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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Irã vai mudar por Lula, santa ingenuidade!

O Lula fez o PAC do Irã: aparência em vez de realidade
Arnaldo Jabor






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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Acordo com Irã. Que acordo!

TEERÃ (Reuters) - O Irã continuará suas atividades de enriquecimento de urânio, inclusive a produção de urânio enriquecido a 20 por cento, mesmo após a assinatura de um acordo de troca de combustível nuclear com a Turquia e o Brasil nesta segunda-feira, disse uma alta autoridade à Reuters.
"Não existe relação entre o acordo de troca e nossas atividades de enriquecimento... Vamos continuar nosso trabalho de enriquecimento de urânio a 20 por cento", disse Ali Akbar Salehi, diretor da Organização de Energia Atômica do Irã.
Não muda nada, vão fazer o que querem e os trouxas aqui, eu fora, acreditam que o Lulinha Paz e Amor, desesperado por uma cadeira na ONU, conseguiu convencer o louco a não produzir combustível nuclear!



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quinta-feira, 11 de março de 2010

Posição sobre Irã impede Brasil de ser líder global...

Enviado para você por moisesalba através do Google Reader:



via Tuka Scaletti de Então em 11/03/10


Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em Washington
O congressista americano Eliot Engel, presidente do subcomitê do Hemisfério Ocidental dentro da Câmara dos Representantes (deputados) dos Estados Unidos, disse nesta quarta-feira que o Brasil não leva o programa nuclear iraniano "a sério", o que está impedindo a ascensão brasileira "como um líder global".
"O Brasil é um país que está se modernizando rapidamente e que quer obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU", disse Engel durante uma audiência sobre a política dos Estados Unidos para as Américas.
"Mas o fato de não levar o programa nuclear do Irã a sério está impedindo a sua ascensão como um líder global", completou.
O Brasil tem defendido o caminho do diálogo como a melhor forma de garantir que o Irã tenha o direito de produzir energia nuclear e para evitar que o país desenvolva armas atômicas, enquanto que os Estados Unidos defendem mais sanções contra Teerã.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, esteve no Brasil em novembro e, em maio, o presidente Lula deve visitar o país asiático.
Atrito
"Estou preocupado com a falta de interesse do Brasil em novas sanções da ONU contra o Irã", disse Engel, para quem é preciso "ficar de olho" na crescente presença do Irã no continente.
"Eu fiquei profundamente decepcionado quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, em Brasília", afirmou.
Na semana passada, em visita ao Brasil, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, voltou a defender novas sanções contra o Irã como forma de pressionar o país a interromper seu programa de enriquecimento de urânio e disse que a comunidade internacional deveria se pronunciar "em uníssono" sobre o assunto.
"Somente depois que aprovarmos as sanções no Conselho de Segurança da ONU o Irã irá negociar de boa-fé", afirmou.
Os Estados Unidos e outros países temem que Teerã esteja secretamente tentando desenvolver armas nucleares.
O governo iraniano nega as alegações e afirma que seu programa nuclear tem fins pacíficos.


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