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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Cuba, comunismo! Abra o olho!



Convide sua família e veja este vídeo! Depois decida se quer comunismo aqui ou não!




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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vídeo não mostrado na Marcha dos Prefeitos, em Brasília.

O calvário dos prefeitos para conseguir recursos - "A história do pires na mão"
Um vídeo que descreve o périplo de um prefeito pelos gabinetes de Brasília em busca de verbas para seu município causou polêmica durante a participação dos presidenciáveis, na manhã de hoje, na Marcha dos Prefeitos, em Brasília.
Durante sua exposição, José Serra (PSDB) se referiu mais de uma vez à produção ("Cadê o vídeo?") e disse que gostaria de assisti-lo. Pessoas envolvidas na organização do evento explicaram que não havia como atender o pedido do tucano naquele momento.
De acordo com apoiadores que acompanhavam Serra, a não exibição do vídeo foi uma exigência de Dilma Rousseff (PT) para comparecer, pois a peça teria sido considerada demeritória das ações do governo Lula. Entrevistada ao final de sua exposição, Dilma negou o veto e disse que nada sabia sobre o assunto.
Segundo a Folha apurou, houve uma negociação entre a Confederação Nacional dos Municípios, organizadora da marcha, e assessores da candidata petista, ao fim da qual ficou definido que o vídeo não seria exibido. A negociação teria envolvido também assesores dos demais candidatos.
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Irã vai mudar por Lula, santa ingenuidade!

O Lula fez o PAC do Irã: aparência em vez de realidade
Arnaldo Jabor






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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Bolsa Familia, em vez de café, agora pastos!

Bolsa, trabalho e a "mulher do Lula"
BREJÕES (BA) - Na primeira vez em que estive neste pequeno município baiano de Brejões, em fevereiro de 2007, os fazendeiros locais reclamavam que não estavam conseguindo trabalhadores em número suficiente para colher a safra de café. Ou melhor, não encontravam trabalhadores dispostos a ter a carteira assinada, uma exigência cada vez maior dada a firme fiscalização que o Ministério do Trabalho vinha empreendendo nas fazendas locais. A razão era simples: muitos temiam ter o registro em carteira e perder o benefício do Bolsa Família. Outros, em idade mais avançada, não queriam ser "fichados" (como se diz no NE) por esperarem se aposentar aos 60 anos (homens) ou 55 (mulheres) pelo regime especial da Previdência Social. O registro os tiraria dessa condição e eles teriam de esperar mais cinco anos para pendurar as chuteiras.
Na semana passada, voltei a Brejões, a 280 km ao sul de Salvador. Desta vez, para constatar algo surreal: muitos dos fazendeiros que antes lidavam com a falta de mão de obra desistiram do café e estão transformando suas fazendas em pastos.
Em vez de precisarem de até 200 pessoas por safra, podem administrar grandes quantidades de cabeças de gado com menos de dez peões.
Fazendas enormes que tinham até 1 milhão de "covas" (pés) de café estão passando por isso. O que se vê na região hoje são trabalhadores cortando pés de café secos que são vendidos como lenha para um curtume local.
Próximo dali, a trabalhadora rural Juceli de Jesus Alves, 47, trabalhava ilegal em uma fazenda e estava com medo de ser "fichada" e perder os R$ 134,00 que ganha do Bolsa Família (ela tem 9 filhos, sendo 2 ainda pequenos).Na semana passada, Raimundo Moreira de Souza, 56, fazia exatamente isso, empilhando lenha de pés de café em seu caminhão. Raimundo nunca teve a carteira assinada e não a quer, pois espera se aposentar daqui a quatro anos.
Não seria justo culpar apenas os benefícios dados pelo governo federal (como o Bolsa Família e as aposentadorias especiais) pelo o que ocorre em Brejões e em outros locais do país. Há outros problemas, como o preço do café estacionado e a falta de financiamento rural.
Mas é certo que os benefícios sociais, neste caso, têm causado uma distorção tremenda no meio rural.
André diz precisar todos os anos de cerca de 200 trabalhadores rurais registrados. Tem conseguido no máximo 70. Isso faz com que não consiga colher todo o café que planta na hora certa. Cerca de 40% do produto acaba caindo no chão, de onde é recolhido, mais tarde, pelos trabalhadores.Caso do fazendeiro André Araújo, de uma das maiores fazendas de Brejões, a Campo Grande:
Se tivesse o número certo de funcionários, poderia colher no pé quase 90% da safra. Isso faz uma diferença enorme, pois o café catado do chão (chamado "riado") perde muito da qualidade e é vendido a R$ 200,00 a saca. O colhido no pé valeria R$ 290,00.


Fernando Canzian, 42 anos, é repórter especial da Folha. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um Prêmio Esso em 2006 e é autor do livro "Desastre Global - Um ano na pior crise desde 1929". Escreve às segundas-feiras na Folha Online. E-mail: fernando.canzian@grupofolha.com.br
Fonte: "FOLHAONLINE"

Pagamos impostos para Lula investir em Cuba!







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Aposentados, perigo a vista! Podemos confiar no Jucá?


O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), deve assumir a relatoria do PLV 2/10, que reajusta em 7,72% as aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com valor acima de um salário mínimo. De acordo com o repórter Rafael Faria, doJornal do Senado, Jucá adiantou, por meio de sua assessoria, que pretende corrigir um erro no texto aprovado pelos deputados, o que forçará seu reenvio à Câmara dos Deputados.
- A ideia é votar com celeridade no Senado, corrigir o mérito da MP, para que ela volte para a Câmara e possa ser votada lá rapidamente - afirma Jucá, segundo o qual não há intenção da base de postergar o assunto. Ele assegura que o texto será votado em Plenário na quarta-feira (19).
A incongruência apontada pelo líder do governo se refere ao índice de correção e ao valor fixado para o teto de contribuição e do salário de benefício. O PLV enviado pela Câmara estipula o teto do INSS em R$ 3.444,22, mas, se aplicado o percentual de 7,72%, o valor deveria ser R$ 3.467,40.
Pelo texto original (MP 474/09), o aumento das aposentadorias e pensões - que está sendo pago desde o dia 1º de janeiro - se limitava a 6,14%. Este percentual é elevado para 7,72% no PLV 2/10. O texto chegou ao Senado nesta semana, depois de intensa pressão, liderada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), no sentido de apressar o envio da Câmara. Paim chegou a se oferecer para ser o relator do PLV, mas a tarefa irá para as mãos de Jucá.
Paim, que programou para esta terça-feira (18) uma vigília em favor do reajuste, também apresentou requerimento de preferência para o PLV, sob o argumento de que as outras medidas provisórias que trancam a pauta do Plenário (MPs 477/09 e 480/10 e PLV 3/10) vencem também em 1º de junho. Mas o presidente do Senado, José Sarney, explicou que não é possível inverter a pauta, pois o regimento interno determina que seja obedecida a ordem de chegada ao Senado.
Fator previdenciário
O projeto que adicionou 1,58% ao reajuste dos aposentados e pensionistas que ganham mais do que um salário mínimo trouxe também uma mudança significativa para o sistema previdenciário: o fim do redutor do valor dos benefícios para quem se aposenta com pouca idade mesmo tendo cumprido os anos de contribuição exigidos.
Criado em 1999, como parte da reforma da Previdência do governo Fernando Henrique Cardoso, o fator previdenciárioEntenda o assunto desde então tem sido combatido ferrenhamente pelas entidades de defesa dos aposentados. O fim do redutor seria, portanto, considerado por eles uma vitória histórica. Mas o governo Lula já avisou ser contrário à eliminação do dispositivo que, na prática, desestimula os trabalhadores a se aposentarem e assim gera economia para a Previdência.
Ainda nesta sexta-feira (14) a Agência Senado publica uma material especial do Jornal do Senado sobre o PLV 2/10.

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Acordo com Irã. Que acordo!

TEERÃ (Reuters) - O Irã continuará suas atividades de enriquecimento de urânio, inclusive a produção de urânio enriquecido a 20 por cento, mesmo após a assinatura de um acordo de troca de combustível nuclear com a Turquia e o Brasil nesta segunda-feira, disse uma alta autoridade à Reuters.
"Não existe relação entre o acordo de troca e nossas atividades de enriquecimento... Vamos continuar nosso trabalho de enriquecimento de urânio a 20 por cento", disse Ali Akbar Salehi, diretor da Organização de Energia Atômica do Irã.
Não muda nada, vão fazer o que querem e os trouxas aqui, eu fora, acreditam que o Lulinha Paz e Amor, desesperado por uma cadeira na ONU, conseguiu convencer o louco a não produzir combustível nuclear!



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Orçamento 2009, Estados e Municipios 11.06%

Enquanto Estados e Municipios ficam com 11.06% do bolo para atender diretamente o cidadão o Governo Federal executa quase 89% e não entrega praticamnete nada aos seus contribuintes. Este é o Governo Lula que aumentou a divida inetrna de 823 bilhões para 2 trilhões na sua administração!
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Por que o governo Lula acelera um endividamento caro e quita antecipadamente uma dívida bem mais barata?


Constata-se que as condições das emissões de títulos da dívida brasileira - tanto interna quanto externa - foram altamente onerosas para o país. Não houve o acompanhamento criterioso de tais operações pelo Senado Federal, como prevê o artigo 52, inciso V, da Constituição Federal, pois todas estas emissões de títulos foram previamente autorizadas pelo Senado Federal desde 16 de novembro de 2004, quando, por meio da Resolução nº 20, permitiu-se a emissão e colocação de títulos da dívida externa no montante de até US$ 75 bilhões, sem estabelecer qualquer exigência quanto à modalidade dos títulos (nominativos; ao portador; listados ou não em bolsas de valores) ou quanto às demais condições de pagamento (prazos e juros), deixando o poder Executivo à vontade para “negociar”!
 Na sequência dessas emissões onerosíssimas para a nação, em dezembro de 2005, o governo Lula ANTECIPOU o pagamento de US$ 15,5 bilhões ao Fundo Monetário Internacional. Comparando-se o cronograma inicial de pagamentos devidos ao FMI com a anunciada economia de US$ 900 milhões, a título de juros, com tal antecipação, verificamos que o custo financeiro da dívida para com o FMI era de cerca de 4% ao ano.
 Portanto, na prática, o Brasil ANTECIPOU e ACELEROU o endividamento em títulos da dívida externa ao custo de cerca de 10% ao ano em dólares, aumentou o endividamento “interno” ao custo real de 13% ao ano (sendo que os investidores externos ganharam 35%) e ANTECIPOU o pagamento das dívidas junto ao FMI, cujo custo era de apenas 4% ao ano.  Qual é a explicação para movimentos tão contraditórios?
 Como justificar antecipação e aceleração “a todo vapor” da emissão de títulos no momento, se o próprio governo diz ser confortável a situação das reservas cambiais e das contas públicas, o que estaria inclusive permitindo a antecipação do pagamento de outras dívidas junto ao FMI, Clube de Paris e até à ONU?
 Enfim, por quê o governo Lula aumentou a dívida em títulos, a preços onerosíssimos, acarretando maiores gastos com juros, e antecipou o pagamento ao FMI, que cobrava taxas bem mais baixas? Qual é a lógica desse procedimento, especialmente considerando o sacrifício social imposto à nação, com cortes de gastos sociais e investimentos em saúde, educação, transportes, segurança, etc; aumento contínuo da carga tributária; aumento da Desvinculação das Receitas da União; redução de benefícios previdenciários e arrocho salarial, tudo para se produzir o elevadíssimo superávit primário?

O Governo Lula deve explicações ao povo brasileiro sobre estas operações.
AUDITORIA JÁ!




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Pagamento antecipado ao FMI e os danos da era Meirelles ao Brasil


Grave é o fato de que todos os títulos da dívida externa emitidos na Era Meirelles, a partir de abril de 2003,contêm Cláusula de Ação Coletiva (CAC) uma amarra que impedirá tomada de decisão soberana com relação à dívida, pois transfere para Nova Iorque o foro para dirimir conflitos sobre o endividamento e concede aos principais credores (detentores de 85% do valor da dívida) o poder para ditar os termos de uma eventual renegociação, conferindo-lhes superioridade inestimável. O efeito dessa cláusula é tão significativo que, após obter a concordância de países em inserir essa cláusula em seus títulos da dívida externa, o FMI desistiu de levar adiante a proposta de um tribunal internacional de arbitragem, conforme declarou sua ex-vice presidente Anne Krueger. Será que o Senado Federal, que tem a atribuição constitucional de acompanhar as operações externas (artigo 52, inciso V) autorizou tamanha perda de soberania?  
Portanto, à frente do Banco Central do Brasil, o sr. Meirelles vem cumprindo o papel de substituir títulos antigos por novos, resgatando os antigos (mesmo os de baixa liquidez) pelo valor integral de face e emitindo novos títulos, pagando as taxas de juros mais elevadas do mundo, generosíssimos spreads e ainda Cláusula CAC! Desta forma, em 2005 foi feita a troca de US$ 4,4 bilhões de Títulos C-Bond pelos novos A-Bond, que não podem ser resgatados antes do prazo final, condenando-nos a uma dívida eterna. No final de 2005, efetuou-se o pagamento antecipado ao FMI de US$ 15,5 bilhões, cujo custo financeiro era de cerca de 4% ao ano, e ao Clube de Paris o valor de US$ 1,7 bilhões. Agora, no início de 2006, resgata mais US$ 6,64 bilhões de títulos Bradies.  Se o nível das reservas está tão bom, a ponto de efetuarmos esses resgates, por que estamos emitindo tantos títulos da dívida externa, de forma acelerada, a custos elevadíssimos e ainda com a amarra da cláusula CAC? Desde 2003, já foram emitidos US$ 25,4 bilhões de títulos com as CAC, o que representa nada menos que 40,64% do estoque de bônus da dívida externa federal existente no final de setembro de 2005. 
Meirelles, que não se pronunciou sobre o prejuízo do Banco Central em 2005, no valor de R$ 10,45 bilhões em 2005, afirmou ao jornal O Estado de São Paulo (24.02.2006, página B6) que “é importante mover-se tão rapidamente quanto consigamos” e que “é possível ver um rápido aumento na confiança do consumidor”. Ora, é evidente que num cenário de benesses tão impressionante o “risco-país” tinha de cair[2]. Afinal, o mercado que comanda essas agências derating bate palmas para essa política econômica que prioriza acima de tudo os interesses financeiros. A famosa Lei de Responsabilidade Fiscal não estabelece qualquer limite ou pena aos prejuízos que o Banco Central transfere para o Tesouro Nacional, que paga essa conta com recursos que poderiam estar sendo destinados à saúde, educação, ao resgate da miséria de nosso povo sofrido ou a reajustes decentes para professores e demais funcionários públicos, inclusive aos aposentados que dedicaram suas vidas ao país. Aliás, enquanto a Lei de Responsabilidade Fiscal limita e controla a ferro e fogo os gastos sociais, não estabelece limite também para os gastos com a dívida, tendo permitido que o governo federal gastasse impunemente R$ 139 bilhões com o serviço da dívida externa e interna em 2005 (exclusive o refinanciamento). Leia mais....Clique "aqui"


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