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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

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  Moises A Goncalves
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Método de Barbosa incomoda réus porque dá lógica ao mensalão e realça tese da quadrilha
A confirmação de que o julgamento do mensalão seguirá o modelo preconizado pelo ministro Joaquim Barbosa deixou em polvorosa os advogados dos réus. Não é difícil entender as razões. Subme...
josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br · Tweetar esta história

Duda Mendonça recebeu R$ 195 milhões de governos petistas
Segundo Contas Abertas, negócio de réu teve contratos volumosos mesmo após escândalo
oglobo.globo.com · Tweetar esta história

As coisas asquerosas que andavam sumidas do noticiário
Ao ler o seu voto, o ministro Joaquim Barbosa lembra passagens absolutamente asquerosas sobre a vida pública do país — algumas delas remetendo a supostos
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Dilma perde popularidade em capitais
A popularidade da presidente Dilma Rousseff continua altíssima (aqui, todas as avaliações), mas em capitais de Estado ela tem perdido pontos. O Ibope vem pesquisando a taxa de popularidade presi...
fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br · Tweetar esta história

Protesto obriga Dilma a deixar Palácio pelos fundos
Oito representantes de aposentados do INSS de 27 estados foram recebidos, no Palácio do Planalto, por José Lopes Feijó, assessor especial do
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Tweets

Marcelo Tas @MarceloTas 15 Ago
Como se explica a equação: o réu recebe R$ 30 mil do Mensalão e paga R$ 5 milhões pro advogado? Deveria cair no Enem!
Retweetado por Maria Celina McCall, pacefeco e 894 outros
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Guilherme Macalossi @GTMacalossi 15 Ago
Depois de engolir Maluf a milicia petista terá que engolir as privatizações de rodovias e ferrovias.
Retweetado por Ceci Cardoso, Vera Lucia e 23 outros
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Décio Neves @DECIONEVES 16 Ago
Matam um agente federal que investigava uma máfia com ramificações no governo e mídia simplesmente CALOU. #Cachoeira #Delta #Sinistro
Retweetado por Sandra M Barros S, Roberto Freire e 22 outros
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Vania Santana @tatasbc 19 Ago
Em 2006 Dirceu em entrevista a Playboy disse: "O Lula não dá cheque em branco pra ng. Ele delega, mas controla, sabe tudo o que acontece....
Retweetado por pacefeco, ILDA e 9 outros
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Blog do Noblat @BlogdoNoblat 15 Ago
Mais um que dormiu - Tóffoli. pic.twitter.com/CPbkKEWY
Retweetado por exilado, Terezinha A. Fleury e 80 outros
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terça-feira, 24 de julho de 2012

Seguridade social bilionária

A Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (ANFIP) e a sua Fundação de Estudos da Seguridade Social, como fazem há anos, divulgaram recentemente o documento “Análise da Seguridade Social de 2011”, com um abalizado estudo sobre as contas da Previdência Social e a execução do Orçamento da Seguridade Social (Leia aqui a íntegra).Com este trabalho, fica reiterado, sobremaneira, que, enquanto o governo federal se queixa de falta de dinheiro para programas sociais e ameaça fixar idade mínima para as aposentadorias do setor privado ou mexer profundamente no regime de pensões por morte, há dinheiro a rodo nas contas do sistema de proteção social que dá cobertura às ações governamentais nas áreas da Saúde, Assistência e Previdência Social.

O governo federal, no ano passado, arrecadou R$ 528,19 bilhões decorrentes das contribuições sociais. Aí estão incluídos os ingressos mais expressivos de receita vindos da contribuição previdenciária (R$ 245,89 bilhões), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins – R$ 159,89 bilhões) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL – R$ 57,84 bilhões).

A Seguridade ainda conta com as arrecadações de mais de R$ 42 bilhões do Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), unificados desde 1976, e cujos recursos subsidiam o seguro desemprego e o abono salarial dos trabalhadores. Também se contabiliza, entre outros ingressos de menor expressão, os R$ 3,40 bilhões oriundos dos concursos de prognósticos (loterias federais oficiais).

Na outra ponta da balança orçamentária, estão as despesas ou programas de transferência de renda que, segundo a ANFIP, na depuração das rubricas, nos revela que, em 2011, totalizaram R$ 451,00 bilhões. Esse montante superou em 12,3% os valores de 2010 principalmente em razão da elevação dos valores dos benefícios previdenciários e dos gastos na área da Saúde.

As aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram reajustadas pelo INPC de 2010, e o valor mínimo teve aumento real, acompanhando a elevação do salário mínimo. Na Saúde, os gastos totalizaram R$ 72,33 bilhões, R$ 10,40 bilhões a mais que em 2010.

O maior desembolso do Orçamento da Seguridade Social foi de R$ 281,44 bilhões com o as aposentadorias, pensões e auxílios rurais e urbanos do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), administrado pelo INSS.

O Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) também distribuiu benefícios da ordem de R$ 34,17 bilhões, entre seguro desemprego e o abono salarial – salário mínimo devido ao trabalhador que, no ano anterior, recebeu menos de dois salários mínimos.

Há ainda, nesta contabilidade bilionária, o montante de R$ 23,35 bilhões de benefícios de prestação continuada da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), aos idosos e às famílias com pessoas com deficiência de baixa renda. Também conta a importância de R$ 1,76 bilhão relativa aos benefícios da Renda Mensal Vitalícia (RMV) a idosos e deficientes. Já o Bolsa Família registra o maior aumento (24,3%) em repasses – passou para R$ 16,8 bilhões em 2011, R$ 3,3 bilhão a mais do que em 2010.

Ao fim e ao cabo, o estudo revela que sobraram mais de R$ 77 bilhões na Seguridade Social em 2011. Se considerarmos os resultados positivos revelados pela ANFIP desde 2008, temos um superávit acumulado de mais de R$ 230 bilhões. Aonde foi parar este dinheiro, que não para melhorar benefícios, para reduzir os problemas do sistema caótico de saúde, para minimizar a desigualdade no território nacional?

Uma parcela expressiva destas sobras ficou retida nas burras federais, com a chancela do mecanismo chamado Desvinculação das Receitas da União (DRU), aprovado pelos congressistas e dando carta branca ao Palácio do Planalto para gastar a seu livre arbítrio 20% das contribuições sociais, exceto a contribuição previdenciária. Com isto, foram retidos, só em 2011, R$ 52,64 bilhões. Este dinheiro e todos os demais excedentes servem para garantir o denominado superávit primário e bancar as despesas e serviços da dívida pública. Enquanto isto, a Seguridade, apesar de bilionária, padece de soluções para as precariedades dos programas de seus três subsistemas – Saúde, Previdência e Assistência Social. Que a população e o legislador tenham consciência disto. Tem que mudar!

(*) Jornalista, auditor-fiscal da RFB, diretor de Direitos Sociais e Imprensa Livre da Associação Riograndense de Imprensa, da Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social, diretor de Defesa da Justiça Fiscal e da Seguridade Social do Sindifisco Nacional e presidente da Delegacia Sindical do Sindifisco Nacional em Porto Alegre. E-mail: vilsonromero@yahoo.com.br.
Fonte: http://www.anfip.org.br




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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Ranking dos Políticos



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