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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Marcelo Tas fala sobre Lula, a Metamorfose Ambulante
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quarta-feira, 7 de julho de 2010
Carlos Vereza: Esquerda? Quem?!
Está havendo uma confusão de terminologia: Lula e o PT nunca foram de esquerda! Eles representam um lumpesinato "organizado" com uma sede inenarrável de poder; uma burguesia sindical ressentida,pronta para implantar no país,uma ditadura peleguista! Não ofendamos os comunistas; os verdadeiros eram cultos e tinham um projeto de governo (que faliu e do qual sempre discordei.),e não podem ser comparados à aproveitadores da ignorância de um povo com 20 milhões de analfabetos! O que sobrevive,com seus defeitos e qualidades,é,o sistema democrático,que,no Brasil está sendo gradativamente solapado. A "Geopolitica" do terror,pretende fazer um cinturão em torno dos EUA,contando com o eixo do mal,do qual,além do Brasil,fazem parte,os tiranetes da America Latina e os ditadores da Coreia do Norte,Irã e os suicidas islamitas,que, agora,apelam para os navios "humanitários" que tentam furar o bloqueio da faixa de Gaza com o intuito de levar armas para o Hamas! Sei que todos estes dados não passarão de um mero desabafo,embora os fatos sejam verdadeiros e já são de conhecimento das autoridades americanas. Um indicio relevante,é a recusa de Obama em visitar o Brasil antes das eleições, resultado das "negociações" do Grande Timoneiro com o psicopata Ahmadinejad... Enfim,votarei no José Serra.Honesto,competente,e,sobretudo,com larga experiência administrativa. A "vitória" de Dilma,nada mais seria do que o terceiro mandato de Inacio da Silva, que-não duvidem-,cercearía todos os meios de expressão,como já tentaram anteriormente. Confiram!
Fonte: carlosverezablog.blogspothttp://www.moisesalba.com/
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Ao Excelentíssimo Senhor ÍNDIO DA COSTA
Belém-PA, 1º de julho de 2010
Ao Excelentíssimo Senhor ÍNDIO DA COSTA
Digníssimo Deputado Federal/Candidato a Vice-Presidente na coligação PSDB/DEM/PPS
Brasília-DF
Senhor Deputado Candidato,
Em primeiro lugar, quero dar-lhe os parabéns pela sua indicação para fazer parte da chapa do PSDB na qualidade de candidato à Vice-Presidência da República, ao lado do candidato José Serra. Acho que foi uma decisão acertada tanto do DEM, quanto do PSDB, considerando a sua juventude, inteligência e brilhantismo demonstrados na vida pública. Tome-se como referência, sua atuação na Relatoria do Projeto Ficha Limpa e nas votações favoráveis aos Projetos que beneficiam os aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa, futuros aposentados.
Nobre Deputado/candidato estamos numa eleição que se apresenta apertadíssima, em que a candidata do governo cada vez mais se distancia do candidato Serra e ameaçando ganhar as eleições até no primeiro turno, se a coligação PSDB/DEM/PPS, não tomar providências que possam tolher esse crescimento. Acredito que, com a sua indicação, as coisas deverão começar a mudar.
Eu sou aposentado pelo RGPS e faço parte de um grande movimento através da Internet/ Movimento Brasil Dignidade aos Aposentados e Trabalhadores do Brasil (brasildignidade@gmail.com). O senhor mesmo já deve ter recebido uma dezena de cartas minhas, solicitando-lhe ajuda na aprovação dos PL’s 01/07, 3299/08, 4434/08 e MP 475, nosso principal objetivo.
Em 03 de abril deste ano, redigi e enviei através da Internet, a todos os candidatos à Presidência da República, o MANIFESTO AOS CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, (anexo). Nele eu expressei o sentimento de uma classe que se sente completamente desprezada, massacrada e humilhada pelo governo atual, e pedi apoio ao nosso Movimento. Pedi também que eles se manifestassem se estão a favor, ou contra os aposentados e que expressassem tal propósito em seus pronunciamentos. Vi somente o candidato Plínio de Arruda Sampaio do PSOL, declarar que, se eleito, irá rever a nossa deplorável situação. Dos demais, não obtive nenhuma resposta e não vejo nenhum candidato se pronunciar a nosso favor. Pelo contrário, o que se viu, para nossa decepção, os candidatos Serra e Marina Silva, no auge da decisão da MP 475, declararem que apoiaria o que o Presidente Luiz Inácio decidisse, demonstrando total falta de compromisso com a nossa classe, pois já se sabia de antemão, que o Presidente Luiz Inácio vetaria o maldito Fator Previdenciário.
Em 24/5/2010, escrevi ao Senador Sérgio Guerra, Presidente do PSDB, (anexo) expressando a preocupação da classe em relação ao silêncio do Partido ao não se pronunciar favorável a uma programação para rever as nossas perdas. Também não recebi nenhum retorno.
A campanha da candidata do governo, que é contra os aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa, futuros aposentados, com início aberto há dois anos, conta com a máquina administrativa na mão; com o apoio do Presidente Luiz Inácio, que conta com apoio de 85% (?) da população; com o apoio de partidos de aluguel; com o apoio dos usuários dos “bolsas compra de votos”; e com o apoio de empresários e banqueiros que estão se dando bem com esse governo. Ou a coligação PSDB/DEM/PPS, se mobiliza para dar uma virada nos seus procedimentos de campanha, até agora, muito aquém do esperado e desejado, ou realmente haverá uma fragorosa derrota. Acredito que a reação está começando, a partir da sua indicação na chapa como vice. A sua juventude e garra, irá dar uma nova feição à campanha e poderá equilibrar a disputa, até agora, desigual.
Veja bem nobre Deputado/candidato, nós representamos 8,3 milhões de aposentados e pensionistas e mais de 40 milhões de trabalhadores da ativa, futuros aposentados. Somos mais de 80 milhões de votos que estão sendo desprezados pelo candidato Serra. O seu Partido, o PSDB, foi o autor e executor do maldito Fator Previdenciário, que tanto malefício tem feito ao trabalhador brasileiro. Está na hora de o PSDB resgatar esta dívida.
Os “velhinhos” e os trabalhadores, futuros aposentados, para serrar fileiras e hipotecar apoio à chapa que agora conta com o seu nome, necessita, urgentemente, do compromisso público do candidato através de inclusão na sua programação de governo, de que o maldito Fator Previdenciário será extinto; de que só haverá um índice de reajuste para o salário mínimo e para os benefícios da Previdência; e que haverá recuperação das nossas perdas.
Tudo isto será de execução factível, considerando que a Previdência Social, antes de ser deficitária, é SUPERAVITÁRIA, conforme demonstram os Relatórios da ANFIP/Associação Nacional dos Fiscais Fazendários; trabalhos de Doutorado de estudiosos do assunto; e estudos do Senador Paulo Paim, autor dos vários PL’s favoráveis aos aposentados e pensionistas.
Temos que considerar também que, além do que foi acima citado, os aposentados e pensionistas não estão pedindo esmolas. O que nós estamos exigindo é o respeito aos nossos direitos roubados pelos governantes anteriores e o atual. Para isto, nós contribuímos, compulsoriamente, durante 35 ou mais anos de serviço, para ter uma aposentadoria à altura daquilo que fomos obrigados a contribuir. Os governos, como sempre arbitrários e unilaterais, não cumpriram a sua parte e nos condenaram a uma velhice desprotegida, miserável e cruel.
O senhor é a nossa esperança de que a coligação PSDB/DEM/PPS, irá rever os seus conceitos e dará ao seu Programa de Governo o destaque ao apoio aberto aos aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa, futuros aposentados. Essa atitude é por demais esperada por todos nós, a fim de derrubar os planos de continuísmo do atual governo, que tanto nos tem prejudicado.
Fico no aguardo da sua resposta e do seu pronunciamento público em favor da nossa causa. Mais uma vez, parabéns pela sua indicação.
Respeitosamente Odoaldo Vasconcelos Passos E-mail: odoaldop@globo.com
Aposentado/Belém-PA
Movimento Dignidade aos Aposentados e Trabalhadores do Brasil
Fonte: "Aposentado! Solte o verbo..."http://www.moisesalba.com/
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Esse é Lula e essa é a maneira como ele age.
Um bravateiro incorrigível
Publicado por João Mellão Neto Em 23 Jun 2010
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Publicado por João Mellão Neto Em 23 Jun 2010
Os brasileiros escaldados da época o imaginavam como um Hugo Chávez ou um Evo Morales, portando com orgulho as suas bandeiras antiempresariais, anticapitalistas e, de modo geral, populistas e terceiro-mundistas. Graças a Deus, não foi o que aconteceu. Nossa cartilha econômica tem corte profundamente liberal,o que, fosse outro o país, não acarretaria em mérito algum, uma vez que todos obedecem a esses ditames.Lula está colhendo sucessos no campo econômico justamente por causa disso.
Estivesse dando ouvidos a algum economista aloprado do PT e a realidade seria bem outra. Uma noite destas assisti, curioso, na TV à preleção de um desses espécimes, pregando que a grande solução para o Brasil seria o calote puro e simples de nossa dívida externa. Estaria tudo bem se nós ainda tivéssemos uma dívida externa ou, porventura, esta ainda arruinasse as contas nacionais. Mas não é o caso. Já há três anos o País mantém uma reserva em dólares (à vista) muito maior do que o montante da nossa dívida, que podemos liquidar integralmente com um único cheque. Só não o fazemos porque é muito mais vantajoso mantê-la como está, uma vez que a remuneramos com juros baixíssimos. O empertigado economista, no mínimo, não deve ler jornais…
Mas, se há perdão para Lula por não ser tão populista como se esperava que fosse, não há indulgência pelo fato de ele ser muito mais demagogo do que deveria ser. O nosso presidente, infelizmente, é chegado em factóides e nisso, para nosso desalento, é reforçado por uma imprensa que, fato inédito, beira a unanimidade a seu favor. Lula gosta de bravatear. E isso é fato inconteste. Trata-se de uma característica que, por diversas razões, não fica bem num presidente da República. A palavra de um chefe de Estado tem um peso infinitamente maior que a de um cidadão comum. Um simples comentário presidencial tem o poder de tumultuar as bolsas de valores, quebrar instituições de crédito, levar à ebulição o mundo político e, entre outras coisas, promover a glória ou a desgraça de qualquer cidadão comum. Lula parece que não se dá conta disso ou, como é habito seu, finge nada perceber.
O episódio recente das supostas reservas de petróleo do pré-sal é emblemático. Em cerimônia oficial no Palácio do Planalto, o presidente solenemente anunciou a descoberta de gigantescas jazidas de petróleo, tão imensas que teriam o condão de transformar o Brasil de importador em exportador do ouro negro. O fato foi destaque no noticiário mundial e agitou todos os pregões. Já nos dias seguintes o nosso Lula partiu para a “inauguração” de tais poços. Para tanto uma imensa comitiva de autoridades e notáveis foi levada de helicóptero para a plataforma marítima vizinha ao local de onde jorraria o novo petróleo.
Lula cuidou pessoalmente de garantir as fotos de primeira página nos jornais do dia seguinte. Lambuzou suas mãos de petróleo e assim posou para a imprensa. Sucesso total. Pena que somente na categoria marketing. Os dias foram passando e a opinião pública foi tendo acesso a esclarecimentos cada vez maiores sobre o tal do “milagre do petróleo abundante”. A jazida é mesmo gigantesca – nisso o governo não iludiu ninguém. Só se esqueceu de dizer que está debaixo de uma camada de quilômetros de sal e que tão cedo não haverá tecnologia eficiente que possibilite perfurar o sal e, assim, extrair o famigerado combustível. Quem sabe daqui a uns dez anos…
Na prática, foi como se nosso precioso petróleo tivesse sido descoberto em Marte, ou quiçá em algum planeta distante do Sistema Solar. O presidente sabia previamente de tudo isso? Há evidências de sobra que sim, ele sabia. Mas em nenhum momento lhe passou pela cabeça cancelar o espetáculo. Esse é Lula e essa é a maneira como ele age.
Outro episódio emblemático do governo Lula diz respeito à viagem do primeiro brasileiro ao espaço. Eu me interesso pelo assunto. Leio tudo o que sai a respeito. Foi por essa razão que estranhei o alardeado convite dos russos para que enviássemos um astronauta brasileiro para colaborar numa expedição sideral. Sem querer desmerecer o Brasil, desde quando nós temos por aqui mão-de-obra preparada e especializada para o País se sair minimamente bem de tão complexa tarefa.
Estranhei mais ainda quando, acompanhando a viagem, notei que o brasileiro, na missão, não tinha absolutamente nenhuma atribuição – a não ser agitar freneticamente a Bandeira do Brasil. Lembrei-me de que, meses antes, os russos haviam levado para o espaço um milionário americano – sem o mínimo conhecimento de tecnologia espacial – tão-somente porque ele se dispusera a pagar US$ 20 milhões pela aventura. Seria apenas uma coincidência? Infelizmente, não. Duas semanas após o patriótico vôo do brasileiro, o nosso governo divulgou uma nota oficial em que declarava a intenção do governo Lula de contribuir para as pesquisas espaciais russas com a quantia de US$ 10 milhões.
A passagem saiu pela metade do preço pago pelo americano. Razões diplomáticas talvez expliquem o desconto. Para Lula foi um excelente negócio: além de dialogar ao vivo com o nosso astronauta por pelo menos 15 minutos, no horário nobre da Globo, ainda teve a satisfação de ver seu prestígio, em pesquisa do Ibope uma semana depois, subir nada menos que dez pontos – de gente que atribuía totalmente a ele a nossa ida ao espaço. Vá alguém criticá-lo num momento desses, de sincera comoção popular… Por muito menos, no passado, muitos foram levados a Sanson, o operador oficial da guilhotina francesa. Então, ficamos assim: Lula, por hábito, continua mentindo e nós, por prudência, continuamos acreditando.
Artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” em 26 de setembro de 2008.
Fonte: blogdomellao
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quarta-feira, 30 de junho de 2010
Quanto custa o culto internacional da personalidade?
Quanto custa o culto internacional da personalidade?
Em julho de 2008, a SECOM - Secretaria de Comunicação da Presidência da República, chefiada por Franklin Martins, com status de ministro, contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” para elevar o prestígio. Este ano, o que prova que grande parte dos R$ 15 milhões está sendo paga lá fora, a CDN cobrou apenas R$ 6,4 milhões do Governo Federal, até novembro. Mas os resultados foram simplesmente espetaculares. Em 2009, Lula concedeu 114 entrevistas, das quais 43 exclusivas para as maiores redes de comunicação internacionais e para os maiores jornais e revistas, oferecidas tanto no Brasil quanto no exterior. Frente a tudo isso, fica fácil entender a razão pela qual o premiadíssimo Lula, no ano da grande crise, saiu maior do que o Brasil, em termos de imagem internacional. A pauta era essa mesmo. Os países que mais incensaram Lula foram os Estados Unidos da América, onde Obama o chamou de "meu cara". A Espanha, cujo maior jornal elegeu o presidente brasileiro Homem do Ano, assim como a França, onde o periódico mais importante escolheu Lula como o personagem de 2009. E também teve a Inglaterra, onde o Financial Times identificou o brasileiro como um dos líderes que moldaram a década. Graças ao apoio à Ahmadinejad, até a Al Jazeera trombeteou que Lula resolveu os problemas das favelas do Brasil. Haja espaço para a arrogância e o narcisismo de Lula. Mas em termos práticos, o que o Brasil ganhou com isso? Os Estados Unidos compraram 45% menos produtos e serviços brasileiros no ano que passou. A Espanha reduziu as suas compras em 34%. A França importou menos 33%. E a Inglaterra cortou em 9% as compras do Brasil. O resultado final é que os países que transformaram Lula em sucesso global compraram U$ 15 bilhões a menos em 2009. Vale ressaltar que a maior “lambeção” para cima de Lula foi a protagonizada por Sarkozy. Pois é. Além de um superávit de mais de U$ 1 bilhão para a França, o francês quase fechou uma venda de U$ 10 bilhões em caças que nunca voaram além da Provence. Como o interesse de Lula e do PT é apenas o discurso interno, números são apenas um pequeno detalhe. A não ser manter os 80% de popularidade do mercador de ilusões, custe o que custar. Pois é, tudo isso para parecer um grande líder. Agora um aumentozinho de pouco mais de 7% aos aposentados pode quebrar o Brasil.! Quer que a festa continue? Que a desmoralização piore? Quer que as crianças continuem aprendendo nas escolas como usar preservativos e drogas? Se a resposta é NÃO! Mobilize os amigos: ZERO VOTO AO PT E BASE ALIADA!
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Em julho de 2008, a SECOM - Secretaria de Comunicação da Presidência da República, chefiada por Franklin Martins, com status de ministro, contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” para elevar o prestígio. Este ano, o que prova que grande parte dos R$ 15 milhões está sendo paga lá fora, a CDN cobrou apenas R$ 6,4 milhões do Governo Federal, até novembro. Mas os resultados foram simplesmente espetaculares. Em 2009, Lula concedeu 114 entrevistas, das quais 43 exclusivas para as maiores redes de comunicação internacionais e para os maiores jornais e revistas, oferecidas tanto no Brasil quanto no exterior. Frente a tudo isso, fica fácil entender a razão pela qual o premiadíssimo Lula, no ano da grande crise, saiu maior do que o Brasil, em termos de imagem internacional. A pauta era essa mesmo. Os países que mais incensaram Lula foram os Estados Unidos da América, onde Obama o chamou de "meu cara". A Espanha, cujo maior jornal elegeu o presidente brasileiro Homem do Ano, assim como a França, onde o periódico mais importante escolheu Lula como o personagem de 2009. E também teve a Inglaterra, onde o Financial Times identificou o brasileiro como um dos líderes que moldaram a década. Graças ao apoio à Ahmadinejad, até a Al Jazeera trombeteou que Lula resolveu os problemas das favelas do Brasil. Haja espaço para a arrogância e o narcisismo de Lula. Mas em termos práticos, o que o Brasil ganhou com isso? Os Estados Unidos compraram 45% menos produtos e serviços brasileiros no ano que passou. A Espanha reduziu as suas compras em 34%. A França importou menos 33%. E a Inglaterra cortou em 9% as compras do Brasil. O resultado final é que os países que transformaram Lula em sucesso global compraram U$ 15 bilhões a menos em 2009. Vale ressaltar que a maior “lambeção” para cima de Lula foi a protagonizada por Sarkozy. Pois é. Além de um superávit de mais de U$ 1 bilhão para a França, o francês quase fechou uma venda de U$ 10 bilhões em caças que nunca voaram além da Provence. Como o interesse de Lula e do PT é apenas o discurso interno, números são apenas um pequeno detalhe. A não ser manter os 80% de popularidade do mercador de ilusões, custe o que custar. Pois é, tudo isso para parecer um grande líder. Agora um aumentozinho de pouco mais de 7% aos aposentados pode quebrar o Brasil.! Quer que a festa continue? Que a desmoralização piore? Quer que as crianças continuem aprendendo nas escolas como usar preservativos e drogas? Se a resposta é NÃO! Mobilize os amigos: ZERO VOTO AO PT E BASE ALIADA! Por Ray Pinheiro
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Fonte: ViverdeNovohttp://www.moisesalba.com/
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
Lula Explica o Bolsa Esmola
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O Socialismo na Venezuela, Dilma e Hugo Chaves
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Carta ao Deputado Cândido Vaccarezza - Fator Previdenciário
São Paulo, 22 de junho de 2010.
Prezado senhor, Deputado Cândido Vaccarezza
Disposto seu raciocínio, e que não é novidade por todas vossas declarações à mídia em passado recente acerca do vosso entendimento sobre o fator previdenciário e o reajuste dos aposentados, permita-me algumas colocações, e que espero que o Jornal Folha de S.Paulo propicie o mesmo espaço com o intuito de bem informar nossa sociedade. Em seu artigo V.Exa. coloca que e o pífio reajuste de 7,72% dados aos aposentados representa a maior correção dada aos aposentados no mundo. Tão apenas seria verdade se Brasília não fizesse parte deste planeta; ou melhor, os inativos do serviço público federal que foram agraciados com percentuais a título de reclassificação de cargos dos colegas da ativa, ou algo semelhante a que não concorre aos aposentados do RGPS fossem alienígenas. Talvez tenha razão V.Exa. pois a isso não se dá o nome de reajuste, mas provavelmente excrescência. Cita, em artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, que a eliminação do fator previdenciário poderia predispor a que pessoas pudessem aposentar-se com 42 ou 45 anos de idade. Prezado senhor, a revolução industrial acabou, e quando alguém nasce nos dias de hoje recebe uma certidão de nascimento e não uma carteira de trabalho e já começa sua vida registrada no INSS. Mas não se preocupe a mesma bobagem tem sido dita e repetida num entre olhar de um casal de apresentadores de um telejornal global alienante. Talvez V.Exa. ouviu e não soube se expressar; mas consulte a tabela do fator previdenciário. No Brasil um homem, trabalhador da iniciativa privada ficará isento do fator previdenciário quando cumprir 35 anos de contribuição e atingir 63,5 anos de idade; e ai terá uma expectativa de vida até 69,1 anos (homens). Numa comparação igualmente parametrizada com países desenvolvidos, na Itália, um trabalhador quando cumprir 35 anos de contribuição estará livre de qualquer redutor aos 60 anos de idade e tem expectativa de vida de 78,7 anos (homem). Uma diferença fantástica e completamente fora da realidade brasileira. V.Exa. cita que o “estrago” pelo fim do fator e pelo reajuste levaria a um custo de R$ 15 bilhões; vejamos, – se o reajuste como também afirma foi responsável por apenas R$ 1, 7 bilhão; o fator seria responsável por R$ 13,30 bilhões. Permita-me corrigi-lo; segundo relatórios da Previdência, e de perfeito alcance e conhecimento público o fator previdenciário tão apenas economizou aos cofres do INSS R$ 11 bilhões nos dez anos de sua vigência, o que resulta em apenas R$ 1,1 bilhão/ano ou 0,6% do total de gastos de todo Regime. Total de gastos de todo Regime significa que além dos dispêndios previdenciários, que são aqueles que têm como nexo causal aspectos e direitos contributivos de cada cidadão; incluem-se ainda os benefícios assistenciais dados a 3,5 milhões de pessoas (LOAS e RMV) e a 8,1 milhões de beneficiários da área rural – todos estes com raros casos de alguma contribuição. Quanto a outras colocações feitas por V.Exa. não vou discorrer, pois sendo médico confunde o que é orçamento fiscal com orçamento da seguridade social; porém não deve desconsiderar os preceitos constitucionais sobre as contribuições provisionadas e nem mesmo as quatro operações aritméticas. Senhor deputado, a esta questão há fatos elementares. Espera-se, e como promessa de campanha, e desde 2003 a apresentação da formula 95/85; vigente em vários países e que aqui o vosso governo ensaia, mas não materializa. Vosso governo concede, e como aprovado na LDO R$ 18,9 bilhões em 2010 em renúncias previdenciárias (e que só existem no Brasil), favorecendo até times de futebol. Enquanto que o saldo previdenciário negativo do RGPS para mais de 27 milhões de pessoas foi de R$ 42,9 bilhões, e o déficit para quase um milhão de servidores inativos federais foi de R$ 60,2 bilhões. Tal déficit representa à nação 3,5 vezes a renda per capita/ano por inativo federal. – Onde que está o déficit da previdência no Brasil considerando que temos mais de 900 RPPS municipais e estaduais espalhados país afora? Já passa da hora da tomada de consciência, pois a realidade aflorará demonstrando a divisão em cidadãos de primeira e segunda classe.
Oswaldo Colombo Filho
E-mail: colomboconsult@gmail.com
Membro fundador
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
Previdencia Rural x Previdencia Urbana - Governo escraviza o trabalhador urbano
A arrecadação da Previdência Rural apresentou aumento de 6,9%, e totalizou R$ 426 milhões em maio. Em abril, o valor arrecadado havia sido R$ 399,4 milhões. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Ministério da Previdência. As despesas em maio também tiveram 1% de redução, ficando em R$ 3,754 bilhões, ante os R$ 3,794 bilhões de abril. Com isso o déficit ficou em R$ 3,327 bilhões. A Previdência Urbana também teve crescimento de 1% na arrecadação e fechou maio em R$ 16,154 bilhões. As despesas caíram 1% e fecharam o mês em 14,984 bilhões, o que resultou em superávit de R$ 1,170 bilhões, 36,3% a mais do que abril. No resultado geral, houve déficit de R$ 2,589 bilhões, em consequência da arrecadação de R$ 16,581 bilhões e despesas de R$ 19,171 bilhões. No acumulado do ano o saldo negativo já soma R$ 20, 075 bilhões.
Fonte: Correio Braziliense
A verdade sempre esteve no site da Previdência e o Lula sempre soube disso. Previdência não é um problema causado pelo contribuinte urbano. E apesar disto Lula penaliza o trabalhador que contribui para previdência não vetando o fim do Fator Previdenciário. Escraviza o trabalhador tirando mais de 40% de sua remuneração ao se aposentar com a justificativa de que vai quebrar a Previdência Social. A verdade é que o trabalhador urbano que contribui não causa déficit como nunca causou e o que ocorre é que o Lula não esta preocupado com quem esta na ativa e os outros poucos milhões que tiveram perda com o fator previdenciário ao se aposentar.
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