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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Presidente Lula pode tudo?

Presidente pode tudo?
Autor(es): Agencia o Globo/ Raphael Carneiro da Rocha Filho -  O Globo - 18/06/2010
O presidente da República pode tudo? Como primeiro mandatário da nação, decerto que ele pode muita coisa mesmo — mas não tudo. E por que não? Porque o presidente, como servidor público que é, só pode fazer aquilo que as leis (expressão da vontade do povo, por seus representantes eleitos) dizem que ele pode. Este imperativo decorre do princípio constitucional da legalidade, que determina que o agente público, seja ele qual for, se subordine, no exercício de suas funções, aos mandamentos da lei e às exigências do bem comum. Isto é próprio dos estados democráticos de direito, como o Brasil. É por isso que o povo exige, na Constituição que adotou, que o presidente eleito, ao tomar posse, preste o compromisso de manter, defender e cumprir o Contrato Social e observar as leis da República. Tomamos esta sábia exigência da tradição democrática americana. Mas a que vem tudo isto? Vem a propósito de dois atos recentes e mal pensados do presidente, a saber: o mau acordo nuclear celebrado com o Irã (que não cuidou de evitar que Teerã continue a enriquecer urânio com fins militares) e o dissonante e desastroso voto, no Conselho de Segurança, em favor da liberdade atômica dos aiatolás. Salvo o presidente Lula e seu assessor especial de política externa, Marco Aurélio Garcia, ninguém de boa-fé duvida das reais intenções do Irã atual. É geral, nas democracias ocidentais, a crença de que os fanáticos religiosos que lideram aquele país buscam, a passos decididos e ousados, dispor de armas nucleares de destruição em massa. Daí a preventiva resolução do Conselho de Segurança — que contou, inclusive, dentre os votos a favor das salvaguardas, com os de Rússia e China, aliados tradicionais do Irã. Choca, pois, o agir do presidente, já que, como bem anotou o colunista Merval Pereira, “apoiar o Irã, uma ditadura teocrática completamente fora das leis internacionais e do respeito aos direitos humanos, é um absurdo. Não é possível aceitar que o presidente, qualquer que seja ele, possa usar o país para aventuras pessoais” (O GLOBO, 10/06). Pois bem. A nossa Constituição expressa (art.4º) que, nas suas relações internacionais, o Brasil rege-se pelos princípios (VII) do repúdio ao terrorismo (que é patrocinado, como é notório, pelos aiatolás radicais); (VI) da defesa da paz (seriamente ameaçada pelo projeto iraniano de expansão militar, centrado na conquista de armas nucleares); e (VII) da solução pacífica dos conflitos (que o voto do Brasil contrariou, ao repudiar a solução pacífica e preventiva encontrada, na ONU, pela comunidade internacional). Ora, estes são princípios fundamentais da República, que têm eficácia jurídica, o que importa na sua aplicabilidade imediata e direta, vale dizer, eles obrigam o agente público/político. Portanto, ao praticar tais atos em favor de uma ditadura religiosa radical, belicista, que almeja o confronto nuclear, repudiando injustificavelmente a resolução preventiva adotada pelo concerto das nações, o presidente agiu objetivamente contra a Constituição que jurou cumprir e defender, traindo, assim, a vontade do povo brasileiro nela encerrada. Em que pese o seu desapreço pelas leis — revelado pela sua quinta condenação pela Alta Corte Eleitoral — o presidente, que as pesquisas indicam gozar da estima da ampla maioria da população, precisa ter mais cuidado com os superiores interesses, fora do comércio, cuja séria gestão lhe foi delegada nas urnas — até porque os atos desastrosos que presidiu comprometeram a dignidade da Nação (bem indisponível), já agora objeto de escárnio em sedes diversas, como tem sido amplamente noticiado, para humilhação dos brasileiros. Do contrário, estará se expondo, em tese, à gravíssima responsabilização capitulada no art. 85 da Carta Magna, cuja efetivação poderia significar, no limite, a sua destituição, por patrocínio infiel, do nobre mandato que lhe foi outorgado. Com efeito, em 1787, já alertava o grande Alexander Hamilton, um dos pais fundadores da América, em obra que é patrimônio da humanidade, que “não há posição fundada em princípios mais claros que aquela de que todo ato de um poder delegado que contrarie o mandato sob o qual é exercido é nulo. Portanto, nenhum ato legislativo (ou executivo) contrário à Constituição pode ser válido. Negar isto seria afirmar que o delegado é maior que o outorgante; que o servidor está acima do senhor; que os representantes do povo são superiores ao próprio povo; que homens que atuam em virtude de poderes a eles confiados podem fazer não só o que estes autorizam, mas o que proíbem”.


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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Lula e seu ambicioso plano para a implantação de um regime autoritário no Brasil

Lula - imagem estilhaçada - Por Carlos Alberto Di Franco - O Estadao de S.Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou em dezembro, às vésperas do Natal e aproveitando o recesso das festas, um ambicioso plano para a implantação de um regime autoritário no Brasil. Dias depois, por causa da reação dos comandantes militares à redação inicial do decreto, ensaiou um aparente recuo. Seguindo estratégia bem conhecida, tirou o bode da sala, mas manteve cobras venenosas debaixo da cama dos brasileiros. Estilhaçou-se, aqui e no exterior, a imagem do presidente da República. O líder equilibrado e respeitado vai, aos poucos, sucumbindo aos apelos do radicalismo ideológico. O projeto do presidente da República e de sua candidata à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, reduz o papel do Congresso Nacional, desqualifica o Poder Judiciário, agride gravemente o direito de propriedade, sugere o controle governamental dos meios de comunicação e sujeita a pesquisa científica e tecnológica a critérios estritamente ideológicos. A educação, também moldada segundo os interesses do regime, faz parte do projeto. O governo deverá incentivar a produção de filmes, vídeos e áudios voltados para a educação sobre direitos humanos e para a reconstrução "da história recente do autoritarismo no Brasil". Será, como salientou recente editorial do jornal O Estado de S. Paulo, "um autoritarismo cuidando da história de outro". No campo dos valores morais e religiosos, tão caros ao povo brasileiro, o Lula real também mostrou sua verdadeira face. O presidente quer erradicar os símbolos religiosos dos estabelecimentos públicos, deseja descriminalizar o aborto e assume a bandeira da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Uma carta de leitora, publicada no jornal O Globo, mostra a reação dos brasileiros ao monstrengo presidencial. "O programa Nacional de Direitos Humanos me parece um pesadelo", escreve a leitora Célia Paula Borges, do Rio de Janeiro. "Se ele já estivesse em vigor, ao manifestar aqui meu desagrado sobre alguns itens, poderia ser perseguida, tendo em vista que minha mensagem será censurada. Se eu sair com minha cruz no pescoço, que uso desde criança, vou ostentar símbolos religiosos. Ao condenar a prostituição, estarei sendo preconceituosa com uma profissão legalizada. Se possuir algumas terras e, por alguma dificuldade financeira, não puder plantar nada, minha propriedade será invadida e não vou ter direito à reintegração de posse. Concluo que o melhor é ser ignorante, não manifestar nada, não ter religião, ser prostituta e pertencer a grupos que invadem terras alheias. Só assim vou ter meus direitos garantidos", conclui a leitora. O Brasil que Lula quer construir - autoritário e intolerante - tem pouca conexão com as verdadeiras raízes da nossa cultura. Agora, no ocaso de seu governo, mostra sua verdadeira face e quer impor um modelo autoritário inspirado no Foro de São Paulo, entidade fundada por Lula e Fidel Castro e cujas atas podem ser acessadas na internet. Está tudo lá. O pulo do gato, no entanto, reside em dois pilares do projeto: exercício da "democracia direta" e controle dos meios de comunicação. Tal como Hugo Chávez, o presidente Lula propõe a valorização de instrumentos como "lei de iniciativa popular, referendo, veto popular e plebiscito". É a instalação do populismo autoritário e a transformação de formas excepcionais de consulta em meios normais de legislação. Mas é no controle da imprensa, sobretudo da mídia independente e formadora de opinião, que os estrategistas do Planalto investem com mais vigor. Silenciada a imprensa, sucumbe a cidadania. Se as leis propostas forem aprovadas, o governo poderá suspender programações e cassar licenças de rádios e de televisões, quando houver "violações" de direito humanos. Será criado um ranking nacional de veículos de comunicação baseado em seu "comprometimento" com os direitos humanos. Lula manifesta crescente insatisfação com o trabalho da imprensa. Para o presidente da República, um político que deve muito à liberdade de imprensa e de expressão, imprensa boa é a que fala bem. Jornalismo que apura e opina com isenção incomoda. Está, na visão de Lula, a serviço da "elite brasileira". Na verdade, cabe à imprensa um papel fundamental na salvaguarda da democracia. Devemos, sem engajamento e atitudes de contrapoder, aprofundar fortemente no processo de apuração. A defesa da liberdade passa pela guerra ao jornalismo de registro e pela promoção da investigação de qualidade. Precisamos, sistematicamente, ir além das declarações para desnudar as reais intenções. Um jornalista deve ser um homem livre, independente, um demolidor de tabus, um questionador do politicamente correto. É a nossa missão. É o nosso papel. É o que a sociedade espera de nós. Não é de hoje a fina sintonia de Lula com governos autoritários. Assiste-se, de fato, a um processo articulado de socialização do continente. A biografia do presidente Lula foi construída graças aos seus méritos pessoais e aos amplos espaços que a democracia oferece a todos os cidadãos. Mas o poder fascina e confunde. Preocupam, e muito, a letra e o espírito do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). O governo se empenhará para que o assunto desapareça do noticiário. Mas o nosso dever é manter a cena iluminada. Os brasileiros apreciam a democracia. Assim como condenaram a ditadura militar, não aceitam projetos autoritários que, sob o manto da justiça social, anulam um dos maiores bens da vida: a liberdade.
Carlos Alberto Di Franco, doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, professor de Ética, é diretor do Master em Jornalismo (www.masteremjornalismo.org.br) e da Di Franco - Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com) E-mail: difranco@iics.org.br


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domingo, 18 de abril de 2010

Duda Mendonça cobra 12 milhões

via Reinaldo Azevedo | VEJA.com de Reinaldo Azevedo em 17/04/10

Réu por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, o marqueteiro Duda Mendonça retorna à arena eleitoral assediado por todos e mais valorizado do que nunca
Por Alexandre Oltramari, na VEJA:
Cristina Gallo/Bg Press
BRUXO DAS URNAS Duda Mendonça elegeu 2010 como o ano de sua volta ao marketing político:
depois do escândalo do mensalão, ele disse que se afastaria das campanhas
Desde que ajudou a eleger o presidente Lula, em 2002, uma maldição se abateu sobre o publicitário baiano José Eduardo Cavalcanti de Mendonça, o Duda Mendonça. Supersticioso e excêntrico, mas celebrado como um mago das urnas até pelos adversários mais críticos, Duda foi preso dois anos depois da eleição acusado de participar de um campeonato de briga de galos - hobby ilegal que ele praticava no Rio de Janeiro, mas que era pinto diante do que estava por vir. Em 2005, em depoimento à CPI que investigou o escândalo do mensalão, Duda admitiu a participação em um crime muito mais grave. Ele confessou ter recebido 10,5 milhões de reais do PT em uma conta clandestina nas Bahamas, como parte do pagamento pelo trabalho na campanha do presidente Lula. Supostamente decepcionado com a sujeira na política e réu por lavagem de dinheiro e evasão de divisas, Duda, na época, prometeu abandonar as campanhas eleitorais, mas logo mudou de ideia. Após ensaiar um retorno como consultor em 2006, o marqueteiro elegeu 2010 o ano de sua volta ao mundo das refregas eleitorais. Duda já se insinuou para dois presidenciáveis (Dilma Rousseff e Ciro Gomes), negocia com sete candidatos a governador e já está trabalhando para um deles. Entre os que pagarão pelos seus talentos deve figurar até mesmo o presidente da CPI que o investigou, o senador petista Delcídio Amaral. Aqui



Jaques Wagner, do PT | Homicídios dolosos no estado aumentaram 48% na Bahia

via Reinaldo Azevedo | VEJA.com de Reinaldo Azevedo em 17/04/10

Bahia explosivaPor Fábio Portela, na coluna Holofote,  VEJA:Eduardo Martins/AE

Candidato à reeleição na Bahia, o governador Jaques Wagner, do PT, tem enfrentado um início de campanha conturbado. Primeiro, o PMDB, que ele esperava ver em sua chapa, decidiu lançar candidato próprio ao governo, o ex-ministro Geddel Vieira Lima. Depois, o PR também abandonou o barco. Agora, Wagner terá outro problema pela frente: explicar o aumento da violência na Bahia em sua gestão. De 2006 para 2009, os homicídios dolosos no estado aumentaram 48%, chegando a 4 777. A Bahia já responde por 10% de todos os homicídios brasileiros. Para combater a explosão do crime, o secretário de Segurança Pública, César Nunes, anunciou que a estratégia é "partir para cima dos bandidos".


segunda-feira, 29 de março de 2010

Jose Dirceu, mais e mais greves! PT, Partido contra o Brasil!

Vejam o vídeo. Isto é o PT! Partido de greves, baderna, brigas, corrupção, mensalão.
 
 
 

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domingo, 14 de março de 2010

O PEDÁGIO DO PT - VIAGEM AO CORAÇÃO DE UM ESQUEMA CORRUPTO

capa-121
Além de desviar dinheiro da Bancoop, o tesoureiro do partido arrecadava dinheiro para o caixa do mensalão cobrando propina

Por Alexandre Oltramari e Diego Escosteguy
Fotos Wladimir de Souza/Diário de São Paulo e Sérgio Lima/Folha Imagem


O ELO PERDIDO DO MENSALÃO
O corretor de câmbio Lúcio Funaro prestou seis depoimentos sigilosos à Procuradoria-Geral da República, nos quais narrou como funcionava a arrecadação de propina petista nos fundos de pensão: "Ele (João Vaccari, á dir.) cobra 12% de comissão para o partido"
O novo tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é uma peça mais fundamental do que parece nos esquemas de arrecadação financeira do partido. Investigado pelo promotor José Carlos Blat por suspeita de estelionato, apropriação indébita, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no caso dos desvios da Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop), Vaccari é também personagem, ainda oculto, do maior e mais escandaloso caso de corrupção da história recente do Brasil: o mensalão - o milionário esquema de desvio de dinheiro público usado para abastecer campanhas eleitorais do PT e corromper parlamentares no Congresso. O mensalão produziu quarenta réus ora em julgamento pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles não está Vaccari. Ele parecia bagrinho no esquema. Pelo que se descobriu agora, é um peixão. Em 2003, enquanto cuidava das finanças da Bancoop, João Vaccari acumulava a função de administrador informal da relação entre o PT e os fundos de pensão das empresas estatais, bancos e corretoras. Ele tocava o negócio de uma maneira bem peculiar: cobrando propina. Propina que podia ser de 6%, de 10% ou até de 15%, dependendo do cliente e do tamanho do negócio. Uma investigação sigilosa da Procuradoria-Geral da República revela, porém, que 12% era o número mágico para o tesoureiro - o porcentual do pedágio que ele fixava como comissão para quem estivesse interessado em se associar ao partido para saquear os cofres públicos.
A revelação do elo de João Vaccari com o escândalo que produziu um terremoto no governo federal está em uma série de depoimentos prestados pelo corretor Lúcio Bolonha Funaro, considerado um dos maiores especialistas em cometer fraudes financeiras do país.
(…)
Entre 2003 e 2004, os três bancos citados pelo corretor - BMG, Rural e Santos - receberam 600 milhões de reais dos fundos de pensão controlados pelo PT. Apenas os cinco fundos sob a influência do tesoureiro aplicaram 182 milhões de reais em títulos do Rural e do BMG, os principais financiadores do mensalão, em 2004. É um volume 600% maior que o do ano anterior e 1 650% maior que o de 2002, antes de o PT chegar ao governo. As investigações da polícia revelaram que os dois bancos "emprestaram" 55 milhões de reais ao PT. É o equivalente a 14,1% do que receberam em investimentos - portanto, dentro da margem de propina que Funaro acusa o partido de cobrar (entre 6% e 15%). Mas, para os petistas, isso deve ser somente uma coincidência…
Aqui
Leia na reportagem completa detalhes das operações, como o corretor se aproximou de Vaccari, quem fez os contatos e como funcionava o esquema.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Posição sobre Irã impede Brasil de ser líder global...

Enviado para você por moisesalba através do Google Reader:



via Tuka Scaletti de Então em 11/03/10


Alessandra Corrêa
Da BBC Brasil em Washington
O congressista americano Eliot Engel, presidente do subcomitê do Hemisfério Ocidental dentro da Câmara dos Representantes (deputados) dos Estados Unidos, disse nesta quarta-feira que o Brasil não leva o programa nuclear iraniano "a sério", o que está impedindo a ascensão brasileira "como um líder global".
"O Brasil é um país que está se modernizando rapidamente e que quer obter um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU", disse Engel durante uma audiência sobre a política dos Estados Unidos para as Américas.
"Mas o fato de não levar o programa nuclear do Irã a sério está impedindo a sua ascensão como um líder global", completou.
O Brasil tem defendido o caminho do diálogo como a melhor forma de garantir que o Irã tenha o direito de produzir energia nuclear e para evitar que o país desenvolva armas atômicas, enquanto que os Estados Unidos defendem mais sanções contra Teerã.
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, esteve no Brasil em novembro e, em maio, o presidente Lula deve visitar o país asiático.
Atrito
"Estou preocupado com a falta de interesse do Brasil em novas sanções da ONU contra o Irã", disse Engel, para quem é preciso "ficar de olho" na crescente presença do Irã no continente.
"Eu fiquei profundamente decepcionado quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, em Brasília", afirmou.
Na semana passada, em visita ao Brasil, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, voltou a defender novas sanções contra o Irã como forma de pressionar o país a interromper seu programa de enriquecimento de urânio e disse que a comunidade internacional deveria se pronunciar "em uníssono" sobre o assunto.
"Somente depois que aprovarmos as sanções no Conselho de Segurança da ONU o Irã irá negociar de boa-fé", afirmou.
Os Estados Unidos e outros países temem que Teerã esteja secretamente tentando desenvolver armas nucleares.
O governo iraniano nega as alegações e afirma que seu programa nuclear tem fins pacíficos.


Coisas que você pode fazer a partir daqui:

segunda-feira, 1 de março de 2010

Respostas ao Sen. Mercadante

Democracia sim, ditadura do proletariado não. Ninguém colocará vermelho em nossa bandeira.

RESPOSTA AO DISCURSO DO MERCADANTE (18/02/10) *Repasso os comentários atribuídos ao Gen. Ednardo sobre o discurso do Mercadante do PT, pronunciado em 18 fev 2010, por ocasião dos 30 anos do partido dos petralhas ladrões. Quem fala o que quer, ou melhor, quem mente o que quer, tem que ouvir o que não quer. O Gen Ednardo foi colega do pai de Mercadante (Gen. Oliva) e não esperava um pronunciamento tão mentiroso. * Estimado Sen. Mercadante: Que belo discurso dos 30 míseros anos do PT meu Senador. Como paulista fico arrepiado e com a certeza de que nunca mais vou votar no senhor. Quanta mentira em seu discurso. Será que o Sr. pensa que somos bobos? Porque o Sr. não disse que o lulla comprou todos os títulos que lhe foram auferidos pelos jornais comunistóides da Europa? O Sr. que é economista não disse nada do tamanho da dívida interna de nosso país, que estava em 600 bilhões em 2003 e agora chega a 1 trilhão e 600bilhões, além de o PT ficar alardeando que pagou a dívida externa para o FMI,ou seja e os outros 300 bilhões devidos a outros órgãos foram perdoados? Liberdade total de imprensa: outra grande mentira. Onde está Borys Casoy? Basta alguém falar mal de vocês que são demitidos imediatamente. Agora a maior mentira é essa de 80% de aprovação do apedeuta? Tudo mentira! Ele não tem nem 30% e o que tem é somente das bolsas-esmola. Lembra da mega vaia do Maracanã, por ocasião da abertura dos jogos Panamericanos? Curioso que o Sr. não falou nada do aparelhamento do estado pelos petralhas. Não falou da instituição da corrupção... No tocante à política internacional o Sr. não falou nada: o fiasco Chávez, o tapa na cara que levaram da pequena, porém aguerrida HONDURAS e agora essa trapalhada com o Iran, sem contar outros equívocos como o perdão de dívidas de inúmeros países africanos e americanos e a aceitação do roubo da Bolívia de nossas refinarias, ou seja, confundem ideologia com política internacional. O Brasil está totalmente desmoralizado lá fora. O Brasil não é do seu partido e vocês vão ser responsabilizados por todos esses erros primários... Ou seja, seu discurso só teve falácias e mentiras, o que é muito triste para todos nós brasileiros. E o III PNDH: Isso é a constituição da União Soviética meu caro Senador.Aonde querem chegar? Tentem implantar o comunismo aqui na marra, que vão acordar os militares de novo e eu como povo e pagador de impostos, vou pedir que eles atuem novamente para extirpar essa corja de comunas de nosso país. Guarde bem e fale para os petistas: COMUNISMO É CONTRA A ÍNDOLE DO POVO BRASILEIRO, aliás, veja o que W. Churchill falou a respeito: *O socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente é a distribuição equitativa da miséria.(Winston Churchill)*
Assim, encerro, esperando que o Sr. seja mais autêntico nos próximos discursos, pois já estamos fartos de tanta mentira. O governo do PT foi um desastre para o nosso país em todos os sentidos e poderá afundar até o seu final, isto é, se lulla resolver virar a mesa quando a Dilma perder as eleições em outubro.
(Gen. Ednardo)

Quem foi “Diógenes do PT"?

Diógenes José Carvalho de Oliveira ficou conhecido em 2002 como o “Diógenes do PT“


Recentemente, o criminoso pluriomicida Diógenes recebeu uma indenização de aproximadamente US$ 200 mil do governo, como ex-prisioneiro político e pensão de 4.500 reais mensais. Orlando Lovecchio Filho, um inocente que ficou aleijado (perna amputada traumaticamente) jamais recebeu um centavo.

Marco Antônio Braz de Carvalho: Também conhecido como Marquito. Foi quem desferiu, no indefeso moribundo já atingido por vários tiros, a rajada com uma metralhadora INA.
Pedro Lobo de Oliveira: Motorista e observador. Ficou no automóvel, enquanto Diógenes do PT e Marquito assassinavam o capitão, na porta de sua casa, diante da mulher e dos filhos.
Como aconteceu e mais fotos de Chandler morto em seu automóvel.
Dia das Crianças. Naquela manhã da primavera de 12 de outubro de 1968, às 8hs e 15min, seus filhos Luane e Todd de 3 anos, Jeffrey com 4 e Darryl com 9 perdiam o pai, que saía de casa na rua Petrópolis para mais uma aula na Escola de Sociologia e Política.
Em 1968, as ações de guerrilha urbana perdiam-se no anonimato de seus autores e, muitas vezes, eram, até, confundidas com as atividades de simples marginais. De acordo com os dirigentes de algumas organizações militaristas, já havia chegado o momento certo para a população tomar conhecimento da chamada luta armada revolucionária em curso, o que poderia ser feito através de uma ação que repercutisse no Brasil e no exterior.
Em setembro, Marco Antônio Braz de Carvalho, o “Marquito”, homem de confiança de Carlos Marighela – que dirigia o Agrupamento Comunista de São Paulo (AC/SP), futura Ação Libertadora Nacional (ALN) -, e que fazia a ligação com a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR, grupo integrado também por Dilma, também conhecida por Esmeralda), levou para Onofre Pinto (“Augusto”; “Ribeiro”; “Ari”; “Bira”; “Biro”), então coordenador geral da VPR, a possibilidade de realizar uma ação de “justiçamento”

Leia mais, clique "aqui".
Fonte: "O Partido"

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