Páginas

Mostrando postagens com marcador Liberdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liberdade. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de maio de 2012

A embromação da Carta Capital e da Record

por Flavio Morgenstern

“Jornalismo é publicar algo que alguém não quer que seja publicado.
Todo o resto é publicidade.”
George Orwell

A Carta Capital publicou na capa dessa semana uma capa fictícia da revista Veja (uma capa dentro da capa), com uma foto de Roberto Civita, atual presidente da editora Abril, e a chamada: “O Nosso Murdoch”. A provocação tenta igualar Roberto Civita a Rupert Murdoch, que fechou um jornal no Reino Unido, o News of the World, após um escândalo revelar que o tablóide fazia escutas ilegais de políticos, celebridades e cidadãos comuns.
O assunto da Carta Capital é a Veja. A revista de Mino Carta apenas saiu do armário e admitiu que não tem muito mais do que falar. Ou alguém se lembra de algum escândalo que tenha sido descoberto pelo jornalismo investigativo da Carta Capital? Algum caso de corrupção flagrado por ela? Algum ministro derrubado?

Não é a primeira vez em que isso ocorre. Quando o escândalo dos aloprados veio à tona, todas as revistas cuidaram de publicá-lo na primeira página. Carta Capital, temendo ficar mal com seus asseclas, esperou, e publicou uma capa em que afirmava que o segundo turno das eleições havia sido produzido por uma “farsa” entre a tríada satânica, responsável por todos os males do mundo: o PSDB, a Veja e a Globo. Todo o busílis foi baseado no fato de que, quando o escândalo vazou, havia um carro do PSDB na frente do hotel antes mesmo de a imprensa lá chegar. É com esse tipo de “fato” que a Carta Capital faz “denúncia”.

A tática funciona. Ninguém, absolutamente ninguém no mundo lê Carta Capital para se informar, e sim para acreditar que não precisa se informar na imprensa maior de idade. A revista é apenas lida para se confirmar o que já se pensa. Seu público é de petistas e esquerdistas de quilates mais violentos. A revista, incapaz de produzir uma denúncia, cega aos trambiques de Brasília ou de qualquer lugar do país e do mundo, muda quanto a qualquer desvio de conduta do PT, funciona apenas para aqueles que querem continuar acreditando na ideologia iluminada da esquerda, e que não podem ler qualquer jornal sem o alto risco de não conseguir mais sustentar a crença na competência e honestidade vermelha.

Suas relações com o governo são desabridas. Suas páginas têm um percentual altíssimo de propaganda estatal – percentual absurdamente maior do que o que há em qualquer outra revista. Uma propaganda pode servir para apresentar um produto novo (as vendas do SWU dos pôneis no ano passado valem um curso de marketing), para vendê-lo diretamente (como os anúncios em nossa própria página, ali do lado) ou para firmar uma marca. Como muitas das empresas estatais não têm concorrência, ou ao menos não precisam jogar regras de mercado para se preocupar com elas, não há produtos novos e nem venda direta, resta este último artifício.

Porém, por que firmar tanto a marca de uma empresa às vezes sem concorrentes – vamos supor, uma hipotética grande estatal de petróleo? Quando a propaganda não tem retorno auferível em números, e o dinheiro escorre em mão única, é de muito mais bom alvitre compreender que a empresa só está fazendo “propaganda” para financiar uma revista que lhe ajude de volta, falando bem do governo – uma espécie de Diário Oficial do Partido, com diagramação de semanal e texto mastigadinho para o leitor médio. Se a artimanha ainda soa teórica, analisemos em números: a Carta Capital possui tiragem média de 75 mil exemplares (menor do que o número de alunos da USP). A Veja possui tiragem de 1,2 milhões. Se você quer “firmar a marca” da estatal de sua preferência (mesmo aquelas sem concorrência, como a empresa de postagem e a de petróleo), em qual das duas revistas vai apresentar a marca ao povão? Nenhum leitor da Carta estranha o fato de o governo que a revista do Mino tanto elogia preferir entupir suas páginas com uma porcentagem muito maior de propaganda estatal. Nunca é demais lembrar: a Carta Capital oferecia desconto em assinatura para filiados ao PT, e a mamata só acabou por denúncia. Da Veja.

Com uma tiragem tão ínfima, é natural que ninguém, fora quem acreditará no Partidão não importa o que a realidade diga, se preocupe com suas páginas. Há também o fator psicológico: Mino Carta já trabalhou com Civita, depois preferiu o reino mais rentável de bajular os adversários da Veja. Primeiro partiu para a defesa de Orestes Quércia, depois chegou no PT e na operação “a culpa é toda da mídia golpista”. Só um psicanalista sem mais o que fazer se preocuparia com a saúde e higiene mental das páginas da Carta Capital. Ou seja, sempre sobra para nós o trabalho paleontológico e pouco higiênico de descer às crostas do jornalismo do Reino Monera.

Em coluna de Maurício Dias, após um sem número de ilações e dislates pouco substanciosos sobre a Veja (a velha tática de afirmar generalidades como prova, à guisa de “a revista sapateia as regras do jornalismo”), há um clímax que ultrapassa muito as raias do delírio. Afirmando que “a imprensa brasileira, particularmente, tem assombrosos erros históricos” (erros históricos? alguma nasceu na data errada? alguma publicou algo antes de ela própria existir?), o “prontuário inclui, entre outros, a participação na pressão que levou Vargas ao suicídio, em 1954″. Tradução: se a imprensa faz pressão sobre uma figura pública, um governante, um presidente ou um ditador, ela, a imprensa, está cometendo um erro histórico. Onde já se viu uma coisa dessas?! Liberdade de imprensa não é liberdade para fazer pressão sobre ditadores – ainda mais se estes pedem pinico. A Carta Capital usa um argumento pior do que os lunáticos da FOX News, que atribuem à “mídia golpista da Costa Leste” o escândalo que derrubou Nixon. Deixando bem claro: Nixon, um dos piores presidentes do século, estava longe de ser um ditador como Getúlio Vargas.

Antes da “bombástica” matéria de capa, também a coluna do próprio Mino Carta, que exige um grau de leitura very hard, já tasca de cara que a suposta operação abafa sobre as relações entre Cachoeira e Veja “não aconteceria nos países onde o jornalismo não se confunde com o poder e em vez de servir a este serve ao seu público”. Quem melhor do que o editor da revista que dá desconto em assinatura ao PT e coincidentemente rende loas ao governo ao lado de anúncios estatais (sem os quais provavelmente a publicação iria à bancarrota) para falar em jornalismo que se confunde com o poder? Aliás, quantas vezes a acusação genérica (e sem imputação de qualquer delito substancial) que faz vale mesmo mais à Veja do que à sua própria revista? – Quantas vezes a Veja trocou uma defesa cega do governo em troca de algo vindo do governo? A crítica não é, justamente, que a revista da Abril nunca é amiga do governo – é a “mídia golpista” par excellence?

Mino também afirma que “a corporação é o próprio poder” (interpretem aí), “de sorte a entender liberdade de imprensa como a sua liberdade de publicar o que bem lhe aprouver. A distorcer, a inventar, a omitir, a mentir”. Descontando a velha ojeriza pela liberdade de imprensa dos outros, é o tipo de acusação que faz leitores da Carta Capital jurarem que provaram que sua nêmesis “distorceu, inventou, omitiu e mentiu”, sem apontar uma única linha que comprove o fato.

Ao marcar cada frase da reportagem principal passível de discussão em caneta vermelha, as páginas ficam mais vermelhas do que o jornal do PCO.

A tal reportagem, assinada por Cynara Menezes, afirma que “Veja serviu antes de tudo aos interesses políticofinanceiros (sic) de um grupo organizado de criminosos”. O fato é que Veja usou Cachoeira como fonte – o que denunciou a quadrilha do Ministério dos Transportes / Dnit que Dilma mesma acabou por demitir em massa. A quadrilha do Dnit era um aparelhamento de cima abaixo orquestrada por José Dirceu. Havia uma encrenca entre Dirceu e Cachoeira. Para denunciar Dirceu, Veja usou quem tinha as melhores fontes possíveis: seu arqui-inimigo. Alguém aí pensaria em fonte diferente? E por acaso, inverter a lógica também não funcionaria? Criticar Cachoeira acaso seria “servir aos interesses politicofinanceiros (bleaght) de Dirceu”? Ademais, Dirceu e Cachoeira estarem concorrendo em algo já não é vergonha demais pra um país só?

Reportagem dessa mesma semana no semanário da Abril mostra fotos de Sérgio Cabral na esbórnia em hotéis caríssimos de Paris com Fernando Cavendish, presidente da construtora Delta, atolada, pode-se dizer literalmente, nas obras superfaturadas que forneceram o mar de dinheiro sujo que gerou todo o atual escândalo. As fotos foram publicadas no blog de Anthony Garotinho e de César Maia, ambos inimigos entre si, mas também inimigos de Sérgio Cabral na velha disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Acaso Veja estaria “servindo antes de tudo aos interesses políticofinanceiros (sic)” de Garotinho e Maia? Devemos ignorar as fotos graças às fontes? Será que Carta Capital teria coragem de, ao invés de informar uma generalidade, com todas as fontes “melhores” que possui e o jornalismo investigativo de maior qualidade que julga praticar, afirmar claramente qual crime arrolado no Código Penal a revista Veja teria cometido? Tim Lopes, se sobrevivesse, deveria então ser investigado por uma CPI?

Seguem-se três longos parágrafos (cerca de 40% das primeiras 2 páginas de 5) de ilações sobre Rupert Murdoch. É uma comparação tão infundada que ultrapassa os limites da boa-fé. Murdoch praticou escutas ilegais. Veja tinha uma fonte que cagüetou falcatruas de um inimigo. Nenhuma atitude minimamente similar, que dirá qualquer crime, para haver tanta vontade de pechar Civita como “o nosso Murdoch”. Os que adoram criticar a Veja, por sinal, não se furtam a pegar opiniões de gente muy amiga dos chefões das falcatruas inimigas. Quantas vezes por aí você viu Luis Nassif, Vladimir Safatle, Paulo Henrique Amorim et caterva lado a lado a José Dirceu, em evento com dinheiro público, onde todos falam, justamente, sobre mídia? Quem pode dizer que “Nassif, Safatle e Paulo Henrique Amorim servem antes de tudo aos interesses politicofinanceiros de José Dirceu”? E não soa, assim, até crível tal hipótese?

A própria reportagem dá ensejo a tal idéia logo após. Os encontros de José Dirceu, ex-ministro todo poderoso apeado do cargo por ser considerado o “chefe da quadrilha” pelo Procurador Geral da República, aparece como vítima da “parceria Veja-Cachoeira”, quando Dirceu dá queixa na polícia após um repórter da revista tentar entrar no apartamento em que se hospedava em um hotel de Brasília.

A defesa do “chefe da quadrilha”, ao invés de mostrar alguma prova de algo, é prestar uma queixa contra um repórter meio atrapalhado? A reportagem ainda questiona: “qual a relevância da divulgação de encontros feitos à luz do dia em um local público da capital federal?” Ora, um hotel não é um local público, ou Dirceu não poderia dar queixa. E que relevância tem um ex-ministro envolvido em denúncias que somam 111 anos de prisão fazer encontros com o presidente da Petrobras, o ministro do Comércio Exterior, além de deputados do porte de Vaccarezza e senadores (dois do PSDB, pra quem acredita que é uma disputa partidária em jogo)? Não há nada de estranho nisso? Não há nada a estranhar de Dirceu ter sido contratado pela Delta como uma assessor empresarial da única empresa do ramo inteiramente baseada em contratos públicos? Aliás, da principal empresa do PAC, defendido tão aguerridamente pela Carta Capital?

Diz a Carta: “Cachoeira afirma que ‘arrumou uma fita’ para o repórter, mas não especifica como”. Fala que a “intimidade” do contraventor com o diretor da Veja Policarpo Jr. é “inegável”, pois o bicheiro em uma gravação o chama de “Poli”. Humm. Ouvindo a gravação por inteiro, vê-se que é Cláudio Abreu, executivo da Delta, quem fala sobre o “PJ”, e Cachoeira sequer entende de quem Abreu estava falando. A Record acredita que isso é um “apelido íntimo” que Policarpo ganhou… de Cachoeira.

Intimidade inegável? Pode até ser que houve intimidade, mas se isso é prova de intimidade, não quero imaginar quantos amigos íntimos tenho pela quantidade de pessoas que abreviam meu sobrenome. Por sinal, até a própria Carta admite que aVeja publicou em suas próprias páginas conversas de seu repórter com Cachoeira. Alguém que praticaria “toma lá dá cá” faria o mesmo?

Para a Carta, isso foi um “toma lá dá cá”. Misteriosamente, não houve menção nem na Carta Capital, nem na reportagem orquestrada por Paulo Henrique Amorim na Record, da reclamação de Cachoeira pela falta de contrapartida de Policarpo pelos favores que lhe prestou (embora tanto a revista de Mino quanto a Record não parem de repetir uma tal “troca de favores”). Como era mesmo o papo sobre “distorcer, inventar, omitir, mentir”?

Há informações completamente desconexas e sem provas, como Cachoeira “utilizar” a Veja para “promover” Demóstenes Torres. Se até a cúpula do PT acreditava na lisura de Demóstenes, qual a prova de que só a toda-poderosa Veja conseguiu passar sozinha tal imagem do senador? Que prova tem de que “a revista sabia das relações carnais (sic) de um senador com um contraventor, e não só não o denunciou, como o promoveu constantemente”? A primeira ligação de Demóstenes com Cachoeira surgiu, justamente, na Veja: mais especificamente no blog de Ricardo Setti. Ou foi o jornalismo investigativo politicamente correto da Carta Capital que descobriu alguma coisa?

Ultrapassa portanto o ápice do ridículo ler Carta Capital reclamando de “‘denúncias’ sem comprovação” (aspas do original), de “buscar o contraditório” (vão oferecer desconto em assinatura para filiados ao PSDB também?) e de fontes com “problemas legais” (e defender a teoria conspiratória da “farsa que levou ao segundo turno” em 2006 ao mesmo tempo). É apenas uma aleivosia que só converte os já convertidos, uma retórica malemolente que acha que citar Merval Pereira, que esmirilha de cabo a rabo tal acusação, e chamá-lo de “funcionário dos Marinho” depois é prova suficiente de que Merval está errado. Mas o mais divertido foi ver uma reclamação de “falta de capas” da Veja sobre o escândalo (embora tenha havido duas, e chamadas de capa em todas as últimas sete edições), no mesmo fim de semana em que a Veja publica uma curiosa capa desenhada (e, portanto, bem pensada e demorada) incriminando toda a turma de Cachoeira, situação e oposição, todos naufragando no mesmo barco. Quer dizer, alguns já sem barco.
Flavio Morgenstern é redator, tradutor e analista de mídia. Está tentando ligar pro Cachoeira, mas o Nextel tá dando ocupado. No Twitter, @flaviomorgenFonte: Implicante

moisesalba | Dicas em Pelotas | Táxi 041
Táxi, chame: (53) 8406.1744
Carro com Ar-Condicionado e preços especiais para viagens.

sábado, 2 de abril de 2011

Seu direito também termina onde começa a minha liberdade

via Contra a Correnteza de mvsmotta em 01/04/11

O maior problema do sujeito ignorante não é pensar um monte de idiotices, mas acreditar que aquelas iditices são verdades incontestáveis.

E o Brasil é um verdadeiro produtor em série de ignorantes, idiotices e platitudes.

Aqui se confunde notoriedade com notório saber, o que faz com que a população pare para ouvir tudo o que o Caetano Veloso, o Chico Buarque ou a Preta Gil têm a dizer.

Não afirmo que esses três notórios brasileiros só digam bobagens (na verdade dizem bobagens na mesma proporção da maioria), apenas que muita gente vai pedir opinião a eles sobre assuntos sobre os quais eles não fazem a menor idéia do que vão dizer.

Você não vai pedir informações sobre neurocirurgia para o seu padeiro, assim como ninguém em sã consciência vai se importar sobre o que o Ronaldinho Gaúcho pensa sobre o conflito na Chechênia (se é que ele saiba que Chechênia não é o que as mulheres mostram na Playboy).

Da mesma forma, não entendo como alguém pode pedir que a Preta Gil vá procurar o deputado Jair Bolsonaro para perguntar o que ele acha sobre negros, gays ou direitos civis.

Primeiro porque qualquer um com mais de dois neurônios e que acompanhe a política brasileira sabe perfeitamente o que o Jair Bolsonaro pensa sobre gays.

Depois porque não vejo nenhuma qualificação na Preta Gil - se é que ela tem alguma além de ser filha do ex-ministro - para ir a um programa de humor interpelar um deputado sobre um assunto em que sua opinião é notória, e depois se sinta ofendida com a resposta.

Para quem estava imune à polêmica até aqui, ela perguntou o que ele faria se seu filho se apaixonasse por uma negra (ele entendeu que a pergunta era sobre um gay) e escutou o deputado dizer que "não tinha filhos promíscuos".

A filha do Gilberto se ofendeu e declarou no Twitter que iria processrar o deputado "não só por mim, mas por todos os negros e gays do país". Infelizmente esqueceu de dizer que a promoção pessoal que recebeu com isso também seria muito bem vinda.

Ainda que falasse de negros, não vejo crime na declaração do deputado. Você não deve proibir a entrada de negros em lugar algum só pelo fato de serem negros. Nem tratá-los diferenciadamente, negar-lhes direitos e impor-lhes sanções só por causa da cor da sua pele.

Mas nada no mundo obriga alguém a gostar de negros. Se isso é uma degeneração moral, uma deficiência educacional ou mesmo um problema que torna a pessoa abjeta aos olhos dos outros, ainda assim é um direito da pessoa e ela deve poder declarar isso sem que haja um xilique coletivo.

O Brasil virou este estado neurótico e cerceador justamente por proibir liberdades para garantir direitos. É como fazer sexo para preservar a virgindade.

Volto a dizer: ninguém tem permissão para cercear direitos dos negros, mas ninguém deve ser obrigado a gostar de negros e muito menos a manter essa opinião (ridícula, na minha concepção) em segredo.

O problema é que no Brasil todo indivíduo é livre desde que utilize a sua liberdade para abanar a cabeça bovinamente, babando e concordando com a manada. E o mais grave é que este espírito bovino começa a se infiltrar nas leis e instituições do país.

O Conselho de Ética vai se reunir para tentar punir o deputado Bolsonaro, mas a turma do Mensalão está lá, incólume.

Agora a nova batalha é para criminalizar quem não gosta de gays. Ora, gays são cidadãos como qualquer outro e tem seus direitos garantidos na Constituição. Para qualquer violação destes direitos, existem as leis que punem o agresssor, que igualmente valem para todos.

Leis específicas para gays, como querem os "movimentos sociais", criam uma espécie de classe especial de cidadão.

E o que vale para negros, vale para gays, para brancos, japoneses e torcedores do Palmeiras: ninguém é obrigado a gostar deles e nem deve ser impedido de dizer isso. O que não pode - e aí o Estado deve intervir com toda sua força - é que essas pessoas sejam vilipendiadas em seus direitos por conta da antipatia de outro.
E direito constitucional não é a "sua garantia sagrada a não ouvir o que não gosta", como a brasileirada pensa. Direito é a vida, a propriedade, as oportunidades iguais, a liberdade.

Não existe meia liberdade, e se é verdade que ela termina onde começa o direito dos outros, também é verdade que estes direitos terminam onde começa a liberdade alheia.

Para todas as deformações nesta relação, existem os Códigos Civil e Penal.

Finalizando, ainda que não ache que seja obrigado a esclarecer isso, não tenho nada contra negros ou gays, mas tenho tudo contra essa institucionalização oportunista que transformou a cor da pele e o "cu" em sindicato.

dicas em pelotas | moisesalbaTEC
Táxi, chame: 53-84061744 ou 53-84388960
Carro com Ar-Condicionado e preços especiais para viagens.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

TESTE PARA A LIBERDADE DE IMPRENSA

EDITORIAL - O GLOBO - 26/10/2010
São conhecidos os ingredientes do kit de inspiração bolivariano-chavista de cerceamento das liberdades de expressão e, em particular, de imprensa.
 Nos mais diversos estágios, o kit é aplicado no Equador, Bolívia e Argentina. No seu lugar de origem, a Venezuela, foi fácil instituir normas restritivas ao trabalho da imprensa depois que a oposição, num enorme equívoco, decidiu não disputar as eleições legislativas de 2005, e permitiu ao caudilho Hugo Chávez controlar o Legislativo. Manietar a Justiça terminou sendo uma decorrência natural.
No Brasil, a primeira parte do método de instituição de mecanismos estatais de vigilância da imprensa independente, profissional, já foi aplicada, na forma da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom) — como em outros países —, na qual teatralizou-se a participação da “sociedade” em reuniões regionais para o recolhimento de sugestões de normas de “controle social da mídia”. Na verda de, toda esta mobilização, executada sob os auspícios do Planalto, serviu para que militantes variados — sindicais, partidários, de organizações ditas sociais — defendessem conhecidas teses usadas para justificar a censura sobre a imprensa e a produção cultural, sempre em nome da “democracia”.
Na Argentina, por exemplo, saiu dessas rodadas de “consulta popular” a famigerada Lei de Meios, inspirada pela Casa Rosada com o objetivo de destruir a estrutura empresarial dos dois mais fortes grupos independentes de comunicação do país, “Clarín” e “Nación”. Sob a justificativa de se reduzir a concentração de propriedade na mídia, investe-se contra a diversificação dos grupos, forçando-os a vender canais de TV e rádio, eficiente maneira de restringir a multiplicidade de anunciantes das empresas, razão direta de sua independência.
Quanto menos diversificados os grupos, entre as diversas plataformas de difusão de informações, mais dependentes de verbas públicas — e menos livres. Parte da lei já foi suspensa na Justiça.
A novidade no Brasil é a adoção de sugestões da tal Confecom em alguns estados. Na semana passada, de autoria de uma deputada estadual do PT, Rachel Marques, a Assembleia Legislativa do Ceará aprovou projeto de criação de um conselho, ligado à Casa Civil do governo, para fiscalizar a imprensa, nos moldes da Confecom. Cabe ao governador Cid Gomes (PSB) decidir levar adiante, ou não, a ideia, sem dúvida inconstitucional.
Conselho idêntico está em gestação na Ba-hia estado governado pelo petista Jaques Wagner, reeleito no dia 31. Sua Secretaria de Comunicação, porém, garante não haver intenção de amordaçar a imprensa. (Ora, basta manter a proposta na gaveta). Até em Alagoas, estado tucano, em que o governador Teotônio Villela disputará o segundo turno com Ronaldo Lessa (PDT), existe algo semelhante.
Nem São Paulo escapa: lá também há um projeto em tramitação.
Embora de total fragilidade jurídica, estas investidas regionais são um desafio ao próximo presidente, seja ele Dilma Rousseff ou José Serra, defensores declarados da independência da imprensa, subscritores da Declaração de Chapultepec, carta de princípios em defesa da liberdade de imprensa aprovada por representantes do setor de comunicações das Américas. Os dois sabem que uma das mais importantes missões do jornalismo é fiscalizar as ações do Executivo e do Legislativo.
Portanto, não pode ser controlado por eles.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

ESTRATÉGIA DE LARANJAS IMPLANTA A CENSURA NO BRASIL

Projeto de controle social da mídia foi aprovado no Ceará. 

O texto do projétil é da laranja petista Rachel Marques e foi inspirado na Conferência Nacional de Comunicação - Confecom, realizada em Brasília pelo porta-recado Franklin Martins, a mando de Lula e aprovação de Dilma, com o dinheiro público - como é do feitio dessa pandilha de sevandijas. Já começou a acontecer o que vinha sendo ameaçado há bom tempo por Lula e seus sequazes. A Assembleia Legislativa do Ceará acaba de aprovar - foi nessa última terça-feira - a criação de um conselho de controle social da mídia, arrepio à liberdade de pensamento e expressão que Dilma, nos seus programas enlatados de TV tem dito que não vai implantar. Pois na terça-feira, por unanimidade, os deputados estaduais cearenses votaram a favor do projeto de indicação da mulher-laranja Rachel Marques, deputada do PT que cria o Conselho Estadual de Comunicação Social. O furúnculo ditatorial será formado por 25 membros (!) do setor público e da sociedade civil. Escolhidos a dedo para enfiar em quem quer que seja que não seja fruto do mar ou do seu pomar. A regulamentação - que ignora o Código Penal brasileiro que já pune os excessos da liberdade de expressão que cheguem à calúnia, injúria ou difamação - terá de ser promulgada pelo Poder Executivo... lá no Ceará pelo governador coalizado Cid Gomes. El Cid foi foi reeleito com o apoio do PT e hoje é um dos coordenadores da campanha da postulante petista Dilma Paz e Amor, lá no Nordeste. Então, você já sabe, é assim mesmo que a coisa vai funcionar. Já se sabia que Lula não descansaria enquanto não aplicasse a censura à imprensa e a todos os jornalistas que lhe causam azia. A estratégia posta agora em prática é a mesma que foi usada o tempo todo para consolidar o poder nas mãos do governante de plantão, desde que ele seja petista: "coalizão pela governabilidade". 
Quer dizer, comendo pelas beiradas; terceirizando as tarefas das más intenções; usando laranjas para vender o peixe. O que causa impacto e revolta a uma democracia inteira, vai sendo aplicado em doses regulares, sucessivas, em cadeia, na surdina, como se fosse um remedinho contra a gripe e não uma overdose mortal no espírito de liberdade de uma nação. Essa laranja madura, caindo de podre do PT que, propositadamente, mete os pés pelas mãos deu início ao efeito cascata; a coisa vai andar tipo queda de dominó: logo vem aí um outro deputado coalizado - pode ser produto alaranjado in natura do Oiapóque ao Chuí - e enfia um projeto similar, com base numa conferência de calhordas que só tem valor para quem tá nem aí para o custo do dinheiro público que é jogado fora... quer dizer, nas gavetas das Casas Civís e nos balaios dessa grande feira calamar a que o Brasil foi reduzido.


TOMANDO UMAS QUE OUTRAS...

Não, não é nada disso que você está pensando. Hoje, na democrcia Da Silva, tomar umas que outras, não é o mesmo que fazer aquilo que o presidente e seus companheiros bons e batutas fazem. Tomar umas que outras é levar na cabeça à toda hora e ainda achar que merece mais. Então tome aí umas que outras nesse último domingão antes das eleições...

CARA DURA
O comando da campanha da Dilma aplica o Projeto Lampião: mata o cabra da peste e vai chorar no velório. Tem sido assim, manda atacar e diz que é atacado. Joga bolinha e fita crepe só para levar saquinho pela cabeça...

CADÊ AS PROVAS?!?
Dilma nega, com plena convicção, as declarações do secretário nacional de Justiça, Pedro Abramovay, (foto: Seplan/gov) de que estava cansado dos constantes pedidos dela e de Gilberto Carvalho para produzir dossiês. Ela "repudia" e quer provas. O goleiro Bruno e Mizael Bispo também repudiam as acusações que lhe são feitas e querem provas. Cadê as provas, cadê?!?

IGUAIS
E Cesare Battisti, cadê o bandido italiano Cesare Battisti; ele ainda mora no Brasil?... Você é igualzinho ao Lula, companheiro... já esqueceu que convive com o criminoso que Genro, o Tarso que não faz falta a Lula, abrigou em Brasília e não deixa que seja extraditado. Só para lembrar, na Itália Battisti está condenado à prisão perpétua, por ter assassinado quatro pessoas.

SUPER-HERÓI
Estão anunciando para a semana que vem, um aumento em torno de 34% no preços dos combustíveis.
Se isso ocorrer, a herança desse fim de governo, vai se estender a cada alimento, a cada fatia de pão e cada pedaço de carne que chegar a sua mesa; a heranças vai se espalhar pelo preço dos remédios, do vestuário, do lazer, das viagens... Mas, não desanime. Isso pode ser mais um golpe de campanha. Espalham a notícia - do que já é inevitável - e aí vem o salvador da pátria e acaba com tudo: "Isso não vai acontecer no meu governo"! Pronto, o Pai dos Pobres estraçalha uma vez mais os "brasileiros ricos".

A OUTRA
Assim que terminar a eleição - para o bem, ou para o mal - o Brasil vai conhecer a verdadeira Dilma.

DEGLUTIÇÃO
Se tudo sair conforme os planos do partido da carona, começa dia 1° de janeiro do ano que vem mais um mandato presidencial do PMDB. Michel Temer vai engolir aquela que não o engole desde criancinha. E, a criatura pode tirar o cavalinho da chuva, o PMDB não é de repartir o poder. No máximo, vai permitir que ela continue como conselheira da PTrobras que, então, já se chamará PMDBras.

O RECADO
Já foi sussurrado ao ouvido das vaias de Lula, o brado de Guerra de Erenice: "Diga-lhe que não me tratem como lixo. Eu não sou o Delúbio". Lula ficou trocando orelhas.

IMPRENSA DOMADA
Diante do escândalo da pressão ao secretário nacional de Justiça, a imprensa domada correu logo em defesa dessa dupla do Carvalho, Dilma/Gilberto: "Em nota, Pedro Abramovay desmentiu as informações de que teria atendido a pedidos de autoridades para criar documentos"... Eta sutiãzinho safardana esse do JBvirtual! Como assim, "desmentiu informações de que teria atendido pedidos"?... Ele não desmentiu isso, ele desmentiu claramente que estava de saco cheio com Dilma e Gilberto de tanto que lhe pediram dossiês. Como assim, "pedidos de autoridades"?... Ele não se referiu a "autoridades"; ele falou por telefone grampeado com o ínclito Tuma Júnior, então seu superior hierárquico, em Dilma e Gilberto Carvalho. Como assim, "criar documentos"?... "Documentos" uma ova! Ele falou em indecência explícita: dossiês, cara; dossiês... 
RODAPÉ - Esse negócio de jornalista ter patrocínio e patrão é pior que um país ter um governante que relega o cargo de presidente para ser um reles cabo-eleitoral, mero porta-voz dos negócios de compra e venda da estrutura do Estado brasileiro, consumados ao correr desses últimos oito anos.

domingo, 26 de setembro de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

QUEM PRECISA DE CENSURA?

Dia desses, um jornalista catarinense dos bons e amigo melhor ainda me confidenciou, magoado, que estava sofrendo pressões do veículo no qual trabalha por conta de suas posições políticas. Contou-me que, durante muitos anos, exprimira suas convicções livremente, pois que eram muito semelhantes ao pensamento e a opção editorial dos mesmos veículos, dos mesmos patrões. No caminho da constatação de que as coisas mudaram e como -, um belo dia ele foi chamado a uma conversa com o editor-chefe, que, por sua vez, havia sido provocado pelo diretor comercial que, por coincidência, era filho do patriarca. Ele foi informado que o cliente privado XPTO estaria tirando a verba da publicação caso ele permanecesse com sua linha de posicionamento. Ao ouvir o relato, perguntei a mim mesmo quem precisa de uma censura governamental se já temos, entre nós, mecanismos horrorosos de opressão e intimidação, públicos e também privados, capazes de submeter inclusive aqueles que, outrora, foram formidáveis e providenciais líderes de opinião?
Até mesmo o atual governo se deu conta de que não precisa mais se preocupar com essas polêmicas trivialidades. Descobriu que é muito mais fácil ligar para a agência de propaganda, que liga para o dono do jornal, que chama o jornalista e apela para o seu bom senso. Fulano, estou com as mãos atadas e precisamos deste patrocínio, se tu continuares dando porrada, vamos perder esta receita e não poderemos mais arcar com teu polpudo salário.
Depois desta descoberta, tão vil ou ainda pior do que invasões truculentas e armadas às redações, acabou o estresse de ter de aprovar um projeto como o tal Controle Social da Mídia, proposto e retirado do programa de governo de Dilma no TSE. O repórter aquele está incomodando? Avisa o dono da TV que a concessão dele vai ser questionada, que o BNDES vai abrir uma linha exclusiva para redes que não a dele e manda tirar aquela mídia gigantesca do grupo. O repórter logo terá apenas duas opções: calar-se ou demitir-se.
O problema são os ciclos de persistência, cada vez mais frágeis e desprovidos de qualquer convicção que não se renda às eficazes baionetas econômicas. E o que eu chamo de ciclo de persistência de líderes de opinião de outrora, está com os dias contados. O empresário, dono do jornal ou da TV, mudou de opinião quanto ao capitalismo, à livre iniciativa e à soberania do mercado? Provavelmente não. Sua postura empresarial diante de uma perspectiva não só de sobrevivência, mas de crescimento, ao se aliar aos novos mandatários, esta sim, em vários casos, mudou muito. Afinal de contas, ele é um empresário e não um monge e pode, sim, fazer o que quiser com seu patrimônio. Ficará mal nesta história quem costumava trabalhar com o antigo chefe, aquele que sobreviveu e prosperou nos anos de direita e centro e que, agora, não tem como ser clicado na mesma foto com um chefe que também deseja sobreviver e prosperar em tempos de PT e sua nova ordem.
Eu disse ao meu amigo, com a sinceridade que ele sempre me mereceu, que ou ele mudava de lado ou de profissão. O Brasil não precisa mais de uma censura verde-oliva. O Brasil tem hoje uma censura capitalista, ainda mais implacável, pública e também privada, que, se por um lado não confisca computadores, assim o faz com vozes, textos, imagens.
A história da nova censura brasileira poderá ser bem pior do que a da Venezuela de Chávez e sua Globovisión.
Por Glauco Fonseca

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Danilo Gentili: "muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir"

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) está preocupado, pois entendeu que satirizar um candidato na TV gera desigualdade no processo eleitoral. Ufa! Agora os indefesos candidatos já podem respirar aliviados e se concentrarem na campanha em que, na mesma TV, durante a propaganda eleitoral gratuita, um terá 10 minutos a mais que o outro para expor suas ideias. Isso sim é democrático, igualitário e... Droga... Aqui caberia uma piada, mas não posso fazê-la. Agora é contra a lei ridicularizar o candidato. Então, lembre-se: por mais ridículo que ele seja, guarde segredo. Exemplo: Ainda que Collor ridiculamente ligue pra casa de um jornalista o ameaçando de agressão, por mais tentador que seja não mire sua lupa cômica nisso. Ele é candidato, e candidato aqui não fica exposto, fica blindado. O TSE nao é o feirante japonês que deixa a mercadoria exposta para que possamos apalpar e cheirar antes de levar. Ele é o coreano do Paraguai que a deixa na vitrine. Você não toca, não cheira. Apenas paga. Quando chegar em casa, reze antes de abrir a caixa. Danilo Gentili diz que "muito político faz chorar com a mesma matéria-prima que o humor faz rir". E a discussão se essa censura é ou não constitucional? Tenho fé que em breve teremos uma resposta sensata. Logo após eles chegarem à conclusão de outra discussão que há anos os perturbam: afinal, o fogo é ou não quente? O humorista pega a verdade e a exagera. Ao contrário do político, a verdade é imprescindivel para o sucesso de seu trabalho.. E esse é o problema. Num país onde culturalmente é bonito lucrar com a mentira, a verdade não diverte. Assusta. Indigna. Onde já se viu um coronel permitir que manguem de sua cara em sua província? Então censuremos! Por isso, recentemente, tivemos imprensa brasileira censurada, jornalista estrangeiro expulso, repórter agredida e agora, humorista amordaçado. É melhor que o Estado defina o que pode ou não ser passado para o público, assim o público continua passando o que interessa para o Estado. Aristófanes, pai da comédia antiga, exercia abertamente sua função de fazer o público rir, criticando instituições políticas e seus representantes. Se fosse brasileiro, hoje, Aristófanes não poderia realizar seu ofício.
A visão democrática do TSE está mais atrasada que a da Grécia de 400 a.C. Henri Bergson, filósofo francês, afirmou que "não há comicidade fora daquilo que é propriamente humano. Comicidade dirige-se à inteligência pura". Filosoficamente, o pessoal do TSE não é humano, nem inteligente o bastante para compreender o que foi escrito há quase um século atrás. Freud, pai da psicanálise, entendeu que "rir estrondosamente, satirizar personagens e acontecimentos fazem parte da nossa experiência cotidiana e é crucial pra nossa condição humana". Um século depois, temos uma lei que impede a manifestação do cômico num evento tão importante pra sociedade como a eleição. Psicossocialmente falando, a democracia brasileira encontra-se retardada. Estudos observam que primatas riem de boca aberta para manifestar raiva e hostilidade. A evolução preservou o instinto do riso no ser humano para que fosse a válvula de escape substituta à agressão física. A lei eleitoral quer abafar o instinto compulsivo da piada e do riso (e sabe lá Deus aonde isso vai pode explodir). Biologicamente, eles estão forçando um passo atrás na escala evolutiva. Enquanto o Brasil se orgulha de dialogar com países desenvolvidos o suficiente para que nenhuma forma de comunicação seja restrita, a gente fica aqui rindo das imitações de Silvio Santos, porque é o que se pode fazer no momento. Claro, enquanto o Silvio Santos não for candidato. Muito político faz chorar. Com a mesma matéria-prima o humorista faz rir. Para o TSE a segunda opção é uma ameaça e precisa ser contida. A liberdade de expressão aqui tem o mesmo conceito de liberdade do zoológico. Faça e fale o que quiser. Você é livre! Desde que não passe os limites da sua jaula. Não me multem, por favor. Isso não foi uma piada.
DANILO GENTILI é comediante stand-up e repórter do CQC da Band
Fonte: Folha.com

Táxi, chame: 53-84061744 ou 53-84388960
Carro com Ar-Codicionado e preços especiais para viagens.

domingo, 14 de março de 2010

Sen. Paulo Pain “EM CIMA DO MURO!…”


via Blog "Aposentado! Solte o Verbo..." de ASOV em 14/03/10
"EM CIMA DO MURO!…"
Autor: José Paulo de Resende
Email: paul88482005@gmail.com
O Exmo. Senador Paulo Paim está em cima do muro. E não é de hoje.
Faz e coloca em votação projetos importantes para os aposentados (tudo muito bem até aí ) mas não tem coragem de enfrentar o Rei LULA (seu amigo ) e outros parlamentares do PT que estão contra os seus projetos.
Infelizmente eu não posso mais acreditar em quem tanto faz para os aposentados brasileiros mas não tem coragem de sair deste Partido e ainda tece loas e mais loas ao Rei LULA e a todos que pertence ao mesmo.
Já lhe disse outro dia Exmo. Senador o senhor está queimando o seu filme. Saia deste partido o quanto antes ( O Senhor não precisa do mesmo para mais nada ) e bote para quebrar em cima de quem está prejudicando todos os aposentados brasileiros.

Cisas que você pode fazer a partir daqui:

segunda-feira, 1 de março de 2010

Respostas ao Sen. Mercadante

Democracia sim, ditadura do proletariado não. Ninguém colocará vermelho em nossa bandeira.

RESPOSTA AO DISCURSO DO MERCADANTE (18/02/10) *Repasso os comentários atribuídos ao Gen. Ednardo sobre o discurso do Mercadante do PT, pronunciado em 18 fev 2010, por ocasião dos 30 anos do partido dos petralhas ladrões. Quem fala o que quer, ou melhor, quem mente o que quer, tem que ouvir o que não quer. O Gen Ednardo foi colega do pai de Mercadante (Gen. Oliva) e não esperava um pronunciamento tão mentiroso. * Estimado Sen. Mercadante: Que belo discurso dos 30 míseros anos do PT meu Senador. Como paulista fico arrepiado e com a certeza de que nunca mais vou votar no senhor. Quanta mentira em seu discurso. Será que o Sr. pensa que somos bobos? Porque o Sr. não disse que o lulla comprou todos os títulos que lhe foram auferidos pelos jornais comunistóides da Europa? O Sr. que é economista não disse nada do tamanho da dívida interna de nosso país, que estava em 600 bilhões em 2003 e agora chega a 1 trilhão e 600bilhões, além de o PT ficar alardeando que pagou a dívida externa para o FMI,ou seja e os outros 300 bilhões devidos a outros órgãos foram perdoados? Liberdade total de imprensa: outra grande mentira. Onde está Borys Casoy? Basta alguém falar mal de vocês que são demitidos imediatamente. Agora a maior mentira é essa de 80% de aprovação do apedeuta? Tudo mentira! Ele não tem nem 30% e o que tem é somente das bolsas-esmola. Lembra da mega vaia do Maracanã, por ocasião da abertura dos jogos Panamericanos? Curioso que o Sr. não falou nada do aparelhamento do estado pelos petralhas. Não falou da instituição da corrupção... No tocante à política internacional o Sr. não falou nada: o fiasco Chávez, o tapa na cara que levaram da pequena, porém aguerrida HONDURAS e agora essa trapalhada com o Iran, sem contar outros equívocos como o perdão de dívidas de inúmeros países africanos e americanos e a aceitação do roubo da Bolívia de nossas refinarias, ou seja, confundem ideologia com política internacional. O Brasil está totalmente desmoralizado lá fora. O Brasil não é do seu partido e vocês vão ser responsabilizados por todos esses erros primários... Ou seja, seu discurso só teve falácias e mentiras, o que é muito triste para todos nós brasileiros. E o III PNDH: Isso é a constituição da União Soviética meu caro Senador.Aonde querem chegar? Tentem implantar o comunismo aqui na marra, que vão acordar os militares de novo e eu como povo e pagador de impostos, vou pedir que eles atuem novamente para extirpar essa corja de comunas de nosso país. Guarde bem e fale para os petistas: COMUNISMO É CONTRA A ÍNDOLE DO POVO BRASILEIRO, aliás, veja o que W. Churchill falou a respeito: *O socialismo/comunismo é uma filosofia do fracasso, o credo da ignorância e o evangelho da inveja. Sua virtude inerente é a distribuição equitativa da miséria.(Winston Churchill)*
Assim, encerro, esperando que o Sr. seja mais autêntico nos próximos discursos, pois já estamos fartos de tanta mentira. O governo do PT foi um desastre para o nosso país em todos os sentidos e poderá afundar até o seu final, isto é, se lulla resolver virar a mesa quando a Dilma perder as eleições em outubro.
(Gen. Ednardo)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Você vai votar na Dilma?

Pense bem, eleições em outubro, voce vai votar na Dilma?
Eu não voto em quem simpatiza com ditadores e foi ou fez parte de grupos terroristas que queriam o comunismo aqui. Brasil, Liberdade e Democracia!
http://www.moisesalba.com/
http://dicasempelotas.blogspot.com/
Táxi, chame: 53-84061744 ou 53-84388960
Carro com Ar-Codicionado e preços especiais para viagens.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Sr.Franklin Martins não entra nos Estados Unidos?

Os Estados Nacionais remontam a Idade Média. Nos dias atuais de maneira subliminar “paira” no ar uma alusão a destruição desta instituição que organizou socialmente as populações dando-lhes um governo, leis próprias, uma língua comum e uma base geográfica que mais que uma noção de limites de espaço,permitiu a criação do que hoje conhecemos por Nação.
Recentemente, o Sr Pedro Stedile declarou à imprensa que em face da cobrança na esfera judicial, aos bandoleiros dos Sem Terra, pelos crimes praticados durante o saque e depredações de uma fazenda da Cutrale (SP), ele recorreria “aos seus amigos do exterior”. A declaração tem no mínimo duas interpretações:
a) Os amigos do Sr Stedile são fictícios e sua declaração não passou de “blefe”.
b) Os “amigos do exterior” do Sr Stedile existem e precisamos saber que tipo de pessoas são estas que apóiam invasões e depredações de patrimônio no Brasil.
Caro Leitor, qual opção é a verdadeira?Precisa de comissão para apontar canalhas?Há uma nação virtual a amparar a esquerda?A quem interessa implodir o Brasil?
Há alguém no Brasil que discorde de que nossa vizinha Venezuela caminha para o Comunismo?O povo Brasileiro precisa despertar para a gravidade do momento em que vivemos em nosso país. Esquerdistas e donos de idéias ultrapassadas e maniqueístas trabalham para implantar no Brasil uma ditadura, algo tão anacrônico quanto os ditadores Fidel, Hugo Chaves, e o Muro de Berlim. Consoante com estas idéias requentaram o PNDH-3, o qual desencadeou fortes reações da população que percebeu o engodo. A igreja reagiu e terá que ter forças para defender suas posições, pois as investidas continuarão. Caro leitor vamos reagir aos Srs. Vanuchi e Tarso Genro agora, pois depois lhe será proibido tal e qual na Venezuela de hoje e Cuba de ontem e de hoje.
A verdade é que as ações deste governo que se diz a favor dos mais necessitados, busca tão somente “tomar o poder” e subjugar o povo com a nossa aprendiz de Ditador a Sra. DILMA ROUSSEF nos conduzindo ao apagão da história.
Atento aos interesses do BRASIL o GRUPO GUARARAPES desafia a “Trinca do Mal”0 a esclarecer o “caso Daniel do PT” e indica para começarem os trabalhos da “Comissão da Verdade” que se apure o porquê do Sr.Franklin Martins não entrar nos Estados Unidos. É um trabalho bem fácil por ele se acha bem próximo de seu gabinete Sra. Erenice Guerra. E mais, a verdade está nos jornais do Rio e São Paulo da época. Se a comissão tiver dúvidas (?) pergunte a um jornalista credenciado pelo ex- terrorista Franklin Martins ou aquilo que os jornalistas escrevem não vale nada?
Contra fatos não há argumentação contrária suficiente. Roraima está às escuras pela falta de fornecimento de energia vinda da Venezuela. Lá falta comida, e o governo desmorona. O PIB caiu e o pais está à deriva apesar de ser rico produtor de petróleo.
. Qual é a verdade?Foi mesmo a pressão que subiu ou o prestígio internacional em Davos desceu? Chamem a Comissão da Verdade, pois o dólar está a subir!
Por que Lula teme tanto perder estas eleições que não é sua? Ele teme algo? Se ele está doente então não devia ir mesmo a Davos bem como de participar de inaugurações para a sua candidata como prometeu a ponto de descumprir recomendações do TCU e dos médicos.
Não havia agenda nova a implementar em Davos porque o capital é a mola mestra da prosperidade e ele estará com os “BRICs” e não aceitaremos submetê-lo ao sabor de políticas suicidas que as esquerdas tentam impor ao mundo como na vizinha Venezuela,Bolívia Equador etc . Chega de arrogância e bancar o “novo rico” quando temos miséria na Educação, Saúde e Segurança. Concluindo.Na vida Lula nos basta saber duas coisa. Onde nasce o sol e pra onde sopram os ventos e eles sopram na direção do Brasil bastando não ir na direção errada.Viva o sol da Liberdade.

Publicada em: 23/02/2010

Estamos Vivos! Grupo Guararapes! Personalidade Jurídica sob reg. Nº 12 58 93, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza.

http://www.moisesalba.com/
http://dicasempelotas.blogspot.com/
Táxi, chame: 53-84061744 ou 53-84388960
Carro com Ar-Codicionado e preços especiais para viagens.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Essa é a Dilma Rousseff, e isso é o PT!


O PT, aquele partido que arquitetou o maior esquema de corrupção da história do Brasil, oficializou ontem aquilo que todos já sabem - exceto o TSE, que finge não ver: Dilma Rousseff será a candidata do governo à sucessão de Lula.
Nem vou me deter falando das ideias estatizantes e filosocialistas da ex-terrorista e ex-sequestradora. Isso, acreditem, se tornou coisa pouca. O mais importante, creio, é tentar mostrar a todos quais são os heróis de Dilma. Quem são as figuras que a inspiram e que ajudaram a moldar o caráter daquela que pode se tornar a primeira mulher a presidir o Brasil.
Em seu longo discurso, Dilma disse, por exemplo, o seguinte:
Permitam-me recordar três companheiros que se foram na flor da idade.
Carlos Alberto Soares de Freitas.
Beto, você ia adorar estar aqui conosco.
Maria Auxiliadora Lara Barcelos.
Dodora, você está aqui no meu coração. Mas também aqui entre nós todos.
 Iara Iavelberg.
Iara, que falta fazem guerreiras como você.
O exemplo deles me dá força para assumir esse imenso compromisso.
Os leitores talvez não saibam que são as distintas pessoas arroladas acima. Eu os ajudo a descobrir:
Carlos Alberto, conhecido como Beto, foi um terrorista como Dilma. Fez parte, assim como a atual candidata do PT, de grupos bandoleiros como Colina, Vanguarda Popular Revolucionária e VAR-Palmares. Dilma, que de bandido entende bem mais do que este vosso criado, afirmou que o - como é mesmo? - "companheiro de armas" adoraria estar lá, prestigiando o nascimento (oficial) da candidatura petista. Bem, eu duvido... O tal Beto, como todo terrorista vagabundo, não leva lá muito a sério esse negócio de eleição democrática. Pra ele, a democracia é só mais uma "invenção burguesa", que precisaria ser suprimida pela revolução.
O mesmo discurso vale para Maria Auxiliadora, a Dodora. Este, aliás, era um dos apelidos que a meliante costumava usar dentro das organizações terroristas de extrema esquerda da época. Para ser mais específico, a sujeita atuou abertamente dentro da VAR-Palmares, junto com Dilma e com o tal Beto. Era mais uma dessas "humanistas do assassinato", sempre disposta a sacrificar milhões de pessoas em nome de um amanhã glorioso.
Iara Iavelberg foi namorada de Carlos Lamarca. E isso, de per si, já bastaria para dar uma noção do caráter dela... E, sim! Eu realmente acredito que quem aceita se render a convescotes com um terrorista não possui muito crédito moral. A moça também atuou ativamente na VPR e no MR-8, dois dos mais sanguinários antros terroristas que a extrema esquerda já criou. Desnecessário dizer que ela também não dava a menor pelota para as urnas. O negócio dessa gente sempre foi a morte, a miséria e o terror.
Não deixa de ser sintomático ver quais nomes surgem na mente de Dilma no dia em que ela se torna a candidata oficial do governo Lula. Confesso que faria uma análise com a ministra, a fim de descobrir que tipo de sociopatia permite a um indivíduo correlacionar uma eleição democrática - como a deste ano - com um passado sanguinário de sabotagem da ordem democrática. Mas talvez Dilma nem veja nada de estranho nisso... Vocês sabem: essa coisa de rejeitar o terror é própria da "nossa moral burguesa"... A deles, é sabido, é muito mais nobre. São "bandidos com pedigree", pois cometem atrocidades para o nosso bem. Para salvar o mundo da opressão capitalista...
Eu ainda acredito que o povo brasileiro, uma vez confrontado com tais escolhas morais, rejeitaria Dilma imediatamente. Sei perfeitamente que o discurso ideológico está fora de moda no Brasil, mas considero isso um erro. A nossa sociedade é majoritariamente "conservadora" e, vocês sabem, ser conservador se tornou sinônimo de condenar o terror... Vai ver que isso aconteceu porque os pogreçistas decidiram abraçá-lo...
No mais, caso o que vai acima não sirva para tirar uns votos de Dilma, sempre é possível lembrar que ela e sua turma pretendem acabar com Jack Bauer e com o Dr. House. E isso nós não podemos permitir!
Postado por Yashá Gallazzi - domingo, 21 de fevereiro de 2010


http://www.moisesalba.com/
http://dicasempelotas.blogspot.com/
Táxi, chame: 53-84061744 ou 53-84388960
Carro com Ar-Codicionado e preços especiais para viagens.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

O Estado é o mercado - Ricardo Noblat: O Globo

Artigo no Blog  Ricardo Noblat
 Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)
As Diretrizes para o Programa de Governo, que o PT discute no seu 4º Congresso Nacional, revigora o provecto dilema entre o mercado e o Estado.
Sobre o primeiro, responde o período político anterior a Lula, que envergou “as teses conservadoras e neoliberais” responsáveis por conduzir o Brasil à estagnação interna e ao menoscabo da sua importância global.
Já o segundo operou “a grande transformação” com crescimento vigoroso a partir de um “projeto de desenvolvimento democrático popular”, que nos trouxe o futuro, também conhecido como Dilma.
Até chegar ao texto final do documento, o PT ocupou grande espaço na mídia sobre a guinada estatizante que pretende imprimir caso consiga manter a hegemonia de poder.
De fato, o tal programa não deixa dúvida de que a intenção é de operar o modelo socialista do Estado-patrão.
Embora não mencione a palavra reestatização, as metas petistas preveem a intervenção pública em todos os setores da sociedade e da economia.
Da navegação de cabotagem à socialização dos bens culturais como a construção de cinemas; da transposição do Rio São Francisco à fabricação de medicamentos; da edificação de silos para armazenagem de grãos a linhas de metrô; da nacionalização da exploração e da produção de petróleo, via pré-sal, à “consolidação do paradigma de desenvolvimento da Amazônia.”
Há ainda coisas poucos compreensíveis como o “aprofundamento da transversalidade das políticas de direitos humanos” e o “aumento da produtividade sistêmica” do setor de infraestrutura, que poderão ser traduzidas em audiência com o assessor Marco Aurélio Garcia, quando for convocado para explicar os planos de futuro para o controle estatal dos meios de comunicação.
Naturalmente que não me causa temor a proposta do PT de reconstruir a economia de Estado. Isto é balela ideológica de influência bolivariana e não tem consideração prática.
O que realmente o PT está a dizer aos militantes é que o pós-Lula, com a ascensão de Dilma, vai significar a participação majoritária do partido na composição societária do Estado. A base aliada que se cuide.
Tem natureza extremamente hipócrita essa discussão sobre o mercado profano e o Estado sagrado. Para os petistas, o Estado é o mercado no sentido estrito do balcão de negócios, onde eles manipulam os contratos administrativos, que por sua vez são a razão de existir de grande parte do capitalismo brasileiro.
A leitura da proposta estatizante do PT deve ser no sentido de compreender que o futuro vai significar para eles hegemonia dos processos licitatórios e a manipulação completa dos seus trâmites para obtenção de maior rendimento das sinecuras burocráticas.
Vão dizer ao pessoal do movimento social de base que pode ir às compras pois o futuro está garantido na forma de repasses magnânimos.
“A grande transformação” de que fala o PT diz respeito à expansão das práticas do tráfico de influência, do domínio dos fundos de pensão e do aparelhamento integral do serviço público para que o gozo e a fruição das vantagens do poder sejam levadas ao exaurimento.
Há um entendimento de setores do lulismo de que o PT se contaminou com as más companhias trazidas para garantir a governabilidade. O argumento é falso.
O PT se preparou para fazer o grande assalto ao Estado nas administrações municipais e estaduais que antecederam ao governo Lula.
Havia um planejamento acurado de apropriação das generosas tetas do Estado, que sofreu um desvio de estratégia com o escândalo do mensalão.
De igual maneira não há porque estranhar o retorno de gente como José Dirceu, José Genoíno e João Paulo Cunha para comandar a campanha de Dilma Rousseff.
A reintegração de tais “companheiros” significa que “a luta continua” até que o PT consiga definitivamente ser o próprio Estado para consumir sozinho o que há de bom e do melhor no mercado.
Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)
Siga o blog do Noblat no twitter

PT lesou milhares de trabalhadores



via Brasil - Liberdade e Democracia de Laguardia em 17/02/10


.
As provas dos crimes foram apresentadas, milhares de trabalhadores foram lesados. Das denuncias apresentadas até hoje o que aconteceu?
.
NADA.
.
Alguém foi preso ou punido? Claro que não.
.
Estamos sendo governados por uma organização mafiosa!


Coisas que você pode fazer a partir daqui:

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Ele é o "cafetão para comandar uma paróquia"

Por João Nemo em 28 de Janeiro de 2010 Opinião - Política
"Se nomearmos um cafetão para comandar uma paróquia, não há por que estranhar nada do que virá a acontecer na sacristia e no presbitério. É muito provável que ele mantenha as aparências do local e as suas rotinas básicas, para que os paroquianos não fiquem logo indignados; distribua bênçãos com grande generosidade; seja extraordinariamente brando nas penitências; faça homílias um tanto exóticas, consideradas mais próximas da “linguagem do povo”. O cavalheiro poderá usar batina, citar os evangelhos e até participar das procissões. Terá especial gosto em recolher as oferendas, mas dificilmente escapará à natureza dos seus verdadeiros dotes e valores. Recomendo às donzelas não irem ao confessionário. A paróquia poderá parecer bem, principalmente se o sacristão for zeloso, mas caminhará inexoravelmente para novos rumos, pouco a pouco, dependendo da credulidade dos fiéis."
O texto completo você lê clicando "aqui", será uma leitura inesquecivel. O Mídia@Mais é imperdível!

http://www.moisesalba.com/
http://dicasempelotas.blogspot.com/
Táxi, chame: 53-84061744 ou 53-84388960
Carro com Ar-Codicionado e preços especiais para viagens.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

A Casa da Mãe Joana, este é impedrivel!


Dica de Blog: Casa da Mãe Joana. 
Conheci através do Google.reader e recomendo esta leitura. Melhor ainda é conhecer o blog. Quem quer informação tem que ir atrás. E este blog esta de parabéns.

Dilma e Lula. Quantos centímetros?

de 

O VOTO É NOSSA ARMA - http://voto-nossa-arma.blogspot.com/
A VERDADEIRA DILMA ROUSSSEFF: http://quem-e-dilma-rousseff.blogspot.com/
ENTREVISTAS ANTIGAS COM O SINDICALISTA: http://lula-ao-avesso.blogspot.com/

"Acho que o presidente Lula tem de ter um sucessor à sua altura", disse ontem a candidata Dilma em plena campanha eleitoral.  Na verdade ela nem deve se preocupar, porque os dois são do mesmo tamanho...

Vamos ver qual é a altura deles dois

Os centímetros de L.I.:
Sempre se apresentou ao 'respeitável público' como um batalhador, no entanto disse para a platéia em São Paulo:  “A gente, muitas vezes, NÃO IA TRABALHAR porque a [avenida] Presidente Wilson enchia e, OBVIAMENTE EU GOSTAVA PORQUE EU NÃO TINHA DE TRABALHAR”.   Se quiser conferir, é clicar e ouvir: 
*


Os centímetros de Dilma Rousseff:
Na tentativa de explicar seu envolvimento com grupos criminosos diz que seu objetivo era acabar com a ditadura, embora quisesse apenas  trocar uma por outra (a de direita por outra de esquerda).  Nada justifica envolvimento com crime e  qualquer ditadura é inaceitável, seja de que lado for.
*
Um dia Dilma afirma nunca ter pego em armas  ("O meu caso não é de ação armada. O meu caso foi de crime de organização e de opinião”.).  Em  outro,  ela diz que  "Na época em que pegou em armas para combater o regime militar, "achava que estava fazendo tudo pelo bem da humanidade"  (reportagem da Folha de S.Paulo, em Brasília - Fernanda Odilla).

Não há dúvida.  Dilma está à altura de Luís Inácio.  Os dois são bem pequenininhos. 

 VOCÊ DARIA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA A QUEM MENTE E SE DESMENTE
e esteve  envolvida em crimes  ''pelo bem da humanidade"?  



http://www.moisesalba.com/
http://dicasempelotas.blogspot.com/
Táxi, chame: 53-84061744 ou 53-84388960
Carro com Ar-Codicionado e preços especiais para viagens.