para time@time45.com.br.

junte-se a nós! www.serra45.com.br
PSDB DEM PTB PPS PMN PTdoB

Orgulhosos de fazer parte desta coligação
Coligação "O Brasil pode mais" (PSDB/DEM/PTB/PPS/PMN/PT do B) - CNPJ: 12.181.907/0001-83
Copyright © 2010 Serra45. Todos os direitos reservados. Direitos Autorais


  
 buzz2feed - moisesalba

 O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria. Churchill



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Time 45 <time45@time45.com.br>
Data: 21 de setembro de 2010 18:48
Assunto: Um filho teu não foge à luta
Para: Moises Alba Goncalves moisesalba@gmail.com


segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Lula mostra generosidade com aliados que antes chamava de canalhas...

História mal contada - XICO GRAZIANO
Lula mostra generosidade com aliados que antes chamava de canalhas, mas despreza o grande sociólogo com quem panfletou em porta de fábrica

O presidente Lula tenta deformar a história. Insiste em afirmar que o Brasil foi descoberto em 2003. Seu proselitismo é equivocado, egocêntrico, imoral e injusto. Muita luta e trabalho coletivo, pessoas importantes ou gente comum, ajudaram a erigir o país. Lula venceu as eleições em 2002 e, inebriado pelo poder, desatou a esconder do povo certas verdades que o incomodam. Sua maior birra recai sobre Fernando Henrique Cardoso, a quem trata como vilão da história. Jamais Lula reconheceu que o sucesso de seu governo se embasa nas políticas estruturantes comandadas por FHC. Atacou, de cara, o que denominou de "herança maldita". Mal assumiu o governo, porém, passou a "pentear" os programas existentes, mudando-lhes o nome. Trocou o Luz do Campo pelo Luz para Todos, iluminando a roça e escurecendo a verdade. Juntou o Bolsa Alimentação e o Bolsa Escola no Bolsa Família, expandindo-o. Ele, que havia um dia chamado os programas de transferência de renda de "esmola de pobre", mudara de opinião. Que bom. Manteve o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), mas desatou maldosamente a instigar pequenos agricultores contra grandes fazendeiros, instaurando a cizânia sob a qual reina desde os tempos de São Bernardo do Campo -um afago aqui, um boné ali. Sua candidata acaba de receber o apoio de usineiros. Mas o discurso oficial diz que José Serra não gosta da agricultura familiar. História mal contada. Os filósofos da ciência há muito questionam a relação entre história e verdade. Será possível a objetividade na ciência histórica? A resposta continua complexa. Nós sabemos que a história se escreve pelas mãos daqueles que a dominam. As guerras territoriais sempre enalteceram os conquistadores. No faroeste norte americano, os índios viraram bandidos. A permanecer, que história o lulismo contará nos livros escolares? Dirá que o PT se opôs às medidas saneadoras da economia, a começar do Plano Real? Haverá coragem para assumir que lutaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal? Que privatizaram as florestas da Amazônia? Ou esconderá isso? Duas forças atuam nesse processo que constrói a história recente. De um lado, a maior transparência adquirida com o avanço da mídia. Antes, nem opinião pública havia, e fácil era deturpar o ocorrido. Na cortina de ferro, Stálin destruiu Trotsky, transformando-o de herói em traidor da revolução soviética. O povo, por bom tempo, acreditou. Do outro lado, opera a incrível capacidade de comunicação de Lula, um encantador de pessoas. Perspicaz, sua lógica política anda impondo sobre a realidade um véu imbecil. Com estrondosa aprovação, Lula debocha de seus críticos, destrói o argumento, vulgariza o debate nacional. Pai dos pobres. Temo, sinceramente, pelo resultado desse processo de formação da nossa consciência coletiva. Obstinado em eleger sua candidata, Lula enfrenta a oposição ridicularizando os adversários e fazendo-se dono da história. Mostra generosidade com aliados que antes chamava de canalhas, mas despreza o grande sociólogo com quem panfletou em porta de fábrica. Lula renega seu passado para não dar a mão à palmatória para FHC. Ingratidão. Sua candidata vai além. Aprendiz da política ilusória, transformou a campanha eleitoral em festival de mentiras: alguém acredita mesmo que Serra quer acabar com o Bolsa Família? Privatizar a Petrobras? Vender o Banco do Brasil? O Estado policialesco que se descortina permite temer o livro do futuro. O engodo ameaça prevalecer. Até, tomara, ser desmascarado. FRANCISCO GRAZIANO NETO, o Xico Graziano, engenheiro agrônomo, doutor em administração pela FGV (Fundação Getulio Vargas), é coordenador do programa de governo de José Serra (PSDB), candidato à Presidência. Foi deputado federal (PSDB-SP), presidente do Incra (1995) e secretário da Agricultura e Abastecimento (governo Covas) e do Meio Ambiente (gestão Serra) de São Paulo.

O " carisma" de Lula, chama-se, Fernando Henrique Cardoso!

Carísma: quem?
O " carisma" de Lula, chama-se, Fernando Henrique Cardoso! Megalômano, se não seguisse o plano de estabilidade econômica de FHC, estaría com o tal de "plano B",que sería a socialização dos meios de produção, o que destruiría todas as conquistas realizadas a partir da criação do Plano Real, das metas de inflação, câmbio flutuante e outras medidas, todas combatidas por Lula, e que precisou "escrever" A Carta ao Povo Brasileiro, comprometendo-se a seguir o que antes combatera!
Aonde estava o "carisma" de Lula, quando perdeu em 1982 a eleição para o Governo de São Paulo?
Aonde estava o "carisma" de Lula,quando perdeu sucessivamente, as eleições para a presidência da República, em 1989, 1994, e 1998?
Ora, além da Carta ao Povo Brasileiro, Lula, completamente remodelado pelo marqueteiro Duda Mendonça, passou a ser o "Lulinha paz e amor" renegando todo um discurso em defesa da ética e moralidade na politíca, aliando-se aos piores representantes da atividade politíca brasileira, que antes criticara veementemente, como José Sarney, Fernando Collor, Jader Barbalho, Edson Lobão, e tantos outros da mesma lavra !
Somas faraônicas foram investidas para criar o arquétipo do "pai dos pobres" que espertamente, manipulou o velho esquema populísta, distribuindo, sobretudo, nas regiões Norte e Nordeste, secularmente despolitizadas, bolsas de toda espécie, apropriando-se, sem pudor, de iniciatívas formuladas no governo de FHC!
Seu filhote, Lulinha, seguindo o "exemplo" do papai, investiu cerca de 15 milhões de reais na Telemar,
da qual o governo é acionista...
A politica externa de seu governo é de causar engulhos, alinhando-se aos mais cruéis ditadores do planeta, e praticando um, mais que ultrapassado antiamericanismo,que, diga-se de passagem, é o nosso maior parceiro comercial!
Não conseguindo emplacar o terceiro mandato, inventou um "biombo", que, certamente, será o porta-voz de sua terceira reeleição...
Enquanto isso, José Serra, contra o qual, nem o mais sectário petista, atreve-se a acusá-lo de qualquer ato ilícito, faz uma oposição extremamente frágil, poupando inexplicavelmente, o maior farsante e oportunista, já surgido na história política deste país!
Será que Polonius teria razão, ao dizer sobre Hamlet " Há método nesta loucura?"
Que o meu estimado e competente José Serra, entenda, que este, é um ponto sem retorno na história do Brasil, e que nos ajude a ajudá-lo!
Estamos, embora preocupados, juntos!

O analfabeto Politico - Bertolt Brecht

O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
Nada é impossível de mudar.
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural dada deve parecer impossível de mudar."

No governo Lula Dilma - Cinegrafista se nega a gravar comício e é advertido

Extraído de: Política Livre - 5 horas atrás
A ordem de usar estrutura do governo para filmar os comícios de Dilma Rousseff e os discursos de Lula em todos os eventos de campanha gerou problemas entre a chefia e funcionários da emissora oficial NBR. Alguns cinegrafistas não concordaram com a determinação e se negaram a filmar os atos de campanha -tanto a presidencial quanto as estaduais com a presença do presidente. A Folha conversou com um desses servidores. Ele mostrou a advertência que recebeu. Pediu para não ter o nome publicado, com receio de sofrer outra retaliação. Ele contou que estava acompanhando um comício de Lula e Dilma no Nordeste com a câmera desligada. Segundo ele, um assessor de imprensa da Presidência perguntou se estava gravando. Quando ele respondeu que não, o assessor teria determinado que gravasse tudo. O cinegrafista alega que se recusou a filmar e foi ameaçado de demissão. (Folha)
Fonte: jusbrasil

No governo Lula Dilma - Computadores da Casa Civil são lacrados

20 de setembro de 2010 | 0h 00 - O Estado de S.Paulo
A primeira providência da comissão de sindicância instalada pelo Planalto com a missão de investigar denúncias de tráfico de influência na Casa Civil foi lacrar computadores, entre eles o usado por Vinícius Castro, ex-assessor da ex-ministra Erenice Guerra. Os aparelhos estão isolados numa sala, à disposição da comissão e, se for o caso, da Polícia Federal. A análise de contratos passíveis de influência do filho de Erenice Guerra estão entre os documentos a ser examinados.
Auxiliares próximos ao presidente Lula temem o "tamanho da teia" que pode ter sido armada na Casa Civil. Lula decidiu nomear Carlos Eduardo Esteves Lima, funcionário de carreira que serviu a outros governos, para responder temporariamente pela Casa Civil. A princípio, Lula pensava em deixar Lima como interino até as eleições e decidir sobre o posto com o futuro presidente. Ele, porém, está reavaliando a ideia diante da quantidade de envolvidos nas denúncias.
Prova da preocupação com os estragos das denúncias foi a presença no Planalto, na sexta-feira, de Giles Azevedo, mais fiel escudeiro de Dilma Rousseff quando ela era ministra na Casa Civil. Discreto, Giles se reuniu com Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula, com quem conversou sobre os escândalos. Ele também esteve com alguns integrantes da Casa Civil.
Fonte: ESTADAO

domingo, 19 de setembro de 2010

"Um filho teu não foge a luta"

EU ACREDITO!

Só de sacanagem

Projeto que pune tráfico de influência parou no Planalto

19 de setembro de 2010 - O Globo - Manchete: Eleições 2010
Resistência na Casa Civil impediu que proposta fosse enviada ao Congresso
Desde o fim do ano passado, uma proposta que pune o lobby ilegal, e que poderia ter evitado o escândalo que levou à demissão da ex-ministra Erenice Guerra, está parada justamente na Casa Civil. O anteprojeto, preparado por entidades como OAB e a própria Comissão de Ética da Presidência, empacou por divergências internas no governo e não foi enviado ao Congresso, informa Jailton de Carvalho. O texto, com regras a serem seguidas por Executivo, Legislativo e Judiciário, obriga autoridades e lobistas a registrarem encontros e os temas tratados nessas reuniões. Outros projetos, que coibiriam o tráfico de influência, tramitam no Congresso sem perspectiva de aprovação. (págs. 1 e 3)

O retrato de Erenice

Nas Entrelinhas - Correio Braziliense - 19/09/2010
O país que não conhecia a ministra da Casa Civil ainda não entende como é possível alguém como ela chegar ao topo da administração pública. Para o país que a conhecia, sobrou o espanto: como alguém pode acabar com a imagem tão suja em apenas cinco dias?
Menos de 100 horas. Erenice Guerra, agora ex-ministra de Lula e ex-soldada de Dilma, aguentou apenas cinco dias de investigação jornalística. É pouco, muito pouco, para alguém que ocupava o segundo posto mais importante na estrutura burocrática da Esplanada dos Ministérios. É nada para quem até então era uma desconhecida da imensa maioria da população brasileira. Escarafunchado, o trabalho funcional de Erenice e da sua turma foi para o ralo. Não restou nada ou alguém para esconder as lambanças. Ao fim de uma semana, o retrato de Erenice revelou-se torto, desbotado e, a depender dos petistas, deverá ser guardado numa gaveta para nunca mais. Uma semana foi o tempo para os brasileiros conhecerem a dona Erenice — e, por tabela, toda a família dela, incluindo aí os políticos e as autoridades que deram sustentação à chefe da Casa Civil.
No caso da nossa ex-ministra, é improvável encontrar mais de meia dúzia de fanáticos partidários a discursar contra as denúncias jornalísticas. Mesmo que possam apontar um ou outro exagero da mídia — sim, eles existem —, há poucos a deixar a mão no fogo por Erenice. Aliás, todos tiraram o corpo. À tropa de choque de Dilma, falta o argumento da denúncia simplesmente eleitoreira. Os próprios governistas, no máximo, tentaram isolar a candidata presidencial do escândalo. Investigar Erenice foi, ao longo dos últimos cinco dias — pelo menos até a queda —, encontrar facilmente vários elos para contar histórias de indícios de tráfico de influência.
Depois da primeira reportagem da revista Veja sobre a participação do filho da ministra em serviços de lobbies para empresas dentro da Casa Civil, seguiram-se outras tantas sobre a participação dos parentes de Erenice na estrutura da Esplanada, do Governo do Distrito Federal e da Editora UnB, lá no tempo do Timothy, aquele ex-reitor que ficou nacionalmente conhecido por causa da compra de uma lixeira a preço de ouro.
Este Correio apresentou pelo menos seis reportagens sobre as histórias de Erenice e da sua turma. A principal delas tratou da estrutura montada por parentes e amigos da ministra nos cargos do governo local. A partir de uma ciranda de pessoas influentes, a então chefe da Casa Civil conseguiu empregar o filho, Israel — este, acusado de ser fantasma —, e o irmão Euricélio na Terracap e na Novacap, respectivamente. Como Erenice, acabaram ejetados dos cargos. Os laços dela com políticos das esferas federais e distritais é um assunto que interessa prioritariamente ao jornal. Mas o escândalo mostra mais. Revela como o país e o serviço público ainda estão distantes da eficiência — por mais concursos públicos que possam ser feitos —, por conta de personagens como Erenice Guerra e tantos outros que ainda habitam os governos federal, estaduais e municipais.
Outra coisa
No país da piada pronta, é difícil acreditar que indícios do esquema de tráfico de influência instalado na Casa Civil não fossem do conhecimento de alguém que pudesse dinamitá-lo logo de início, considerando o fato de os primeiros movimentos de lobby terem sido feitos há mais de um ano. O suposto esquema prosperou e chega a ser uma provocação a Comissão de Ética Pública da Presidência aplicar — só ontem — uma “censura” por não ter prestado informações sobre patrimônio, sociedade em empresas e a relação de seus parentes com o serviço público, quando tomou posse na pasta, em abril. Basta rir da galhofa. Para não chorar.