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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Bolsa Familia, em vez de café, agora pastos!

Bolsa, trabalho e a "mulher do Lula"
BREJÕES (BA) - Na primeira vez em que estive neste pequeno município baiano de Brejões, em fevereiro de 2007, os fazendeiros locais reclamavam que não estavam conseguindo trabalhadores em número suficiente para colher a safra de café. Ou melhor, não encontravam trabalhadores dispostos a ter a carteira assinada, uma exigência cada vez maior dada a firme fiscalização que o Ministério do Trabalho vinha empreendendo nas fazendas locais. A razão era simples: muitos temiam ter o registro em carteira e perder o benefício do Bolsa Família. Outros, em idade mais avançada, não queriam ser "fichados" (como se diz no NE) por esperarem se aposentar aos 60 anos (homens) ou 55 (mulheres) pelo regime especial da Previdência Social. O registro os tiraria dessa condição e eles teriam de esperar mais cinco anos para pendurar as chuteiras.
Na semana passada, voltei a Brejões, a 280 km ao sul de Salvador. Desta vez, para constatar algo surreal: muitos dos fazendeiros que antes lidavam com a falta de mão de obra desistiram do café e estão transformando suas fazendas em pastos.
Em vez de precisarem de até 200 pessoas por safra, podem administrar grandes quantidades de cabeças de gado com menos de dez peões.
Fazendas enormes que tinham até 1 milhão de "covas" (pés) de café estão passando por isso. O que se vê na região hoje são trabalhadores cortando pés de café secos que são vendidos como lenha para um curtume local.
Próximo dali, a trabalhadora rural Juceli de Jesus Alves, 47, trabalhava ilegal em uma fazenda e estava com medo de ser "fichada" e perder os R$ 134,00 que ganha do Bolsa Família (ela tem 9 filhos, sendo 2 ainda pequenos).Na semana passada, Raimundo Moreira de Souza, 56, fazia exatamente isso, empilhando lenha de pés de café em seu caminhão. Raimundo nunca teve a carteira assinada e não a quer, pois espera se aposentar daqui a quatro anos.
Não seria justo culpar apenas os benefícios dados pelo governo federal (como o Bolsa Família e as aposentadorias especiais) pelo o que ocorre em Brejões e em outros locais do país. Há outros problemas, como o preço do café estacionado e a falta de financiamento rural.
Mas é certo que os benefícios sociais, neste caso, têm causado uma distorção tremenda no meio rural.
André diz precisar todos os anos de cerca de 200 trabalhadores rurais registrados. Tem conseguido no máximo 70. Isso faz com que não consiga colher todo o café que planta na hora certa. Cerca de 40% do produto acaba caindo no chão, de onde é recolhido, mais tarde, pelos trabalhadores.Caso do fazendeiro André Araújo, de uma das maiores fazendas de Brejões, a Campo Grande:
Se tivesse o número certo de funcionários, poderia colher no pé quase 90% da safra. Isso faz uma diferença enorme, pois o café catado do chão (chamado "riado") perde muito da qualidade e é vendido a R$ 200,00 a saca. O colhido no pé valeria R$ 290,00.


Fernando Canzian, 42 anos, é repórter especial da Folha. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um Prêmio Esso em 2006 e é autor do livro "Desastre Global - Um ano na pior crise desde 1929". Escreve às segundas-feiras na Folha Online. E-mail: fernando.canzian@grupofolha.com.br
Fonte: "FOLHAONLINE"

Pagamos impostos para Lula investir em Cuba!







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Aposentados, perigo a vista! Podemos confiar no Jucá?


O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), deve assumir a relatoria do PLV 2/10, que reajusta em 7,72% as aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valor acima de um salário mínimo. De acordo com o repórter Rafael Faria, doJornal do Senado, Jucá adiantou, por meio de sua assessoria, que pretende corrigir um erro no texto aprovado pelos deputados, o que forçará seu reenvio à Câmara dos Deputados.
- A ideia é votar com celeridade no Senado, corrigir o mérito da MP, para que ela volte para a Câmara e possa ser votada lá rapidamente - afirma Jucá, segundo o qual não há intenção da base de postergar o assunto. Ele assegura que o texto será votado em Plenário na quarta-feira (19).
A incongruência apontada pelo líder do governo se refere ao índice de correção e ao valor fixado para o teto de contribuição e do salário de benefício. O PLV enviado pela Câmara estipula o teto do INSS em R$ 3.444,22, mas, se aplicado o percentual de 7,72%, o valor deveria ser R$ 3.467,40.
Pelo texto original (MP 474/09), o aumento das aposentadorias e pensões - que está sendo pago desde o dia 1º de janeiro - se limitava a 6,14%. Este percentual é elevado para 7,72% no PLV 2/10. O texto chegou ao Senado nesta semana, depois de intensa pressão, liderada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), no sentido de apressar o envio da Câmara. Paim chegou a se oferecer para ser o relator do PLV, mas a tarefa irá para as mãos de Jucá.
Paim, que programou para esta terça-feira (18) uma vigília em favor do reajuste, também apresentou requerimento de preferência para o PLV, sob o argumento de que as outras medidas provisórias que trancam a pauta do Plenário (MPs 477/09 e 480/10 e PLV 3/10) vencem também em 1º de junho. Mas o presidente do Senado, José Sarney, explicou que não é possível inverter a pauta, pois o regimento interno determina que seja obedecida a ordem de chegada ao Senado.
Fator previdenciário
O projeto que adicionou 1,58% ao reajuste dos aposentados e pensionistas que ganham mais do que um salário mínimo trouxe também uma mudança significativa para o sistema previdenciário: o fim do redutor do valor dos benefícios para quem se aposenta com pouca idade mesmo tendo cumprido os anos de contribuição exigidos.
Criado em 1999, como parte da reforma da Previdência do governo Fernando Henrique Cardoso, o fator previdenciárioEntenda o assunto desde então tem sido combatido ferrenhamente pelas entidades de defesa dos aposentados. O fim do redutor seria, portanto, considerado por eles uma vitória histórica. Mas o governo Lula já avisou ser contrário à eliminação do dispositivo que, na prática, desestimula os trabalhadores a se aposentarem e assim gera economia para a Previdência.
Ainda nesta sexta-feira (14) a Agência Senado publica uma material especial do Jornal do Senado sobre o PLV 2/10.

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Acordo com Irã. Que acordo!

TEERÃ (Reuters) - O Irã continuará suas atividades de enriquecimento de urânio, inclusive a produção de urânio enriquecido a 20 por cento, mesmo após a assinatura de um acordo de troca de combustível nuclear com a Turquia e o Brasil nesta segunda-feira, disse uma alta autoridade à Reuters.
"Não existe relação entre o acordo de troca e nossas atividades de enriquecimento... Vamos continuar nosso trabalho de enriquecimento de urânio a 20 por cento", disse Ali Akbar Salehi, diretor da Organização de Energia Atômica do Irã.
Não muda nada, vão fazer o que querem e os trouxas aqui, eu fora, acreditam que o Lulinha Paz e Amor, desesperado por uma cadeira na ONU, conseguiu convencer o louco a não produzir combustível nuclear!



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Orçamento 2009, Estados e Municipios 11.06%

Enquanto Estados e Municipios ficam com 11.06% do bolo para atender diretamente o cidadão o Governo Federal executa quase 89% e não entrega praticamnete nada aos seus contribuintes. Este é o Governo Lula que aumentou a divida inetrna de 823 bilhões para 2 trilhões na sua administração!
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Por que o governo Lula acelera um endividamento caro e quita antecipadamente uma dívida bem mais barata?


Constata-se que as condições das emissões de títulos da dívida brasileira - tanto interna quanto externa - foram altamente onerosas para o país. Não houve o acompanhamento criterioso de tais operações pelo Senado Federal, como prevê o artigo 52, inciso V, da Constituição Federal, pois todas estas emissões de títulos foram previamente autorizadas pelo Senado Federal desde 16 de novembro de 2004, quando, por meio da Resolução nº 20, permitiu-se a emissão e colocação de títulos da dívida externa no montante de até US$ 75 bilhões, sem estabelecer qualquer exigência quanto à modalidade dos títulos (nominativos; ao portador; listados ou não em bolsas de valores) ou quanto às demais condições de pagamento (prazos e juros), deixando o poder Executivo à vontade para “negociar”!
 Na sequência dessas emissões onerosíssimas para a nação, em dezembro de 2005, o governo Lula ANTECIPOU o pagamento de US$ 15,5 bilhões ao Fundo Monetário Internacional. Comparando-se o cronograma inicial de pagamentos devidos ao FMI com a anunciada economia de US$ 900 milhões, a título de juros, com tal antecipação, verificamos que o custo financeiro da dívida para com o FMI era de cerca de 4% ao ano.
 Portanto, na prática, o Brasil ANTECIPOU e ACELEROU o endividamento em títulos da dívida externa ao custo de cerca de 10% ao ano em dólares, aumentou o endividamento “interno” ao custo real de 13% ao ano (sendo que os investidores externos ganharam 35%) e ANTECIPOU o pagamento das dívidas junto ao FMI, cujo custo era de apenas 4% ao ano.  Qual é a explicação para movimentos tão contraditórios?
 Como justificar antecipação e aceleração “a todo vapor” da emissão de títulos no momento, se o próprio governo diz ser confortável a situação das reservas cambiais e das contas públicas, o que estaria inclusive permitindo a antecipação do pagamento de outras dívidas junto ao FMI, Clube de Paris e até à ONU?
 Enfim, por quê o governo Lula aumentou a dívida em títulos, a preços onerosíssimos, acarretando maiores gastos com juros, e antecipou o pagamento ao FMI, que cobrava taxas bem mais baixas? Qual é a lógica desse procedimento, especialmente considerando o sacrifício social imposto à nação, com cortes de gastos sociais e investimentos em saúde, educação, transportes, segurança, etc; aumento contínuo da carga tributária; aumento da Desvinculação das Receitas da União; redução de benefícios previdenciários e arrocho salarial, tudo para se produzir o elevadíssimo superávit primário?

O Governo Lula deve explicações ao povo brasileiro sobre estas operações.
AUDITORIA JÁ!




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Pagamento antecipado ao FMI e os danos da era Meirelles ao Brasil


Grave é o fato de que todos os títulos da dívida externa emitidos na Era Meirelles, a partir de abril de 2003,contêm Cláusula de Ação Coletiva (CAC) uma amarra que impedirá tomada de decisão soberana com relação à dívida, pois transfere para Nova Iorque o foro para dirimir conflitos sobre o endividamento e concede aos principais credores (detentores de 85% do valor da dívida) o poder para ditar os termos de uma eventual renegociação, conferindo-lhes superioridade inestimável. O efeito dessa cláusula é tão significativo que, após obter a concordância de países em inserir essa cláusula em seus títulos da dívida externa, o FMI desistiu de levar adiante a proposta de um tribunal internacional de arbitragem, conforme declarou sua ex-vice presidente Anne Krueger. Será que o Senado Federal, que tem a atribuição constitucional de acompanhar as operações externas (artigo 52, inciso V) autorizou tamanha perda de soberania?  
Portanto, à frente do Banco Central do Brasil, o sr. Meirelles vem cumprindo o papel de substituir títulos antigos por novos, resgatando os antigos (mesmo os de baixa liquidez) pelo valor integral de face e emitindo novos títulos, pagando as taxas de juros mais elevadas do mundo, generosíssimos spreads e ainda Cláusula CAC! Desta forma, em 2005 foi feita a troca de US$ 4,4 bilhões de Títulos C-Bond pelos novos A-Bond, que não podem ser resgatados antes do prazo final, condenando-nos a uma dívida eterna. No final de 2005, efetuou-se o pagamento antecipado ao FMI de US$ 15,5 bilhões, cujo custo financeiro era de cerca de 4% ao ano, e ao Clube de Paris o valor de US$ 1,7 bilhões. Agora, no início de 2006, resgata mais US$ 6,64 bilhões de títulos Bradies.  Se o nível das reservas está tão bom, a ponto de efetuarmos esses resgates, por que estamos emitindo tantos títulos da dívida externa, de forma acelerada, a custos elevadíssimos e ainda com a amarra da cláusula CAC? Desde 2003, já foram emitidos US$ 25,4 bilhões de títulos com as CAC, o que representa nada menos que 40,64% do estoque de bônus da dívida externa federal existente no final de setembro de 2005. 
Meirelles, que não se pronunciou sobre o prejuízo do Banco Central em 2005, no valor de R$ 10,45 bilhões em 2005, afirmou ao jornal O Estado de São Paulo (24.02.2006, página B6) que “é importante mover-se tão rapidamente quanto consigamos” e que “é possível ver um rápido aumento na confiança do consumidor”. Ora, é evidente que num cenário de benesses tão impressionante o “risco-país” tinha de cair[2]. Afinal, o mercado que comanda essas agências derating bate palmas para essa política econômica que prioriza acima de tudo os interesses financeiros. A famosa Lei de Responsabilidade Fiscal não estabelece qualquer limite ou pena aos prejuízos que o Banco Central transfere para o Tesouro Nacional, que paga essa conta com recursos que poderiam estar sendo destinados à saúde, educação, ao resgate da miséria de nosso povo sofrido ou a reajustes decentes para professores e demais funcionários públicos, inclusive aos aposentados que dedicaram suas vidas ao país. Aliás, enquanto a Lei de Responsabilidade Fiscal limita e controla a ferro e fogo os gastos sociais, não estabelece limite também para os gastos com a dívida, tendo permitido que o governo federal gastasse impunemente R$ 139 bilhões com o serviço da dívida externa e interna em 2005 (exclusive o refinanciamento). Leia mais....Clique "aqui"


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Governo Lula dobrou divida interna!

A “dívida” interna de 1 TRILHÃO e 500 BILHÕES, que cresce sem nenhuma surpresa, à medida que os juros sobem. E vão subir mais.
Oficialmente o governo confirmou: o total da chamada dívida interna que não existia até 1994, é esse que está no título. A juros de 8,75% (por enquanto) será preciso “economizar” para os juros, (leia-se AMORTIZAR em vez de PAGAR) importância astronômica. Fico até humilhado, envergonhado e constrangido em publicar o total.
Mas não posso esconder do cidadão-contribuinte-eleitor, o quanto ele mesmo terá que ter à disposição para alimentar esses sôfregos e avaros banqueiros brasileiros e estrangeiros. E alguns que trazem para cá o famoso “capital motel”, ganham na Bovespa, vão embora e deixam os lucros aqui, rendendo 8,75%, o maior rendimento do mundo. E com pagamento sem qualquer atraso, pois ATRASO significa desconfiança no exterior, e se houver essa desconfiança, Lula não ganha mais títulos de ESTADISTA DO ANO.
(Lula é “consagrado” não pelo que faz e sim pelo que paga, generosamente com o dinheiro do cidadão).
Tendo que AMORTIZAR a dívida com juros de 8,75%, o governo precisará, anualmente, de 132 BILHÕES. Não tem evidentemente, mas precisa arranjar. Então, fazia como FHC, que dizia “estamos economizando” para pagar a dívida. Não era economia nem pagamento, mas nenhum órgão de comunicação, desses que “LUTAM BRAVAMENTE PELA LIBERDADE DE IMPRENSA”, jamais comenta esses fatos.
Assim, livre e desembaraçado, o governo anterior deixou para o sucessor, uma dívida de 800 BILHÕES. Que Lula DOBROU PARA 1 TRILHÃO e 500 BILHÕES. Com FHC, os juros chegaram a 44 por cento, entregou a Lula com 26 por cento.
O atual conseguiu ir reduzindo os juros, mas não conseguiu reduzir a dívida. É até natural. Os juros anuais exigiam amortizações de 150 BILHÕES, o governo só arranjava 90 bilhões, (que chamavam de “economia”) e portanto como PAGAR 150 se só tinham 90? Elementar.
Antes da crise, o governo conseguia AMORTIZAR (como confessava publicamente) 90 BILHÕES e os outros 60 BILHÕES, jogavam em cima do total da dívida. Os credores (crime hediondo) aceitavam, não por generosidade, mas sim porque isso é da essência do capitalismo.
Recebiam 90 BILHÕES, à vista, e a dívida, todo ano, aumentava 60 BILHÕES, quer dizer: AUMENTAM OS PAGAMENTOS, E A DÍVIDA CRESCE NA RAZÃO DIRETA da quadratura do círculo. Que se fecha, inapelavelmente, encurralando o cidadão-contribuinte-eleitor.
Com a crise, Lula não conseguiu ROUBAR os cidadãos nem nesses 90 BILHÕES, a dívida aumentará cada vez mais, a amortização (que mentem dizendo que é pagamento) terá que ser reduzida drasticamente, o total da dívida crescerá rigorosamente.
(Há anos, no jornal impresso, fiz um jogo usando a palavra IMPAGÁVEL. Nos dois sentidos. Uma vez ela é trágica, no outro humorística, pois os que recebem, caem na gargalhada com a nossa burrice traiçoeira).
PS – Enquanto os EUA mantêm os juros ENTRE ZERO e 0,25 POR ANO, POR ANO, o governo Lula já decidiu: aumentará os juros a partir de março. Dizem que o aumento será pequeno, de 1,25%, irá para 10%. Com isso, a dívida renderá mais 19 BILHÕES.
PS 2 – Para o Bradesco e outros, Lula é altamente generoso. Emprestou a ele importância enorme para comprar 28 por cento da Vale. A juros de 4 por cento ao ano, que o Bradesco reempresta a 243 por cento.
PS 3 – Os que DEFENDEM BRAVAMENTE A LIBERDADE DE IMPRENSA, não podem tocar nesses assuntos. Podem DENUNCIAR um desfalque de 30 mil reais no interior do Piauí, mas têm que ESQUECER para sempre o ROUBO DE 150 BILHÕES, TODO ANO.
PS 4 – Como este repórter, e o seu jornal, a Tribuna da Imprensa, não se importam com o desfalque do Piauí, mas denuncio todos os CORRUPTOS QUE ROUBAM TODO ANO 150 BILHÕES do cidadão-contribuinte-eleitor, não posso ter jornal. Nem ir à televisão, mostrar o que é VERDADEIRAMENTE, LIBERDADE DE IMPRENSA. Mas enquanto viver, lutarei pela LIBERDADE DE IMPRENSA.
Publicado na sexta-feira, 29 de janeiro de 2010 | 07:00 "Tribuna da Imprensa"


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Servidores públicos de mal remunerados a invejados



Ao longo de seus dois mandatos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva transformou os servidores públicos de mal remunerados a invejados pelo mercado. Em alguns casos, o reajuste ao longo dos últimos oito anos chegou a 576%. É o caso dos pesquisadores em topo de carreira do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que iniciaram 2003 com salário de R$ 1.959,00 e hoje ganham R$ 13.249,00.
O salto salarial foi fruto de um acordo fechado em 2008 com várias categorias, que deixarão ao sucessor de Lula uma fatura de gastos adicionais com folha de R$ 35 bilhões só em 2011. Ainda assim, Lula chega ao fim de seu último ano enfrentando uma onda de greves que pode aumentar esta semana. A Finep é um dos órgãos atualmente parados.
Nenhum servidor público federal chegará ao fim da era Lula tendo recebido um reajuste inferior à inflação do período. Enquanto os preços medidos pelo IPCA subiram 51,8% de janeiro de 2003 a abril de 2010, os reajustes são de pelo menos 100%.
Os números constam de um levantamento que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, entregou a Lula. Diante dos números, o presidente determinou que não se concedam mais reajustes salariais neste ano. Mandou também cortar o ponto dos grevistas e questionar na Justiça a legalidade das paralisações.
"Só em 2012". Os reajustes elevados, justifica Paulo Bernardo, foram dados para atrair e manter servidores com o grau de qualificação necessário para exercer bem as funções públicas. Ele admite, porém, que o governo não teria sido tão generoso se o acordo de 2008 tivesse sido fechado após a eclosão da crise financeira. O aumento concedido à época foi dividido em três anos, de forma que a última parcela será paga em julho.

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Lu Aiko Otta / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo


E OS APOSENTADOS, NADA!
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domingo, 2 de maio de 2010

O site oficial do PT dá guarida a uma rede de mentiras contra Serra.

via 3katherines de Humberto Sisley em 30/04/10

Neste momento, esta é a capa do Portal do PT, site oficial do partido. Vejam bem a manchete que ali está estampada. Este é o PT "cordeiro".
 Entre no site do PT e busque a palavra "Serra". Você vai ter uma surpresa com o número de baixarias que vai encontrar dentro do Portal do Partido dos Trabalhadores. Escrito por quem? Por uma Rede de Blogs! 
Aí em cima você conhece um pouco do PT "lobo em pele de cordeiro". Dentro do Portal do PT, são publicadas matérias de blogs como "Blog do Rovai", "Blog do Miro", "Blog Cidadania", " Os Amigos do Presidente Lula", "Blog do Rodrigo Vianna, O Escrevinhador", Blog "RS Urgente", "Brasília Confidencial" e muitos outros. Não conheço estes blogs, mas pelas matérias publicadas no Portal oficial do PT, formam uma espécie de rede. Veiculam matérias insidiosas contra José Serra. Acusações pesadíssimas sem provas. O Portal do PT, site oficial do partido, acata tudo e dá repercussão. Pelo que se tem notícia, respeitando a liberdade da blogosfera, o PSDB jamais tentou tirar qualquer um deles do ar. Seria um absurdo, pois entra em blog quem quer e participa quem se identifica com o conteúdo. Quem é que vai tirar do ar o Portal do PT, que aluga bocas como a do deputado pedetista, para não sujar as patonas de lobo? Ao veicular inverdades, o PT torna-se cúmplice delas. Quem é que vai tirar o Portal do PT do ar? É esta gente que quer dizer que está jogando limpo na internet. Acusam a oposição pelo crime que estão cometendo. Esta história a gente já conhece. É velha. É aquela de dar o tapa e esconder a mão. Tem a cara e o fedor do PT.