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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Lula e seu ambicioso plano para a implantação de um regime autoritário no Brasil

Lula - imagem estilhaçada - Por Carlos Alberto Di Franco - O Estadao de S.Paulo
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou em dezembro, às vésperas do Natal e aproveitando o recesso das festas, um ambicioso plano para a implantação de um regime autoritário no Brasil. Dias depois, por causa da reação dos comandantes militares à redação inicial do decreto, ensaiou um aparente recuo. Seguindo estratégia bem conhecida, tirou o bode da sala, mas manteve cobras venenosas debaixo da cama dos brasileiros. Estilhaçou-se, aqui e no exterior, a imagem do presidente da República. O líder equilibrado e respeitado vai, aos poucos, sucumbindo aos apelos do radicalismo ideológico. O projeto do presidente da República e de sua candidata à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, reduz o papel do Congresso Nacional, desqualifica o Poder Judiciário, agride gravemente o direito de propriedade, sugere o controle governamental dos meios de comunicação e sujeita a pesquisa científica e tecnológica a critérios estritamente ideológicos. A educação, também moldada segundo os interesses do regime, faz parte do projeto. O governo deverá incentivar a produção de filmes, vídeos e áudios voltados para a educação sobre direitos humanos e para a reconstrução "da história recente do autoritarismo no Brasil". Será, como salientou recente editorial do jornal O Estado de S. Paulo, "um autoritarismo cuidando da história de outro". No campo dos valores morais e religiosos, tão caros ao povo brasileiro, o Lula real também mostrou sua verdadeira face. O presidente quer erradicar os símbolos religiosos dos estabelecimentos públicos, deseja descriminalizar o aborto e assume a bandeira da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Uma carta de leitora, publicada no jornal O Globo, mostra a reação dos brasileiros ao monstrengo presidencial. "O programa Nacional de Direitos Humanos me parece um pesadelo", escreve a leitora Célia Paula Borges, do Rio de Janeiro. "Se ele já estivesse em vigor, ao manifestar aqui meu desagrado sobre alguns itens, poderia ser perseguida, tendo em vista que minha mensagem será censurada. Se eu sair com minha cruz no pescoço, que uso desde criança, vou ostentar símbolos religiosos. Ao condenar a prostituição, estarei sendo preconceituosa com uma profissão legalizada. Se possuir algumas terras e, por alguma dificuldade financeira, não puder plantar nada, minha propriedade será invadida e não vou ter direito à reintegração de posse. Concluo que o melhor é ser ignorante, não manifestar nada, não ter religião, ser prostituta e pertencer a grupos que invadem terras alheias. Só assim vou ter meus direitos garantidos", conclui a leitora. O Brasil que Lula quer construir - autoritário e intolerante - tem pouca conexão com as verdadeiras raízes da nossa cultura. Agora, no ocaso de seu governo, mostra sua verdadeira face e quer impor um modelo autoritário inspirado no Foro de São Paulo, entidade fundada por Lula e Fidel Castro e cujas atas podem ser acessadas na internet. Está tudo lá. O pulo do gato, no entanto, reside em dois pilares do projeto: exercício da "democracia direta" e controle dos meios de comunicação. Tal como Hugo Chávez, o presidente Lula propõe a valorização de instrumentos como "lei de iniciativa popular, referendo, veto popular e plebiscito". É a instalação do populismo autoritário e a transformação de formas excepcionais de consulta em meios normais de legislação. Mas é no controle da imprensa, sobretudo da mídia independente e formadora de opinião, que os estrategistas do Planalto investem com mais vigor. Silenciada a imprensa, sucumbe a cidadania. Se as leis propostas forem aprovadas, o governo poderá suspender programações e cassar licenças de rádios e de televisões, quando houver "violações" de direito humanos. Será criado um ranking nacional de veículos de comunicação baseado em seu "comprometimento" com os direitos humanos. Lula manifesta crescente insatisfação com o trabalho da imprensa. Para o presidente da República, um político que deve muito à liberdade de imprensa e de expressão, imprensa boa é a que fala bem. Jornalismo que apura e opina com isenção incomoda. Está, na visão de Lula, a serviço da "elite brasileira". Na verdade, cabe à imprensa um papel fundamental na salvaguarda da democracia. Devemos, sem engajamento e atitudes de contrapoder, aprofundar fortemente no processo de apuração. A defesa da liberdade passa pela guerra ao jornalismo de registro e pela promoção da investigação de qualidade. Precisamos, sistematicamente, ir além das declarações para desnudar as reais intenções. Um jornalista deve ser um homem livre, independente, um demolidor de tabus, um questionador do politicamente correto. É a nossa missão. É o nosso papel. É o que a sociedade espera de nós. Não é de hoje a fina sintonia de Lula com governos autoritários. Assiste-se, de fato, a um processo articulado de socialização do continente. A biografia do presidente Lula foi construída graças aos seus méritos pessoais e aos amplos espaços que a democracia oferece a todos os cidadãos. Mas o poder fascina e confunde. Preocupam, e muito, a letra e o espírito do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3). O governo se empenhará para que o assunto desapareça do noticiário. Mas o nosso dever é manter a cena iluminada. Os brasileiros apreciam a democracia. Assim como condenaram a ditadura militar, não aceitam projetos autoritários que, sob o manto da justiça social, anulam um dos maiores bens da vida: a liberdade.
Carlos Alberto Di Franco, doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, professor de Ética, é diretor do Master em Jornalismo (www.masteremjornalismo.org.br) e da Di Franco - Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com) E-mail: difranco@iics.org.br


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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Em qual Lula acreditar? Quem apoia Roseana hoje?

Quem é Lula? Em qual deles acreditar? O Brasil e o Maranhão não merecem continuar convivendo com estas pessoas.... Veja o Vídeo e conclua. Lula fala em discurso quem é Roseana Sarney.



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PARAPRESIDENTE

Uma menininha de seis anos, vendo o grande apelo de marketing dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos pergunta para o seu pai:
- Papai, o que são PARAOLIMPÍADAS?
O pai responde:
- Assim como tivemos os Jogos PANAMERICANOS e os PARAPANAMERICANOS, teremos as OLIMPÍADAS e as PARAOLIMPÍADAS.
- As PARAOLIMPÍADAS, como os PARAPANAMERICANOS, são para os atletas especiais, com deficiência física ou mental. Entendeu, filhinha?
- Entendi tudinho, papai.
- É por isso que teve eleição PARAPRESIDENTE e o Lula ganhou, né?

 
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terça-feira, 8 de junho de 2010

A Onézima Explicação Petista


Fonte: Exilados
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Lula é o que?? ...é ver o presidente assumir a postura de um contraventor da lei,

Contraventor contumaz, por Paulo Brossard*
Tenho sob os olhos a primeira página de um dos jornais de maior circulação entre nós e cuja manchete diz tudo em duas linhas, “Lula pela quarta vez é multado pelo TSE”. Em outra folha, leio que a procuradora da República e vice-procuradora-geral eleitoral junto ao Tribunal Superior Eleitoral, Sandra Cureau, chama a atenção para o deslize que se repete e que pode comprometer o registro da candidata oficial, também duas vezes multada pela mais alta Corte eleitoral do país. Para completar o quadro, a corte (aqui a corte é em minúscula) dos amigos do rei se mostra indignada com a independência do Ministério Público e com sua vigilância ainda que discreta. Enfim, meia dúzia de palavras que se interpenetram e não ocultam a gravidade da arrogância cometida. Porque lei alguma permite a quem quer que seja colocar-se acima da lei e, em se tratando do presidente da República, o mau exemplo é ainda mais censurável.
Já vivi alguns anos e testemunhei muitas coisas pouco exemplares, mas nunca vi o presidente da República ser censurado pela Justiça Eleitoral por infração à lei e, indiferente ou desdenhoso, repetir a falta uma, duas, três vezes. Em uma delas chancelou, dizendo que mandaria a multa para os ouvintes. É de convir-se que o presidente nada ganha com essas vulgaridades e muito se afasta das regras do decoro que a liturgia do cargo lhe impõe. Volto a dizer que lei alguma permite ao presidente proceder, no trato com um dos ramos do Judiciário, com essa licenciosidade de contraventor contumaz.
Chama a atenção esse procedimento presidencial, tanto mais quando ele decorre de um ato que lei alguma lhe permitiria praticar, a escolha se sua própria sucessora, por decisão solitária.
A propósito, vou lembrar uma situação, não por prazer, mas com pesar, que se tornou corrente no regime autoritário. O que foi feito agora lembra, com efeito, o que era habitual; os presidentes militares tomaram decisões repugnantes, restando à Arena o privilégio de conformar-se com elas. Ao maior partido do Ocidente, como foi cognominado, cabia chancelar o que o Executivo todo poderoso fazia majestaticamente. Não sei por que, talvez pelo papel que se lhe reservava, “o maior partido do Ocidente” trocou de nome duas vezes, se não estou enganado, parece que levado pela necessidade de desvincular-se dos seus tempos de gloriosa... servidão.
Como à Arena do passado, ao numeroso partido do presidente, a despeito das várias facções que o segmentam, foi reservado o honroso encargo de aprovar a escolha unipessoal do presidente pelo silêncio e desse modo engolir a indicação feita e entregue ao saber dos marqueteiros, do penteado ao estilo das roupas e à linguagem com acentos cesáreos.
Deixando de lado esses aspectos, embora nada irrelevantes, o fato que constrange
é ver o presidente assumir a postura de um contraventor da lei, assim acoimado pela mais alta Corte eleitoral do país, já agora sob a advertência do Ministério Público Federal. Terá sido essa estranha febre que levou o presidente da República ao redil finamente democrático de Ahmadinejad ou terá sido nas terras persas que o presidente contraiu a febre islâmica?
Faz mais de século, Rui Barbosa notou que “as ideias políticas germinam e frutificam em utilidades como as sementes no solo, ou produzem nas sociedades fenômenos fatais, como os venenos nos organismos vivos”. E não se esqueça o presidente de que os maus exemplos são ainda piores, porque mais fáceis de serem repetidos.
*Jurista, ministro aposentado do STF
Fonte: ZeroHora

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"Vou implantar o Socialismo no Brasil", diz Lula à Walesa



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"O PT é um serpentário, que não está preparado para fazer uma campanha e muito menos para governar o País"


Pivô do escândalo do suposto dossiê contra o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, o ex-delegado da Polícia Federal Onézimo Sousa disse ontem ao Estado ter provas de que a proposta de espionagem política partiu do comando do PT, em reunião para a qual foi convocado num restaurante de Brasília. Ele disse que aceita fazer uma acareação "para desmascarar" os emissários petistas presentes, que teriam se apresentado em nome do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel. "Tenho provas definitivas da abordagem que eles me fizeram e topo a acareação de bom gosto, desde que seja séria, na Justiça", afirmou.
Ele disse que recusou a proposta de trabalho, pela qual receberia R$ 1,6 milhão em dez parcelas, porque considerou o comitê petista uma bagunça, sem controle e dirigido por irresponsáveis. "O PT é um serpentário, que não está preparado para fazer uma campanha e muito menos para governar o País", disse.
Ligado à comunidade de informações, Onézimo afirmou que, pelo que constatou, "há uma guerra de facções" no PT envolvendo, de um lado, Pimentel e do outro o ex-ministro Antônio Palocci e o deputado estadual Rui Falcão.
Ele disse que recusou a proposta e avisou que a iniciativa repetiria o episódio dos "aloprados" - o escândalo que levou à prisão de um grupo de petistas envolvidos na confecção de um dossiê contra Serra na eleição de 2006.
Da reunião em Brasília, realizada em abril, participaram o jornalista Luiz Lanzetta, dono da empresa Lanza, ex-coordenador da área de comunicação da campanha petista, o empresário Benedito de Oliveira Neto, sócio das empresas Dialog e Gráfica Brasil, que prestam serviços ao governo federal, e o jornalista Amaury Ribeiro Júnior, que acusa Onézimo de ser o autor da proposta de espionagem política.
O ex-delegado negou a acusação de que tenha trabalhado numa equipe de espionagem montada pelo deputado Marcelo Itagiba, também ex-delegado federal, a serviço de Serra quando este era ministro da Saúde no governo Fernando Henrique Cardoso. Mas admitiu ter ligações com ele. 


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domingo, 6 de junho de 2010

DELEGADO CONTA QUE TRAMÓIA DO PT CONTRA SERRA INCLUÍA ESCUTA TELEFÔNICA. VALOR DO “TRABALHO”: R$ 1.6 MILHÃO


Reinaldo Azevedo sábado, 5 de junho de 2010 | 4:05


Quanto mais negam, mais se enrolam. O candidato tucano à Presidência, José Serra, acusou sua rival do PT, Dilma Rousseff, de ser uma das responsáveis por mais um dossiê que o partido preparava contra ele. A petista ficou indignada, claro! E nega tudo. O partido até ameaça processar a… vítima!!!
Uma das pessoas mobilizadas pelos "neo-aloprados", no entanto, concedeu uma entrevista à VEJA em que conta tudo - ou quase tudo. Trata-se do delegado Onézimo Souza, que foi contratado pelo grupo pela módica quantia de R$ 1,6 milhão - ou R$ 160 mil por mês.
1 - Quem combinou a operação com ele?
Luiz Lanzetta.
2 - Em nome de quem Lanzetta conduziu a conversa?
De Fernando Pimentel, ex-prefeito de Belo Horizonte.
3 - Quem é Pimentel na campanha?
O braço direito de Dilma Rousseff.
Seguem, abaixo, trechos da entrevista de Onézimo a Policarpo Junior e Daniel Pereira, da VEJA. A íntegra da entrevista está aqui
O senhor foi apontado como chefe de um grupo contratado para espionar adversários e petistas rivais?
Fui convidado numa reunião da qual participaram o Lanzetta, o Amaury (Ribeiro), o Benedito (de Oliveira, responsável pela parte financeira) e outro colega meu, mas o negócio não se concretizou. Havia problemas de metodologia e direcionamento do trabalho que eles queriam.
Como assim?
Primeiro, queriam que a gente identificasse a origem de vazamentos que estavam acontecendo dentro do comitê. Havia a suspeita de que um dos coordenadores da campanha estaria sabotando o trabalho da equipe. Depois, queriam investigações sobre o governador José Serra e o deputado Marcelo Itagiba.
Que tipo de investigação?
Era para levantar tudo, inclusive coisas pessoais. O Lanzetta disse que eles precisavam saber tudo o que eles faziam e falavam. Grampos telefônicos…
Pediram ao senhor para grampear os telefones do ex-governador Serra?
Explicitamente, não. Mas, quando me disseram que queriam saber tudo o que se falava, ficou implícita a intenção. Ninguém é capaz de saber tudo o que se fala sobre alguém sem ouvir suas conversas. Respondendo objetivamente, é claro que eles queriam grampear o telefone do ex-governador.
Disseram exatamente que tipo de informação interessava?
Tudo o que pudesse ser usado contra ele na campanha, principalmente coisas da vida pessoal. Esse é o problema do direcionamento que eu te disse. O material não era para informação apenas. Era para ser usado na campanha. Na hora, adverti que aquilo ia acabar virando um novo escândalo dos aloprados.
Quem fez essa proposta?
Fui convidado para um encontro com Fernando Pimentel. Chegando lá no restaurante, estava o Luiz Lanzetta, que eu não conhecia, mas que se apresentou como representante do prefeito.
(…)

Multiplique em poucos segundos seu protesto contra o PNDH-3


Multiplique em poucos segundos seu protesto contra o PNDH-3

Moisesalba ,
Parabéns! Os parlamentares já receberam seu Cartão Amarelo, e já estão conscientes de sua opinião contrária à aprovação dos projetos que compõem o PNDH-3.Tenha certeza de uma coisa: sua atitude firme e corajosa não foi em vão. Sua pressão está obrigando seus representantes a pensarem duas vezes antes de aprovarem este pacote falso e totalitário camuflado de Programa Nacional de Direitos Humanos.Agora, PRESTE ATENÇÃO: em poucos segundos, você pode multiplicar por 5 ou mais a força de seu protesto, convidando 5 ou mais amigos para fazerem o mesmo que você fez.Moisesalba , basta que você convide agora 5 amigos ou mais para que eles também enviem um Cartão Amarelo aos parlamentares.
Você pode fazer isto rapidamente, clicando aqui (ao abrir a página, insira o e-mail e o nome de cada pessoa indicada). Lembre-se: já é grande a repercussão desta mobilização (dezenas de milhares de cartões de alerta já chegaram aos parlamentares de todo o País), mas o lobby do Governo federal e da base aliada para aprovação do PNDH-3 é muito forte. Por isso, você, que está bem informado e decidido a não se omitir, é a principal peça de mobilização desta campanha. Atue como um MOBILIZADOR da causa que você defende
Convide agora 5 ou mais amigos para fortalecerem esta ação nacional de repúdio à perseguição religiosa, ao totalitarismo, a imoralidade de nossas leis incorporados no PNDH-3. Não duvide da importância de sua atitude individual...
Sua atitude convicta e atuante é o maior medo dos maus políticos.
Um forte abraço.
Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
www.ipco.org.br
Multiplique em poucos segundos seu protesto contra o PNDH-3

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Instituto Plinio de Corrêa de Oliveira <envio@ipco.org.br>
Data: 6 de junho de 2010 12:28
Assunto: Multiplique em poucos segundos seu protesto contra o PNDH-3
Para: moisesalba@gmail.com

Governo de Lula e Dilma desmoralizam Judiciário #OBrasilPodemais @joseserra_ #presidente



Ou o Judiciário enquadra Lula ou Lula desmoraliza o Judiciário. Não existe uma terceira opção

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