Páginas

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

UM SÍMBOLO DA INEFICIÊNCIA ESTATAL

EDITORIAL - O GLOBO - 9/11/2010
Se fosse um plano de sabotagem do Enem, o MEC estaria de parabéns
Não há qualquer dúvida de que ao Ministério da Educação (MEC) falta a qualificação administrativa mínima para gerenciar a aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A mais recente falha do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), subordinado ao MEC, de permitir a distribuição de cartões de resposta com cabeçalhos errados, representa outro grave dano à credibilidade de um mecanismo de avaliação vital na modernização do sistema de entrada do estudante no ensino universitário, com a aposentadoria do abominado vestibular.
Se o objetivo fosse sabotar o Enem, o MEC estaria de parabéns pela eficiência. No ano passado, vazaram questões da prova, que teve de ser adiada. Depois, mesmo informado de que uma questão do exame seria anulada, aplicou o teste do mesmo jeito. Neste ano, em agosto, informações pessoais de 12 mil estudantes ficaram vulneráveis a qualquer acesso no site do Inep.
Ao se examinar cada caso, constata-se que cuidados simples teriam evitado os problemas.
Uma conferência por um funcionário atento das matrizes antes de serem enviadas à gráfica impediria o descasamento entre prova e cartão de resposta. O erro, como vários já cometidos, foi tosco. O servidor repetiu a ordem das questões do Enem de 2009, sem perceber que a sequência do teste deste ano era outra. Assim, as perguntas de 1 a 45 abordavam ciências humanas, mas a folha de respostas se referia a ciências da natureza; já as questões de número 46 a 90 eram sobre ciências da natureza, mas os estudantes responderam no gabarito de ciências humanas. O MEC, ontem, confirmou que o erro foi do Inep. Mais um.
O acúmulo de falhas no Enem desacredita o teste perante as universidades que passaram a adotá-lo na avaliação dos vestibulandos e as que analisam a possibilidade de fazer o mesmo. Por tabela, o descrédito atinge os estudantes.
Sem poder usar o Enem para entrar na faculdade que deseja cursar, a pessoa não terá por que se submeter ao exame.
Por inevitável, como das vezes anteriores, há vários desdobramentos na Justiça e no Ministério Público — e não poderia ser diferente. O interesse do MEC é minimizar a falha. Afinal, o ministro Fernando Haddad é atingido num momento-chave de escolha da equipe do governo Dilma Rousseff.
Haddad vem garantindo que deseja voltar a dar aulas na USP. Talvez agora não haja mesmo outro futuro para o ministro, levado a ficar no Brasil e a não viajar à África com o presidente Lula, como planejado.
Uma juíza federal do Ceará, Carla de Almeida Miranda, aceitou pedido de liminar do MP e suspendeu o Enem de 2010. A decisão poderia ser cassada. Mas a mesma opinião tem a Defensoria Pública da União. Por considerar que não houve quebra de isonomia no tratamento dos que se submeteram ao exame, o ministério rejeita a suspensão integral, e defende uma nova prova apenas para quem foi atingido pelo erro. Há estimativas de 2 mil estudantes, ainda não confirmadas pelo MEC.
Pode até ser menos. O importante é o conjunto da obra nada edificante do MEC/Inep no gerenciamento do Enem. Fica evidenciado, mais uma vez, que o inchaço da máquina pública nos últimos oito anos apenas produziu uma polpuda conta adicional a ser paga pelo já sobrecarregado contribuinte. Situações como esta expõem toda a ineficiência do Estado brasileiro.

PPS apresenta emendas ao Orçamento para garantir mínimo de R$ 600 e 10% para aposentados

Por: Luis Zanini 
O deputado federal Arnaldo Jardim (PPS-SP) apresentou, nesta terça-feira, emenda ao relatório preliminar do projeto do Orçamento de 2011 para garantir a fixação do salário mínimo em R$ 600 a partir de janeiro do próximo ano. Uma outra emenda do parlamentar eleva de 5,52% para 10% o reajuste dos benefícios de aposentados e pensionistas da Previdência. 
O relatório preliminar da lei orçamentária deve ser votado na semana que vem e se for aprovado com as emendas de Jardim terá de ser acatado pelo relator, o senador Gim Argello (PTB-DF). Segundo Jardim, a elevação do mínimo de R$ 538,15 – valor previsto na proposta do governo enviada ao Congresso Nacional – para R$ 600 se tornou possível pela aprovação do aumento da estimava de receitas em R$ 17,7 bilhões.
Com base em estudos elaborados pelas Consultorias de Orçamento da Câmara e do Senado, o deputado afirma que a diferença de R$ 61,85 entre a proposta do governo (R$ 538,15) e os R$ 600 proposto por ele na emenda irão consumir R$ 12,5 bilhões. “O valor que se pretende fixar o salário mínimo é perfeitamente factível porque há previsão de receita para cobrir a despesa”, afirma.
A mesma justificativa é usada por Jardim para o aumento dos benefícios da Previdência em 4,48%, além dos 5,52% previsto na proposta orçamentária. O reajuste de 10% defendido pelo deputado consumiria R$ 5,2 bilhões da receita extra. “O salário mínimo de R$ 600 e o reajuste de 10% para aposentados e pensionistas em 2011 são viáveis, e só não sairão do papel por falta de vontadade política porque as fontes de receita estão indicadas”, diz Arnaldo Jardim.
As emendas foram as duas primeiras recebidas pela Comissão Mista de Orçamento no relatório preliminar.
Fonte: PPS.ORG.BR

Educação, falta reconhecer com bons salários...

Na Bahia, defensor público - R$ 12.803,00 enquanto professor de ensino fundamental R$ 604,00
Fonte: Revista Exame 20/10/2010

De 57 países avaliados somos o 53° e 15% de analfabetos funcionais....

Terá este governo que vai assumir em 2011 competência para mudar isto?

Fonte: Revista Exame (20/10/2010)

Franklin Martins: "Ou vocês se alinham ou derrotamos vocês pela força"

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Serra Presidente - Programa 27/10 (noite)


Serra Presidente - Programa 22/10 (tarde)

Polibio Braga:
Dilma na Prefeitura de Porto Alegre foi incompetente...


#Serra45 #BR45IL

Serra, o líder que o Brasil precisa - Agora é #Serra45 para um BR45IL melhor!

Serra 45 - Vamos juntos, somos muitos!
27 de Outubro 2010Serra, o líder que o Brasil precisa Faltam 04 dias

Carta à candidata DilmaRuth Rocha

Meu nome foi incluído no manifesto de intelectuais em seu apoio. Eu não a apóio. Incluir meu nome naquele manifesto é um desaforo! Mesmo que a apoiasse, não fui consultada.

>>Leia mais
O caminho das pedrasO Estado de S.Paulo - Opinião

Quando os governantes procuram ser honestos e deixam claro às suas equipes o seu compromisso com a retidão, as inevitáveis maçãs podres calam sobre as roubalheiras próprias ou de figuras próximas porque o risco do castigo é muito alto. Não é o que se passa sob o lulismo.

>>Leia mais
Ex-diretor da Petrobras diz que Dilma permitiu privatização da 'franja' do pré-salO Globo

Contrariando todas as afirmações da candidata governista sobre privatização, ex-diretor da estatal afirma que ela, quando presidia o Conselho de Administração da Petrobras, foi conivente com o favorecimento de pelo menos uma empresa privada, a OGX.

>>Leia mais
Agenda 45
26/10 - No RJ, Serra anuncia investimentos em transporte e saneamento

Em visita às obras do Estádio do Maracanã, Serra disse ver na Copa de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016 grandes oportunidades de avanços sociais.

>>Leia mais
27/10 - Comício em Caxias do Sul (RS) aponta para arrancada rumo à vitória

Todos os políticos presentes no comício em Caxias do Sul afirmaram que o ato representava a "arrancada da vitória de Serra no País". "Vamos ganhar domingo. Não para nós, mas pelo Brasil", bradou Serra.

>>Leia mais

Manifesto de artistas e intelectuais

Artistas e intelectuais decidiram declarar apoio a candidatura a Presidência de José Serra e organizaram o blog O Brasil com Serra. Até o momento mais de 170 pessoas assinaram o manifesto.

>>Leia mais
Combata a mentira

Dilma disse que Paulo Vieira de Souza teria desviado R$ 4 milhões de dinheiro de caixa dois da campanha do PSDB. Tanto é mentira que o Tribunal Superior Eleitoral concedeu direito de resposta à campanha de Serra, por unanimidade.

>>Leia mais
Conecte amigos à rede de Serra presidente
Junte-se a nós www.serra45.com.br


  
 buzz2feed - moisesalba

 O socialismo é a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja. Seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria. Churchill
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: 
Equipe 45 <serra45@time45.com.br>
Data: 27 de outubro de 2010 20:37
Assunto: Serra, o líder que o Brasil precisa
Para: moisesalba@gmail.com



Dilma 2012 - O fim está próximo

O que aconteceu na economia brasileira, ao longo do últimos 16 anos FHC & Lula


Crescimento econômico se constrói ao longo do tempo. Em economia as causas e conseqüências não são absolutamente imediatas.
Um exemplo: o Obama está passando o maior aperto pelo desajuste econômico que herdou de gestões anteriores. Ele não tem culpa, mas está sendo muito cobrado politicamente. A abertura da economia, o plano Real (que o PT votou contra), as privatizações, a lei da responsabilidade fiscal, a reforma da previdência (pouca, mas feita parte pelo FHC e parte pelo Lula no primeiro mandato), mudanças na lei de empresas estrangeiras, bolsa escola que virou bolsa família e o ajuste das contas públicas implementado pelo governo (FHC 2 e LULA1), tornaram este país mais competitivo. Com uma ajuda do crescimento mundial de 2003 a 2007(o maior desde a segunda guerra), que impulsionou nossas exportações e trouxe dólares para o Brasil, o governo Lula viveu anos de mais crescimento.
O governo FHC precisou consolidar o plano Real em anos terríveis (crise do México 1995, crise da Ásia em 1997 crise da Rússia em 1998 , crise aqui no Brasil em 1999 , crise da Argentina em 2001 e finalmente crise eleitoral em 2002, que ocorreu por medo que o Partido dos Trabalhadores desse o calote que sempre pregara). Era necessário manter o câmbio fixo (1 para 1) para que os produtos importados e cotados em dólares permanecessem baratos, trazendo a inflação para baixo e quebrando aquela mania de indexar tudo que nós brasileiros tínhamos. Para manter o câmbio fixo , o país precisava ter reservas em dólares para poder vender se houvesse pressão de compra. Em cada crise mencionada acima, havia uma fuga de dólares e o Banco Central tinha que subir os juros para atrair reservas de volta , sob pena de ter que desvalorizar o Real, o que traria a inflação de volta.
Os juros altos quebravam o governo por duas vias: 1) o governo pagava mais juros nos títulos públicos.2) desacelerava a economia, diminuindo a arrecadação de impostos. O governo FHC teve que administrar caixa baixa e a prioridade era controlar a inflação. Sem a inflação baixa nada disso que se discute sobre crescimento hoje em dia estaria sendo discutido. Além disso, o maior beneficiado pela inflação baixa é o mais pobre que perde valor do seu salário e não participa da ciranda financeira. O plano Real foi importantíssimo socialmente.
No meu modesto ponto de vista, o maior mérito do Lula foi ter tido a coragem de romper com que era pregado pelo seu partido e continuado o que foi iniciado pelo FHC tanto no controle da inflação (quando surpreendentemente colocou o Henrique Meirelles no Banco Central), e ter continuado o ajuste necessário nas contas públicas. Recomendo o livro que o Palocci escreveu depois que caiu do governo naquele lamentável episódio. Se chama Sobre Cigarras e Formigas e conta tudo o que aconteceu em termos econômicos naquela época. Ele se cercou de economistas apartidários da maior qualidade.
Infelizmente , no final do primeiro governo , com o país e a arrecadação crescendo, o governo estava ideologicamente rachado: o Palocci , o Paulo Bernardo do Planejamento e o Henrique Meirelles gostariam de continuar com a seriedade nos gastos públicos, fazendo pelo social e aumentando o nível de investimento do governo para podermos crescer ainda mais . O lado da Dilma e do Mantega queria aumentar os gastos de custeio do governo, visando principalmente reeleger o Lula. Em especial a Dilma se opunha frontalmente a “mania “do Palocci em ter seriedade com gastos públicos. Sabemos qual lado prevaleceu. As contas brasileiras estão se deteriorando. Fizeram artifícios contábeis para esconder isto, como lançar o que o BNDES( que é governo ) deve para o Tesouro como receita do governo. Sabemos que se este dinheiro for pago será num tempo que tende ao infinito. No IPEA , órgão do governo que deveria ser técnico e fazer pesquisa econômicas , os economistas que botam o dedo neste ferida foram postos na geladeira. É a primeira vez que vejo o IPEA com conotação política
Em suma, se continuar assim, daqui a alguns anos poderemos estar quebrados de novo. Neste ano de crescimento forte e recorde de arrecadação estamos conseguindo a proeza de aumentar o déficit público! Sou filha da dona Frida e quando a matemática diz que assim não vai dar certo, pode acreditar que não vai. Podemos estar perdendo a chance de crescer muito mais e construir um país melhor. O governo tem uma arrecadação de cerca de 38% do PIB e pede emprestado mais 3,5% para cobrir o déficit. O governo só investe ( infra-estrutura , tecnologia etc...) cerca de 1% do PIB( com PAC e tudo)! Sem investimento é impossível crescer no longo prazo! Este ano o PIB vai crescer perto de 8% e os gastos de custeio do governo (funcionalismo , máquina etc..) aumentaram 17%!! Tudo pela eleição da Dilma. O próximo governo, seja qual for, vai ter que fazer um ajuste nas contas públicas depois desta farra eleitoral e provavelmente vem imposto aí.
A Grécia não quebrou da noite para o dia. Muitos governos concederam benefícios, ganhando votos com isso, e um dia se descobriram quebrados.
A Dilma hoje anda com o Palocci a tiracolo para atrair credibilidade e os votos dos que se preocupam com as contas públicas. Mas ela atirava contra as idéias dele. 
Quando o Lula diz que “nunca dantes neste país” e faz o FHC ser o que entregou a “herança maldita”, ele está mentindo e sabe disso. Isto é não ser estadista e qualquer historiador honesto mostra e mostrará isto.
É injusto, e como brasileira , fico extremamente triste. O FHC é um grande injustiçado. 
O Lula não usou a sua grande popularidade para mandar sequer um projeto de reforma (tributária ,trabalhista , política etc...). Perdemos uma oportunidade de ouro de tornar o país mais moderno e eficiente. Reformas são difíceis e o Lula não teve vontade política de implementá-las. Preferiu focar seu capital político na eleição da Dilma e se manter no poder. Não é um estadista!
Existe uma ala poderosa no partido dos trabalhadores que tem um projeto de poder e não de país. Não são todos, mas pelo que a Dilma dizia no passado recente, tenho receio que esta parte prevaleça. Pode ser que ela resolva dar uma de estadista, mas tenho cá minhas profundas dúvidas.
Não vou lhe aborrecer mais com aulas de economia. Envio um arquivo sobre dados das privatizações( outra fonte de mentiras que vai contra o interesse do povo brasileiro) que escrevi em 2006. Os números falam por si. (ah! Como aprecio a matemática, que não aceita mentiras nem desaforos!)
Um detalhe:
Estatisticamente, a chance da Dilma morrer no meio do mandato é significativamente maior do que o Serra morrer (por motivos óbvios) e aí, teríamos MICHEL TEMER E O PMDB DO SARNEY NO PODER!!!!!! Que festa!
Voto no Serra conscientemente e sem ódio no meu coração.
Que Deus ajude o Brasil
Atenciosamente,
Nora Raquel Zygielszyper
Professora da Fundação Getúlio Vargas e do Departamento de Economia PUC do Rio de Janeiro
Fonte: googledocs