quinta-feira, 26 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Custo logístico do agronegócio sobe 147% entre 2003/09
A falta de alternativas para escoar a safra brasileira de grãos, que neste ano deve atingir novo recorde, provocou a explosão dos custos logísticos do agronegócio.
Entre 2003 e 2009, os gastos de transporte saltaram, em média, 147%, enquanto a inflação subiu 48%. Nos Estados Unidos e Argentina, principais concorrentes do País, o avanço foi de 16% e 35%, respectivamente, segundo dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec)
O aumento nos custos é decorrente de uma série de fatores, como estradas sem condições de tráfego e malhas insuficientes de ferrovias e hidrovias. Junta-se a isso, o fato de o agronegócio avançar fortemente para áreas mais afastadas do litoral e com infraestrutura ainda mais precária que o resto do País. Hoje, a Região Centro-Oeste é responsável por 35% da produção nacional de grãos. Mas a maioria da safra é exportada pelos portos do Sul e Sudeste, quando a lógica seria escoar pelos terminais da Região Norte.Um exemplo é o Mato Grosso, maior produtor de soja do Brasil, que exporta 80% da produção pelos portos de Vitória, Santos, Paranaguá e São Francisco do Sul. De Sorriso, principal polo produtor de soja do Estado, até Santos, no litoral paulista, são 2.100 quilômetros (km) de distância; até Paranaguá, 2.200 km; e até Vitória, 2.500 km.
Como a capacidade da ferrovia e hidrovia é limitada na região, cerca de 70% da safra é movimentada por caminhões a um custo de R$ 230 a tonelada de soja. Os produtores de Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, que estão do lado dos portos, têm os menores custos: entre R$ 55 e R$ 70. Na média do País, o produtor paga R$ 135,6 por tonelada, segundo a Anec. Nos Estados Unidos, R$ 31,18; e na Argentina, R$ 34,64.
Mediocridade
Outro reflexo da dependência da rodovia é a perda de grãos no meio do caminho. Segundo o especialista em transporte e logística, Antonio Wrobleski Filho, sócio da AWRO Participações e Logística, cada caminhão perde, em média, 60 quilos da carga entre a fazenda e o porto.
Na avaliação dele, o País precisa, urgentemente, mudar sua matriz de transporte, ampliando os investimentos em ferrovia, que hoje tem apenas 28 mil km de extensão - até 2015, serão 35 mil km. Wrobleski destaca que, nos dois últimos anos, o volume de investimento em infraestrutura subiu de 0,5% para 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto a necessidade do País está entre 3% e 5% do PIB.
Com esse volume de recursos, que parece estar distante de se tornar realidade, o Brasil demoraria entre cinco e dez anos para ter infraestrutura adequada. Na opinião do especialista, o País se aproxima da excelência quando se trata de plantar e colher, mas convive com a mediocridade quando se trata de transportar e embarcar os alimentos.
Fonte: Global21
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O mito da prosperidade na era petista
Alguém pode me responder se melhorou a segurança pública? Preciso comentar sobre isto? Não precisaria, a não ser para lembrar aos ainda desavisados que o PT é sócio das FARC no Foro de São Paulo.
Diante de tantos descalabros cometidos por Lula e seu partido (foi mesmo por um Fiat Elba que Collor caiu?), o povo, em acepção ampla, o que inclui também a classe empresarial, tem se sentido seguro por agarrar-se tão somente aos indicadores econômicos, por acreditar que Lula e a sua equipe têm se saído bem nesta área. Pois então, hoje, venho frustar as suas esperanças. Quem sabe assim entenderão que o oásis de sombra e água fresca que lhe é apresentado pelo governo com a cumplicidade de grande parte da mídia tradicional não resiste a um exame mínimo de lógica.
Trata-se de um crasso erro histórico a opção do nosso povo em abdicar alegremente dos seus preceitos morais, de sua dignidade e da liberdade para endossar as políticas econômicas do PT. Com efeito, não há como a população em geral não ter tido a mínima ciência dos passos deste partido imbuído do mais bem acabado projeto de conquista de um poder totalitarista, depois de tantos escândalos de corrupção, intervenção, golpes contra a ordem institucional (falo dos dossiês falsos, dos acessos a dados sigilosos e do acionamento do crime organizado para perpetrar atos terroristas em massa, como aconteceu em São Paulo em 2006 e recentemente) e investidas contra a propriedade privada e contra a liberdade de expressão.
Diante de tantos descalabros cometidos por Lula e seu partido (foi mesmo por um Fiat Elba que Collor caiu?), o povo, em acepção ampla, o que inclui também a classe empresarial, tem se sentido seguro por agarrar-se tão somente aos indicadores econômicos, por acreditar que Lula e a sua equipe têm se saído bem nesta área. Pois então, hoje, venho frustar as suas esperanças. Quem sabe assim entenderão que o oásis de sombra e água fresca que lhe é apresentado pelo governo com a cumplicidade de grande parte da mídia tradicional não resiste a um exame mínimo de lógica.
Para tanto, comecemos por nossa infra-estrutura: Temos oito anos de governo lulista, e neste tempo todo, nada - absolutamente nada - foi feito para melhorar as nossas estradas, as ferrovias, os portos e os aeroportos. Pelo contrário, no governo da estrela vermelha assistimos ao apagão aéreo, que perdura até hoje, e à tragédia anunciada dos desastres que causaram a morte de centenas de pessoas. E o que nos disseram com respeito a isto? "-Relaxa e goza!"
Com relação ao nosso sistema elétrico, testemunhamos a fragilidade de uma rede que não agüenta uma chuva, e o que tivemos como resposta, justamente desta que hoje se apresenta como candidata do continuísmo? "Ôôô querida, não vai ter apagão, só blecaute!". Pois saibam os meus compatriotas que na região metropolitana de Belém falta luz todos os dias, sendo que nas áreas um pouquinho mais afastadas o "blecaute" tem sido, em média, de dezoito a vinte horas diárias, segundo recente reportagem televisiva! Igualmente, tenho recebido comunicados de amigos de todo o Brasil, relatando que em suas respectivas localidades acontece o mesmo! De fato, o barramento está sobrecarregado de tal forma que os operadores se vêem na contingência de praticar o revezamento entre os bairros, com o especial cuidado de "caprichar" nos lugarejos mais pobres.
E quanto ao gás natural? O que o atual governo fez por todos nós? Além de ter entregado graciosamente cinco refinarias da Petrobras (não era pra ser um patrimônio dos brasileiros?) ao seu amigo cocaleiro e colega do Foro de São Paulo, concordou em aumentar estupidamente a tarifa do gás proveniente daquele país. E o que recebemos como resposta? "- o povo boliviano é pobre e precisa da nossa ajuda". Ué, o Sr Lula é presidente do Brasil ou da Bolívia?
Vamos resumir a interminável coleção das inaugurações de promessas? Recordemos do fiasco do biodiesel, da tv digital, da banda larga, do pré-sal, da obras da Copa e agora, do factóide trem-bala! Enquanto em outros países todas estas coisas existem, funcionam otimamente ou foram bem construídas e executadas, aqui batemos palmas e estouramos champanhe para o vento.
Passemos aos serviços típicos de estado: alguém pode me responder se melhorou a segurança pública? Preciso comentar sobre isto? Não precisaria, a não ser para lembrar aos ainda desavisados que o PT é sócio das FARC no Foro de São Paulo, e que tem agido consistentemente para a proteção e apoio àquela entidade narcoterrorista. Como um sócio de narcoguerrilheiros poderia ter interesse em acabar com o tráfico de drogas no Brasil, a principal causa da violência, ou melhor, da criminalidade?
Passemos à questão da educação: o que melhorou? Ainda somos o país mais burro do mundo, a empunhar a lanterna na popa. E tomem escândalos de corrupção envolvendo roubos de provas, vestibulares, concursos públicos e vazamentos de dados sigilosos.Na saúde, todos os dias, todos os dias, todos os dias, as notícias se repetem de gente morrendo nos corredores dos hospitais fétidos, e o que nos respondem? "- Que o sistema público de saúde beira à perfeição..."
Trago fatos de amplo conhecimento. Nada é novo. Assim, se todas estas coisas andam tão ruins, porque haveríamos de concluir que no estrito plano econômico vamos bem? Pois a resposta é que justamente estamos andando de ré.
Para tanto, recorro a levantamentos recentes amplamente divulgados pela imprensa que têm demonstrado que as nossas pautas de exportações gradativamente estão sendo caracterizadas pelo majoritário envio de commodities (minérios e produtos do agronegócio), em detrimento de bens industrializados com tecnologia agregada. Saliente-se que o governo, via MST e política indigenista, ao invés de estimular estes setores que ainda se mostram competitivos, concentra-se justamente em espicaçá-los. Então, de onde o mérito do Sr Lula e da candidata Dilma?
Com relação aos nossos parceiros, estamos perdendo o contato com as nações para as quais mantínhamos um tradicional comércio - inclusive de bens de maior valor agregado - para privilegiarmos a desleal China, aquela que logo no início do primeiro mandato do Supremo Apedeuta nos impingiu um embargo à soja que já estava embarcada, causando-nos um prejuízo de mais de quatrocentos milhões de reais, e isto, para ironia das ironias, logo depois do governo de Lula tê-la reconhecido como uma economia de livre-mercado. Quem se lembra daquela recorrente propaganda televisiva, logo no início do primeiro mandato petista, em que uma voz muito semelhante à do ator global Paulo José (será que a voz era mesmo dele?), aquele que só interpreta papéis de personagens abobalhados, anunciava a China como a nossa futura principal parceira comercial?
Quem diria! Depois de tanto esforço por diferentes governos rumo à industrialização, vêem logo os petistas para nos remeter ao status daquilo que eles sempre fizeram questão de criticar neste termos: "- o Brasil é uma grande fazenda!"..."-somos uma pátria de colonizados fornecedores de matéria-prima"...e assim por diante.
Por fim, mas sem esgotar, reitero o perigo do gradual abandono da única medida administrativa dos dois mandatos recentes: a responsabilidade fiscal. Com uma despesa que não pára de crescer, as impressoras já estão em aquecimento, e não tarda a um processo inflacionário vir corromper o poder de compra dos atuais salários e o valor dos produtos da exportação. Quiçá venha acompanhado de um colapso energético e dos transportes, estaremos bem fritos. E por tudo isto grossa parte da nossa gente ignora ou se faz de besta.
No cotejo com outras nações, quer sejam pequenas como o Uruguai, desenvolvidas como a Coréia do Sul ou os Estados Unidos, ou grandes como a China e a Índia, nossos índices de crescimento econômico têm se mantido sempre aquém. Portanto, cabe ao leitor perguntar a si próprio: temos crescido graças ao governo Lula ou apesar dele?
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Não ao "dedazo" de Lula
Lula optou por uma auxiliar direta, sem projeto político ou experiência eleitoral, mas capaz de cumprir à risca suas determinações: Dilma Rousseff
Nas eleições de 1970, em pleno "milagre econômico", o partido do regime militar teve uma vitória arrasadora. Os eleitores votaram maciçamente na antiga Arena e por muito pouco o MDB, o partido de oposição criado por imposição da ditadura, não se autodissolveu. Estava em curso um projeto de "mexicanização" do país.
Na terra de Zapata e Pancho Villa, um "dedazo" do presidente da República indicava o candidato oficial e este era eleito por esmagadora maioria. E assim o Partido Revolucionário Institucional (PRI) se mantinha no poder, graças ao clientelismo, à corrupção e ao aparelhamento do Estado.
Com as devidas ressalvas, quatro décadas depois, estamos diante de situação semelhante. Um "dedazo" do presidente Lula, amparado por seus índices de popularidade e pelo prestígio popular de seu governo, ameaça transformar o maior patrimônio político da nação -o voto direto, secreto e universal- em mero ritual de legitimação da sucessão presidencial.
Sim, porque há dois anos o presidente da República abusa de todos os meios à sua disposição e de todas as pessoas sob sua influência para fazer o seu sucessor. Lula não escolheu nenhum líder petista calejado nas lutas políticas, como os petistas José Dirceu ou Antônio Palocci, que foram expelidos de seu governo por motivos éticos.
Muito menos um aliado, como o ex-ministro da Integração Nacional Ciro Gomes, cuja legenda lhe foi negada pelo PSB a pedido do próprio presidente da República. Optou por uma auxiliar direta, sem projeto político próprio ou experiência eleitoral, mas capaz de cumprir à risca suas determinações: a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff.
Ex-militante da VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária - Palmares), Dilma nunca disputou uma eleição para chegar ao Executivo, jamais exerceu um mandato eletivo no Legislativo.
Chegou ao Palácio do Planalto por integrar a tecnoburocracia petista, na qual se destacou por coordenar com mão de ferro a equipe ministerial. Revelou-se o nome mais adequado para comandar um modelo de governo verticalizado, centralizador e dirigista-estatal.
Encarna um projeto de poder de longo prazo, alavancado pelo aparelhamento do Estado brasileiro, pela adoção de políticas sociais assistencialistas, por práticas eleitorais de clientela e alianças com velhas oligarquias.
No governo Lula, Dilma foi uma das responsáveis pela adoção de um novo tipo de intervenção do Estado na economia, graças a um pacto perverso entre o governo, com suas empresas públicas e fundos de pensão, e as grandes empreiteiras, grandes grupos exportadores e alguns bancos privados.
O risco de "mexicanização" do país tem nessa conexão entre o setor público e o grande capital monopolista sua mola-mestra, daí a origem da campanha eleitoral milionária do PT. Mas isso não para por aí. A aliança entre o PT e o PMDB, partido que controla o Congresso Nacional, é uma simbiose entre o aparelhamento do Estado e o clientelismo político, cuja inédita capilaridade alcança todos os municípios do brasileiros. É outra semelhança com o velho PRI.
O PT manipula os sindicatos, enquanto o PMDB controla a velha política municipal. Como enfrentar, então, essa ameaça?
Para enfrentar os problemas do câmbio do país, temos que desatrelar o governo dos bancos, das empreiteiras e dos oligopólios. A única maneira de evitar a "mexicanização" é a alternância de poder, ou seja, a eleição de um oposicionista para a Presidência da República.
No meu caso, apoio José Serra, um político capaz de barrar uma estratégia do presidente Lula para manter o PT no poder central pelas próximas décadas.
Roberto Freire, advogado, é presidente do PPS (Partido Popular Socialista) e candidato a deputado federal por São Paulo. Foi deputado federal e senador pelo PPS-PE.
buzz2feed - moisesalba
O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria. Churchill
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Represento 0,0000005% que não aprova este presidente!!
A caminho dos 99,9999985%
Há poucos dias, a imprensa anunciou amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo seus recordes anteriores de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É, realmente, algo “nunca antes visto nesse país” e eu fiquei me perguntando o que poderemos esperar das próximas consultas populares.
Lembro-me de que quando Lula chegou aos 70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação.
Mas eu estava enganado: nosso operário-presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coreia do Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas Lula tem uma vantagem sobre os dois ditadores: aqui as pesquisas refletem verdadeiramente o que o povo pensa, enquanto em Cuba e na Coreia do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo.
Portanto, a popularidade de Lula ainda “tem espaço” para crescer, para empregar essa expressão surrada e pedante, mas adorada pelos economistas. E faltam apenas cerca de 16% para que Lula possa, com suas habituais presunção e imodéstia, anunciar ao mundo que obteve a unanimidade dos brasileiros em torno de seu nome, superando até Jesus Cristo ou outras celebridades menores que jamais conseguiram livrar-se de alguma oposição…
Sim, faltam apenas 16% mas eu tenho uma péssima notícia a dar a seu hipertrofiado ego: pode tirar o cavalinho da chuva, cumpanhero, porque de 99,9999985% você não passa.
Como você não é muito chegado em Aritmética, explico melhor: o Brasil tem 200.000.000 de habitantes, um dos quais sou eu. Represento, portanto, 1 em 200.000.000, ou seja, 0,0000005% enquanto os demais brasileiros totalizam os restantes 99,9999985% (o signatário do blog representa mais 0,0000005% e seu primo Sídney mais ). Esses, talvez, você possa conquistar, em todo ou em parte. Mas meus humildes 0,0000005% (e do signatário desse blog e seu primo Sidney) você jamais terá porque não há força neste ou em outros mundos, nem todo o dinheiro com que você tem comprado votos e apoios nos aterros sanitários da política brasileira, não há, repito, força capaz de mudar minha convicção de que você foi o pior dentre todos os presidentes que tive a infelicidade de ver comandando o Brasil em meus 65 anos de vida.
E minha convicção fundamenta-se em um fato simples: desde minha adolescência, quando comecei a me dar conta das desgraças brasileiras e a identificar suas causas, convenci-me de que na raiz de tudo está a mentalidade dominante no Brasil, essa mentalidade…
dos que valorizam a esperteza e o sucesso a qualquer custo;
dos que detestam o trabalho e o estudo;
dos que buscam o acesso ao patrimônio público para proveito pessoal;
dos que almejam os cabides de emprego e os cargos fantasmas;
dos que criam infindáveis dinastias nepotistas nos órgãos públicos;
dos que desprezam a justiça desde que a injustiça lhes seja vantajosa;
dos que só reclamam dos privilégios por não estar incluídos entre os privilegiados;
dos que enriquecem através dos negócios sujos com o Estado;
dos que vendem seus votos por uma camiseta, um sanduíche ou, como agora, uma bolsa família;
dos que são incapazes de discernir, comover-se e indignar-se diante de infâmias.
Pense a maioria o que quiser, diga a maioria o que disser, não mudarei minha convicção de que este País só deixará de ser o que é – uma terra onde as riquezas produzidas pelo suor da parte honesta e trabalhadora é saqueada pelos parasitas do Estado e pelos ladrões privados eternamente impunes – quando a mentalidade da população e de seus representantes for profundamente mudada.
Mudada pela educação, pela perseverança, pela punição aos maus, pela recompensa aos bons, pelo exemplo dos governantes. E você Lula, teve uma oportunidade única de dar início à mudança dessa mentalidade.
Você teve a oportunidade de tornar-se nossa tão esperada âncora moral, esta sim, nunca antes vista nesse País.
Mas não, você preferiu o caminho mais fácil e batido das práticas populistas e coronelistas de sempre, da compra de tudo e de todos. Infelizmente para o Brasil você estava certo: para que se esforçar, escorado apenas em princípios de decência, se muito mais rápido e eficiente é comprar o que for necessário, nessa terra onde quase tudo está à venda?
Eu não o considero inteligente, no nobre sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de chegar aonde você chegou, partindo de onde você partiu, não chafurdaria nesse lamaçal em que você e sua malta alegremente surfam. Mas reconheço em você uma esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem, em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e de seus representantes.
Esse é seu legado maior: o de haver escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: “Aqui todos são subornáveis”. Você destruiu as ilusões de quem achava que havíamos evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam poder ver um Brasil decente antes de morrer.
Você não inventou a corrupção brasileira, mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder.
Você é o sonho de consumo da banda podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.
Você faz da mentira e da demagogia seu principal veículo de comunicação com a massa.
A propósito, o que é que você sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos palanques? Você sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que vale a pena?
Você mentiu quando disse haver recebido como herança maldita a política econômica de seu antecessor.
Você mentiu ao dizer que não sabia do Mensalão.
Mentiu quando disse que seu filho enriqueceu através do trabalho.
Mentiu sobre os milhões que a Ong 13, de sua filha, recebeu sem prestar contas.
Mentiu ao afastar Dirceu, Palocci, Gushiken e outros cumpanheros pegos em flagrante.
Mente quando, para cada platéia, fala coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las.
Mentiu, mente e mentirá em qualquer situação que lhe convenha.
Você não moveu uma palha, em seis anos de presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os tipos neste País sedento de Justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares de tantas vítimas. Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós.
Ao contrário, o Supremo, onde você tem grande influência, por haver indicado um bom número de Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam julgados, o que, no Brasil, leva décadas.
Isso significa, em poucas palavras, que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.
Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse a seu grupo ou a suas inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma. Aliás, Lula, você nunca teve ideais, apenas ambições.
Você jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça. Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas, sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego adulado.
Você tem dividido a nação, jogando regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar proveito das desavenças que fomenta. Aliás, se você estivesse realmente interessado, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na melhoria da saúde e do ensino públicos. Mas você, no íntimo, despreza o ensino, a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito trabalho, não é mesmo?
A Imprensa faz-lhe pouca oposição porque você a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a economicamente e perseguindo jornalistas.
Você pode desdenhar tudo aquilo que aqui foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem.
Afinal, se você não é o maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar tamanha popularidade?
É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs, movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, você comprou com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas.
Muita gente que trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo, satisfez-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar, em consequência do modesto crescimento econômico que foi plantado anteriormente.
É esse, em síntese, o triste retrato do Brasil de hoje… E, como se diz na França, “l´argent n´est tout que dans les siècles où les hommes ne sont rien”. ==>>Tradução Google Translater: O dinheiro é tudo, nos séculos em que os homens não fazem nada. Gilberto Geraldo Garbi
Fonte: Marcelo Cancão 24/08/2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Lula e o país “dele” por Marcos Guterman
Como já se esperava, o programa gratuito de Dilma Rousseff na campanha presidencial usou de cara a “bomba atômica Lula”, na feliz expressão de José Roberto Toledo. A ideia óbvia é, como diz Toledo, tentar liquidar logo a fatura. Aqui, porém, interessa mais uma análise de como Lula apareceu na propaganda de Dilma. E o que se viu foi a reafirmação escancarada do patrimonialismo lulista.
Patrimonialismo, como se sabe, é a indistinção, para o governante, entre o que é público e o que é privado. Os reis absolutistas eram patrimonialistas. Lula também é, porque se vê como proprietário legítimo do Estado. Quando se trata de Brasil, o pronome “nosso” não existe para Lula. Apenas “meu”.
A certa altura da propaganda eleitoral no rádio, Lula pede o voto em Dilma e afirma: “É nela que eu confio pra cuidar do meu país”. Ou seja: o Brasil é o país que pertence a Lula – aquele que faz política externa com “companheiros” ditadores, ao arrepio das tradições diplomáticas brasileiras; aquele que mandou dar à própria mulher a principal condecoração do Itamaraty; aquele que violou a lei eleitoral seguidas vezes para conseguir transformar uma ilustre desconhecida numa candidata viável; aquele que não perde a chance de criticar a fiscalização pública das obras de seu governo, vista como um entrave a seus projetos grandiosos de transformação do Brasil.
O país de Lula é, enfim, aquele em que o monarca não precisa se justificar ante outros Poderes nem respeitar qualquer forma de oposição, porque tem a legitimidade garantida por unção histórica – e cujo patrimônio será transmitido por herança para uma sucessora escolhida exclusivamente segundo sua soberana vontade. Isso não significa que Lula lhe entregará a coroa, longe disso. Em entrevista a rádios do Nordeste, segundo o registro de Josias de Souza, Lula referiu-se a Dilma como “minha presidenta” (e não presidente do Brasil) e disse: “Se tiver alguma coisa errada, vou pegar o telefone e ligar para minha presidenta”.
A responsabilidade de Dilma, portanto, será a de gerenciar o patrimônio de Lula. Como diz a música que “fala pelo presidente Lula” e que fechou o programa de TV da candidata petista:
“Deixo em tuas mãos o meu povo”.
Fonte: Blogs.Estadão
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A POLÍTICA, O POVO E O FALSO SILOGISMO
De acordo com estudos cientificamente observados por Fleck (1986), "O coletivo de pensamento se compõe de indivíduos, entretanto, o indivíduo não tem nunca, ou quase nunca, consciência do estilo de pensamento coletivo, que quase sempre exerce sobre seu pensamento uma coerção absoluta e contra o que é sensivelmente impensável uma oposição". Desta forma, o conhecer não se daria como um processo individualizado, mas fruto de uma atividade social que teria uma característica coercitiva, o mesmo que DOUTRINAÇÃO.
Fleck L. La genesis y el desarrollo de un hecho científico. Madri: Alianza; 1986.
Coletivo de Pensamento ou Mente Coletiva, é o processo pelo qual a grande massa se deixa levar sem muitos questionamentos. Como a boiada se deixa levar pelos boiadeiros e seus ensurdecedores berrantes.
No Brasil, como podemos facilmente constatar, o campo de conhecimento ainda tende para a DOUTRINAÇÃO. Isto é muito fácil de comprovar pelas pesquisas dos candidatos à Presidência da República atual. Doutrinar significa cercar o indivíduo, induzindo-o a pensar como o doutrinador.
Quando um povo, em sua maioria, não tem capacidade de reflexão, é guiado sempre pela MENTE COLETIVA. A mente coletiva política no Brasil é estabelecida por uma ideologia de classe. Isto é altamente nocivo em nossa sociedade, uma vez que, impossibilita a experiência própria, deixando o cidadão sem alternativas de exercer seu livre arbítrio.
Para que isto fique mais claro, usarei o critério sofista. A partir deste critério Aristóteles desenvolveu o chamado raciocínio silogista que consiste em propor um primeiro raciocínio, em seguida propor um segundo e, pelo método comparativo obter uma conclusão. No entanto, se a primeira proposição não for verdadeira, a conclusão é falsa. Mas, um povo que permite ser conduzido pela mente coletiva é fisgado facilmente pelos doutrinadores da classe ideológica. Desta forma, o indivíduo não consegue analisar a veracidade da primeira proposição e por uma questão de lógica argumentativa, aceita a conclusão como verdadeira.
Ex:
Primeira premissa: Quem chora é mulher.
Segunda premissa: Meu pai chora.
Conclusão: Logo, meu pai é mulher.
Isto é um "falso silogismo", pois como todos sabem, o choro é inerente a todo ser humano independente do gênero.
A Campanha Política se vale do princípio da "indução", afirmando uma mentira com argumentos "lógicos", tornando o que é falso em verdadeiro.
E assim, nosso povo, (aquele que não gosta de pensar) deixa-se levar pela intensa propaganda iniciada muito antes do tempo estabelecido pela lei, preferindo uma candidata sem qualquer qualificação, para governar o Brasil.
É óbvio que a outra candidata não teria nenhuma chance nesta disputa. Ela é pobre, humilde e, sobretudo, não tem uma "máquina" de recursos de propaganda como tem o governo para, através de seus marqueteiros, com seus "falsos silogismos" convencer o povo de que ela poderia ser uma boa governante.
Com o outro candidato não é diferente, associado como opositor do "falso mito" e ainda mais, sem nenhum carisma, tem caído nas pesquisas ultimamente, pelo menos por enquanto.
Assim sendo, a massa não pensante juntamente a outros "beneficiados" ilegalmente, votam na candidata associada ao Presidente que eles aprovam, via método indutivo do falso silogismo:
Primeira premissa: O atual Presidente convém aos meus interesses.
Segunda premissa: A candidata indicada por ele fará tudo o que ele mandar.
Conclusão: Logo, ela é a candidata ideal para continuar a satisfazer meus interesses.
Concluo este texto parafraseando Aristóteles:
"Dizer a verdade é dizer que aquilo que é, é; e que aquilo que não é não é. Dizer uma falsidade é dizer que aquilo que é não é; e que aquilo que não é, é."

Fleck L. La genesis y el desarrollo de un hecho científico. Madri: Alianza; 1986.
Coletivo de Pensamento ou Mente Coletiva, é o processo pelo qual a grande massa se deixa levar sem muitos questionamentos. Como a boiada se deixa levar pelos boiadeiros e seus ensurdecedores berrantes.
No Brasil, como podemos facilmente constatar, o campo de conhecimento ainda tende para a DOUTRINAÇÃO. Isto é muito fácil de comprovar pelas pesquisas dos candidatos à Presidência da República atual. Doutrinar significa cercar o indivíduo, induzindo-o a pensar como o doutrinador.
Quando um povo, em sua maioria, não tem capacidade de reflexão, é guiado sempre pela MENTE COLETIVA. A mente coletiva política no Brasil é estabelecida por uma ideologia de classe. Isto é altamente nocivo em nossa sociedade, uma vez que, impossibilita a experiência própria, deixando o cidadão sem alternativas de exercer seu livre arbítrio.
Para que isto fique mais claro, usarei o critério sofista. A partir deste critério Aristóteles desenvolveu o chamado raciocínio silogista que consiste em propor um primeiro raciocínio, em seguida propor um segundo e, pelo método comparativo obter uma conclusão. No entanto, se a primeira proposição não for verdadeira, a conclusão é falsa. Mas, um povo que permite ser conduzido pela mente coletiva é fisgado facilmente pelos doutrinadores da classe ideológica. Desta forma, o indivíduo não consegue analisar a veracidade da primeira proposição e por uma questão de lógica argumentativa, aceita a conclusão como verdadeira.
Ex:
Primeira premissa: Quem chora é mulher.
Segunda premissa: Meu pai chora.
Conclusão: Logo, meu pai é mulher.
Isto é um "falso silogismo", pois como todos sabem, o choro é inerente a todo ser humano independente do gênero.
A Campanha Política se vale do princípio da "indução", afirmando uma mentira com argumentos "lógicos", tornando o que é falso em verdadeiro.
E assim, nosso povo, (aquele que não gosta de pensar) deixa-se levar pela intensa propaganda iniciada muito antes do tempo estabelecido pela lei, preferindo uma candidata sem qualquer qualificação, para governar o Brasil.
É óbvio que a outra candidata não teria nenhuma chance nesta disputa. Ela é pobre, humilde e, sobretudo, não tem uma "máquina" de recursos de propaganda como tem o governo para, através de seus marqueteiros, com seus "falsos silogismos" convencer o povo de que ela poderia ser uma boa governante.
Com o outro candidato não é diferente, associado como opositor do "falso mito" e ainda mais, sem nenhum carisma, tem caído nas pesquisas ultimamente, pelo menos por enquanto.
Assim sendo, a massa não pensante juntamente a outros "beneficiados" ilegalmente, votam na candidata associada ao Presidente que eles aprovam, via método indutivo do falso silogismo:
Primeira premissa: O atual Presidente convém aos meus interesses.
Segunda premissa: A candidata indicada por ele fará tudo o que ele mandar.
Conclusão: Logo, ela é a candidata ideal para continuar a satisfazer meus interesses.
Concluo este texto parafraseando Aristóteles:
"Dizer a verdade é dizer que aquilo que é, é; e que aquilo que não é não é. Dizer uma falsidade é dizer que aquilo que é não é; e que aquilo que não é, é."
Fonte: marciagrega.blog
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O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria. Churchill
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PNDH3, PauloVanucchi, Dilma e a eleição 2010
A DECISÃO É SUA.
Outro dia, postei no twitter uma mensagem a pedido de um amigo, convidando para uma passeata a favor da democracia e contra a ditadura, no Rio de Janeiro. Logo fui interpelado. Me perguntaram a qual ditadura eu me referia e completou “enquanto vocês não incendiarem esse País, não sossegam. Não bastam os 20 anos da ditadura militar? Confesso que, após responder-lhe que somos contra qualquer tipo de autoritarismo, independente da ideologia que o motivar, confesso que esse questionamento não me saiu da cabeça. Tudo começou com o lançamento do PNDH3 e o que está por trás desse verdadeiro projeto de levar o Brasil para um regime de extrema esquerda e ainda retaliar os militares. Analisando atentamente o programa elaborado pelo Sr. Paulo Vanucchi cheguei a conclusão que além de querer desfigurar a democracia representativa, pretende interferir no Judiciário, na religiosidade de nosso povo, no direito à propriedade, na cultura popular , na família e ainda pretende impor censura à imprensa, liberação do aborto, adoção de filhos por casais homessexuais, alteração do estatuto do índio, intromissão em assuntos como nanotecnologia e transgenia, financiamento público de campanha e taxação de grandes fortunas. Como se não bastasse, a criação da comissão da verdade com revisão da Lei da Anistia para avaliar ato dos militares à época da ditadura, poupando os que roubaram, seqüestraram e mataram em nome do combate ao regime. O programa, pretenso defensor dos direitos humanos, naturalmente teve o conhecimento prévio do Presidente Lula e de sua candidata Dilma Rousseff não contribui em nada para o aprimoramento democrático, pelo contrário, leva o País perigosamente a caminho de um regime muito parecido com a República Bolivariana de Chávez, tornando-se na verdade um programa partidário e não para valorizar os ideais democráticos, porque se assim o fora, não se posicionaria contra qualquer resolução da ONU que reprovem os Direitos Humanos em países como Cuba , China e Venezuela.
Sentindo-se ameaçados, os militares, que a bem da verdade até então se ocupavam apenas de suas obrigações constitucionais, apoiados por segmentos mais conservadores começaram a se manifestar com mais ousadia, usando o velho argumento anti-comunista , da defesa da pátria , da família e da propriedade, num recado direto, de que não vão aceitar revanchismos e julgamentos a pretexto de passar a limpo a história, ainda mais porque não se fala em julgamento dos que os combateram.
O Partido dos Trabalhadores que na verdade não combateu a ditadura, pois sequer existia quando tudo começou e não tinha representatividade política importante quando terminou, tem a responsabilidade histórica de não tirar o Brasil da trilha da democracia que conquistamos , que permitiu que um operário chegasse à Presidência da República, não pode agora, através de sua ala mais radical, convulsionar o País, levando a retrocessos ou a ressuscitar sonhos socialistas já enterrados em todo o mundo.
Nossa jovem democracia chega em 2010 numa encruzilhada que nos aponta dois caminhos a seguir, o da social democracia progressista, com liberdade de imprensa, com respeito à propriedade, aos valores religiosos e culturais de nosso povo , a família e o pluripartidarismo. Um Estado justo que respeite a iniciativa privada e que se dedique principalmente à saúde, educação, segurança pública e programas de infra-estruturas necessárias ao crescimento, que mantenha a tradição de não ingerência e respeito à soberania das outras Nações ou o socialismo ultrapassado, estatizante e seguindo as normas preconizadas nesse famigerado PNDH3, com risco de levar o País a aventuras imprevisíveis e indesejadas. Fico com a primeira opção..
Postado por Marco Sobreira, sabado, 27/02/2010
Sentindo-se ameaçados, os militares, que a bem da verdade até então se ocupavam apenas de suas obrigações constitucionais, apoiados por segmentos mais conservadores começaram a se manifestar com mais ousadia, usando o velho argumento anti-comunista , da defesa da pátria , da família e da propriedade, num recado direto, de que não vão aceitar revanchismos e julgamentos a pretexto de passar a limpo a história, ainda mais porque não se fala em julgamento dos que os combateram.
O Partido dos Trabalhadores que na verdade não combateu a ditadura, pois sequer existia quando tudo começou e não tinha representatividade política importante quando terminou, tem a responsabilidade histórica de não tirar o Brasil da trilha da democracia que conquistamos , que permitiu que um operário chegasse à Presidência da República, não pode agora, através de sua ala mais radical, convulsionar o País, levando a retrocessos ou a ressuscitar sonhos socialistas já enterrados em todo o mundo.
Nossa jovem democracia chega em 2010 numa encruzilhada que nos aponta dois caminhos a seguir, o da social democracia progressista, com liberdade de imprensa, com respeito à propriedade, aos valores religiosos e culturais de nosso povo , a família e o pluripartidarismo. Um Estado justo que respeite a iniciativa privada e que se dedique principalmente à saúde, educação, segurança pública e programas de infra-estruturas necessárias ao crescimento, que mantenha a tradição de não ingerência e respeito à soberania das outras Nações ou o socialismo ultrapassado, estatizante e seguindo as normas preconizadas nesse famigerado PNDH3, com risco de levar o País a aventuras imprevisíveis e indesejadas. Fico com a primeira opção..
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Sua opinião esta sendo manipulada!
Em esplêndido artigo publicado na edição de ontem da Folha de São Paulo, o cientista político José Augusto Guilhon Albuquerque (Entre o erro e a torcida) apontou com propriedade os erros elementares na metodologia de pesquisa do Datafolha, que levaram o instituto, na semana passada, a apresentar larga margem de vantagem de Dilma Rousseff sobre José Serra. O autor foi muito elegante e irônico ao escolher as palavras. Não sublinhou apenas o erro metodológico, mas a "torcida". Eu digo: não é torcida, é propaganda da causa. É ação de má fé para com os brasileiros, tentando obstinada e deliberadamente enganar e conduzir os votos.
As pesquisas eleitorais no Brasil tornaram-se elemento importante na estratégia de campanha, transformando-se em agentes ativos do processo eleitoral como um todo, a começar pela definição dos apoios políticos, importantíssimos na reta final de campanha. Sem esses apoios regionais as candidaturas majoritárias têm muita dificuldade de falar com os eleitores distantes dos grandes centros. O eleitor isolado talvez nem esteja tão sujeito ao alarido provocado por elas, mas os cabos eleitorais, os caciques locais e, sobretudo, a mídia que gera notícia a partir de si mesma, em looping fabricado como um sonho replicando dentro de um sonho, libera grande energia contra a vontade soberana do eleitorado.
O que está senso feito é um gesto de engenharia de comunicação para manipular a consciência do público eleitor, de maneira deliberada e desonesta. Essa ação desleal e infame precisa ser denunciada não apenas porque acaba se tornando uma manipulação das eleições, mas porque retira da democracia a sua própria legitimidade. Chegamos ao estágio em que a vontade popular deixou de ser sujeito, soberana; quem manda agora na escolha dos governantes é o consórcio sórdido de sociólogos dos institutos e editores de jornais.
Por detrás de tudo o poder imenso da Presidência da República e seus faustosos recursos. E também a má índole dos que lá estão aboletados. Sua ânsia de se manter no poder não tem qualquer limite moral. Fazem o jogo do vale tudo. E os institutos, como o Datafolha, a troco de dinheiro e prestígio com o poder, são lenientes e coniventes com a pressão dos poderosos.
A edição de hoje da Folha de São Paulo anunciou uma vantagem massacrante de Dilma Rousseff sobre José Serra, apoiada em nova pesquisa da sua coligada, o Datafolha. É veraz? Não creio. Penso que está em processo um movimento de "abafa" midiático para definir, ainda no primeiro turno, as eleições em favor de Dilma Rousseff. Esse tipo de ação tem muito a ver com um golpe de estado "soft", sem sangue, mas com a mesma eficácia de empolgar o poder de forma ilegítima e contra a vontade consciente do eleitorado, que acaba votando como zumbis.
Se as eleições fossem apuradas pelos pesquisadores do Datafolha Dilma Roussef estaria eleita no primeiro turno, com maioria qualificada.
Fonte: Nivaldo Cordeiro
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
PT investe contra liberdade de imprensa desde o começo do governo, diz PSDB
O presidente do PSDB, Sérgio Guerra (PE), rebateu nesta sexta-feira as declarações do ministro Franklin Martins (Comunicação Social) de que o candidato José Serra (PSDB) "falta com a verdade" ao acusar o governo federal de cercear a liberdade de imprensa.
Guerra diz, em nota, que o PT tem investido contra a liberdade dos meios de comunicação de massa desde o início do governo Lula e expôs sua posição no primeiro programa de governo registrado pela candidata Dilma Rousseff (PT) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
"Se a imprensa no Brasil é livre e cumpre sua missão, deve isso não ao governo e a seu partido, o PT, mas à derrota e à rejeição das ameaças contra a liberdade de expressão expostas no Plano Nacional de Direitos Humanos III e no primeiro da série de programas de governo registrados pela candidata do PT."
Na nota, Guerra afirma que as conferências nacionais realizadas pelo PT no país propuseram o controle social da mídia e a criação de "instâncias punitivas para os que não se submetam aos seus ditames".
O tucano diz que Franklin Martins, jornalista, já manifestou publicamente seu "entusiasmo pelas teses que conspiram contra os fundamentos mais elementares" da sua profissão. "Sua nota, pois, desmente a si mesmo", afirma Guerra.
O presidente do PSDB disse que a declaração do ministro é "falsa e nociva" uma vez que as liberdades de imprensa e informação "não são dádivas de governo".
"São conquistas da sociedade brasileira, imperativos constitucionais indissociáveis do Estado Democrático de Direito. O PT tem investido contra elas desde o início do atual governo. As ações do ministro Franklin Martins as têm ameaçado desde o início de sua gestão", diz Guerra.
EMBATE
O ministro respondeu ontem em nota à acusação de Serra de que o governo tenta censurar a imprensa. "O candidato do PSDB a presidente da República, José Serra, acusou hoje o governo federal de cercear, constranger e censurar a imprensa. Trata-se de uma acusação grave e descabida, sem qualquer apoio nos fatos", diz o texto.
"A imprensa no Brasil é livre. Ela apura e deixa de apurar o que quer. Publica e deixa de publicar o que deseja. Opina e deixa de opinar sobre o que bem entende. Todos os brasileiros sabem disso", diz a nota.
A presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), Tereza Cruvinel, também divulgou nota, em que diz que as declarações de Serra "não correspondem à atuação dos canais públicos da EBC". "[Serra] participou de uma série de entrevistas com presidenciáveis na TV Brasil, confirmando a observância dos princípios de isenção, apartidarismo e isonomia na cobertura", diz a nota.
Serra fez as declarações ontem ao participar de evento na ANJ (Associação Nacional de Jornais), no Rio de Janeiro.
Guerra diz, em nota, que o PT tem investido contra a liberdade dos meios de comunicação de massa desde o início do governo Lula e expôs sua posição no primeiro programa de governo registrado pela candidata Dilma Rousseff (PT) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
"Se a imprensa no Brasil é livre e cumpre sua missão, deve isso não ao governo e a seu partido, o PT, mas à derrota e à rejeição das ameaças contra a liberdade de expressão expostas no Plano Nacional de Direitos Humanos III e no primeiro da série de programas de governo registrados pela candidata do PT."
Na nota, Guerra afirma que as conferências nacionais realizadas pelo PT no país propuseram o controle social da mídia e a criação de "instâncias punitivas para os que não se submetam aos seus ditames".
O tucano diz que Franklin Martins, jornalista, já manifestou publicamente seu "entusiasmo pelas teses que conspiram contra os fundamentos mais elementares" da sua profissão. "Sua nota, pois, desmente a si mesmo", afirma Guerra.
O presidente do PSDB disse que a declaração do ministro é "falsa e nociva" uma vez que as liberdades de imprensa e informação "não são dádivas de governo".
"São conquistas da sociedade brasileira, imperativos constitucionais indissociáveis do Estado Democrático de Direito. O PT tem investido contra elas desde o início do atual governo. As ações do ministro Franklin Martins as têm ameaçado desde o início de sua gestão", diz Guerra.
EMBATE
O ministro respondeu ontem em nota à acusação de Serra de que o governo tenta censurar a imprensa. "O candidato do PSDB a presidente da República, José Serra, acusou hoje o governo federal de cercear, constranger e censurar a imprensa. Trata-se de uma acusação grave e descabida, sem qualquer apoio nos fatos", diz o texto.
"A imprensa no Brasil é livre. Ela apura e deixa de apurar o que quer. Publica e deixa de publicar o que deseja. Opina e deixa de opinar sobre o que bem entende. Todos os brasileiros sabem disso", diz a nota.
A presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), Tereza Cruvinel, também divulgou nota, em que diz que as declarações de Serra "não correspondem à atuação dos canais públicos da EBC". "[Serra] participou de uma série de entrevistas com presidenciáveis na TV Brasil, confirmando a observância dos princípios de isenção, apartidarismo e isonomia na cobertura", diz a nota.
Serra fez as declarações ontem ao participar de evento na ANJ (Associação Nacional de Jornais), no Rio de Janeiro.
20/08/2010 - 12h34 - GABRIELA GUERREIRO DE BRASÍLIA
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