terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
O Brasil do mendigo magnata... Governo do PT!
domingo, 23 de dezembro de 2012
Nunca antes na historia deste país aposentados perderam tanto! Culpa do Lula!
Perdas salariais dos aposentados alcançarão 81%
Guilherme Almeida
Realmente podemos dizer que dinheiro para maracutaias existe, enquanto os governos sempre sacrificam os aposentados. Para constatar essa situação, vamos transcrever trecho de um artigo de Maurício Oliveira, assessor econômico da COBAP (Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil):Depois de anunciar na Lei de Diretrizes Orçamentária (LDO) de que não haverá aumento real para as aposentadorias e pensões acima do salário mínimo em 2013, o governo federal piora a situação salarial de mais de 9 (nove) milhões de pessoas e suas famílias. Além disso, a medida também aumentará o endividamento de todos.
Em termos percentuais, no período de janeiro de 1994 a janeiro de 2013 (previsão), as perdas salariais dos aposentados e pensionistas somarão 81%. Separando os governos, as perdas salariais no governo FHC foram de 26,6%; no governo Lula foi de 42,61% e no governo Dilma já alcança, em apenas dois anos 11,34% (previsão).
Fonte: Tribuna da Imprensa
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sábado, 19 de maio de 2012
VERTIGEM NA EUROPA
Saída da Grécia da zona do euro, cada vez mais provável, abre novo capítulo de turbulência quanto ao futuro da união monetária
O resultado das eleições gregas foi catastrófico para as perspectivas da receita de austeridade a fim de debelar a crise europeia.
A queda acumulada de 17% no PIB da Grécia desde 2010 e a ausência de um horizonte de melhoria levaram o eleitorado a emitir mensagem clara: está farto das medidas de ajuste e seduzido por partidos extremistas -como se isso representasse solução para as dificuldades criadas em vários anos de indisciplina nos gastos.
A expressiva votação do partido Syriza, adversário do programa de ajuste, inviabilizou a formação de um governo. Haverá novas eleições em junho, que devem se configurar como um plebiscito pela permanência do país na eurozona.
A rejeição aos duros cortes exigidos dificultará desembolsos de dinheiro novo pela Europa, o que levaria à insolvência grega. Sair do euro seria o resultado inevitável.
Os gregos parecem apostar que a Europa mostrará flexibilidade para abrandar o programa. Contam também com o medo dos europeus de que deixar a Grécia à deriva desencadearia uma crise financeira sem precedentes, com ataques do mercado a outros membros cambaleantes, como Portugal e Espanha.
A liderança europeia se vê compelida a lidar com uma agenda de crescimento, que ganhou peso com a eleição do socialista François Hollande na França. O próximo encontro de cúpula, em 29 de junho, debaterá sugestões francesas, como a capitalização do EIB (o BNDES europeu) e a emissão conjunta de títulos de dívida para custear investimentos. São passos importantes, mas insuficientes.
Há obstáculos políticos, em especial na Alemanha, para novas concessões à Grécia. Já se fala abertamente, porém, em salvaguardas para enfrentar sua saída do euro.
Elas implicariam provar de modo inequívoco que não haverá ruptura generalizada com a defecção grega. Os europeus precisarão dar passos mais audazes de integração para convencer os mercados de que a arquitetura incompleta da moeda única evoluirá rapidamente.
Entre as medidas que restaurariam confiança está uma maior velocidade na integração fiscal e na supervisão bancária.
O objetivo é evitar casos como o da Espanha, cujo governo não tem recursos para lidar com a insolvência de suas próprias instituições, drenadas pelo estouro da bolha imobiliária. Discute-se recorrer ainda mais aos fundos de resgate, hoje em 700 bilhões de euros, para socorrer os bancos ibéricos.
Quanto ao Banco Central Europeu, persistem as resistências alemãs ao uso pleno de seu arsenal. Mas, se a saída da Grécia revelar-se inevitável, será a única instituição capaz de evitar o colapso do euro.
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PARA INFLAR O PIB, O GOVERNO ESTIMULA A INADIMPLÊNCIA EDITORIAL O ESTADO DE S. PAULO 19/5/2012 O governo parece estimular a inadimplência, é o que se pode concluir de duas medidas em estudo: a primeira, visando a transferir créditos podres da Caixa Econômica Federal (CEF), BNDES e Banco do Nordeste para uma instituição criada pelo Ministério da Fazenda; e a segunda, isentando do IOF os créditos destinados à compra de carros de passeio para reduzir os estoques das montadoras. Foi o governo que estimulou os bancos públicos a aumentar seus empréstimos com menores taxas de juros para forçar os bancos privados a seguirem o exemplo. A CEF foi a mais audaciosa na sua política de expansão dos créditos, quando sua carteira já tinha muitos créditos podres, situação parecida com a do Banco do Nordeste e, num grau menor, do BNDES. Estuda-se agora que o Tesouro Nacional adquira os créditos podres e os repasse para a Empresa de Gestão de Ativos (Emgea), que procuraria recuperar parte da dívida existente. Por exemplo, no caso da CEF, que aumentou seus créditos no 1.º trimestre do ano em 41%, sem muito critério de se enquadrar nas normas de Basileia para voltar a crescer livre das suas operações podres. Situação igual se verifica, embora em grau menor, em outras instituições de crédito públicas. Trata-se de uma solução que obrigará o Tesouro a aumentar sua dívida, sem saber o que pode recuperar por meio da Emgea. Além de ser uma operação desleal com os bancos privados, que não têm a mesma facilidade para limpar suas carteiras - aliás, de melhor qualidade -, ela constitui um estímulo à inadimplência, por causa da facilidade com que os bancos públicos se livram do excesso de créditos podres. Parece que a preocupação do governo com as vendas de carro se inscreve na mesma direção. O crédito para compra de carros foi reduzido diante do aumento da inadimplência no setor, que fazia operações de até cinco anos de prazo. Não nos parece que o corte de IOF será suficiente para convencer os interessados a trocar o seu carro. Estamos diante de um duplo problema: uma saturação do mercado e um forte aumento do endividamento das famílias. A nova classe C adquiriu um carro com sacrifícios, mas não pretende trocá-lo a cada ano. É esta mesma classe que se aproveitou dos incentivos do governo para comprar uma casa. Isso significa uma prestação mensal, por muito anos, que exige a redução de outras despesas, especialmente quando começam a aparecer ameaças de desemprego. Não se entende por que o governo estimula agora maior endividamento.
O governo parece estimular a inadimplência, é o que se pode concluir de duas medidas em estudo: a primeira, visando a transferir créditos podres da Caixa Econômica Federal (CEF), BNDES e Banco do Nordeste para uma instituição criada pelo Ministério da Fazenda; e a segunda, isentando do IOF os créditos destinados à compra de carros de passeio para reduzir os estoques das montadoras.
Foi o governo que estimulou os bancos públicos a aumentar seus empréstimos com menores taxas de juros para forçar os bancos privados a seguirem o exemplo. A CEF foi a mais audaciosa na sua política de expansão dos créditos, quando sua carteira já tinha muitos créditos podres, situação parecida com a do Banco do Nordeste e, num grau menor, do BNDES.
Estuda-se agora que o Tesouro Nacional adquira os créditos podres e os repasse para a Empresa de Gestão de Ativos (Emgea), que procuraria recuperar parte da dívida existente. Por exemplo, no caso da CEF, que aumentou seus créditos no 1.º trimestre do ano em 41%, sem muito critério de se enquadrar nas normas de Basileia para voltar a crescer livre das suas operações podres. Situação igual se verifica, embora em grau menor, em outras instituições de crédito públicas.
Trata-se de uma solução que obrigará o Tesouro a aumentar sua dívida, sem saber o que pode recuperar por meio da Emgea. Além de ser uma operação desleal com os bancos privados, que não têm a mesma facilidade para limpar suas carteiras - aliás, de melhor qualidade -, ela constitui um estímulo à inadimplência, por causa da facilidade com que os bancos públicos se livram do excesso de créditos podres.
Parece que a preocupação do governo com as vendas de carro se inscreve na mesma direção. O crédito para compra de carros foi reduzido diante do aumento da inadimplência no setor, que fazia operações de até cinco anos de prazo. Não nos parece que o corte de IOF será suficiente para convencer os interessados a trocar o seu carro. Estamos diante de um duplo problema: uma saturação do mercado e um forte aumento do endividamento das famílias.
A nova classe C adquiriu um carro com sacrifícios, mas não pretende trocá-lo a cada ano. É esta mesma classe que se aproveitou dos incentivos do governo para comprar uma casa. Isso significa uma prestação mensal, por muito anos, que exige a redução de outras despesas, especialmente quando começam a aparecer ameaças de desemprego. Não se entende por que o governo estimula agora maior endividamento.
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Economia brasileira é 'bicicleta difícil de pedalar,' diz 'Financial Times'
Em um texto intitulado "Feridas brasileiras", o jornal compara a economia brasileira a uma bicicleta. "Ela funciona enquanto estiver em movimento", diz o editorial. "Agora, porém, está ficando mais difícil pedalar."
"A única razão pela qual o deficit em conta corrente brasileiro não explodiu são os altos preços das commodities. Mas esse boom pode não durar para sempre", alerta o jornal.
Crédito
O editorial comenta ainda que a liquidez em abundância também ajudou a impulsionar o crédito doméstico, mas que os consumidores brasileiros agora parecem estar sobrecarregados, gastando mais que um quarto de suas rendas para o pagamento de empréstimos - nível superior ao verificado nos Estados Unidos no período anterior à crise de 2008.
Para o jornal, o crescimento do crédito no Brasil somente pode ocorrer se a renda também continuar a crescer.
"É aí que a bicicleta econômica se depara com a trincheira da guerra cambial", afirma o jornal, observando que o aumento da renda eleva a demanda e a pressão inflacionária, exigindo o aumento dos juros, que atraem mais capital externo, elevando ainda mais a cotação da moeda, aumentando com isso a atração das importações e prejudicando a competitividade das exportações.
"O resultado é um déficit em conta corrente mais amplo, e um limite no crescimento exigido nos salários para manter o crédito doméstico crescendo com segurança", diz o jornal.
Soluções
O editorial afirma que uma das maneiras de contornar o problema seria conter a valorização da moeda, mas observa que o governo brasileiro já tentou medidas como controles parciais de capitais e grandes intervenções no mercado cambial, mas sem sucesso.
Outra possibilidade seria o corte de gastos públicos, dificultados pelo Congresso.
Um terceiro caminho seria a elevação dos impostos sobre o setor de commodities, mas o texto observa que mesmo outras economias ricas em commodities e com melhor administração, como o Chile e a Austrália, estão sofrendo com problemas semelhantes e que os problemas no Brasil são mais agudos por causa do tamanho da economia do país.
O editorial conclui dizendo que "a bicicleta brasileira ainda não está arriscada a parar". "Mas está balançando", finaliza o texto.
Fonte: UOL-NOTICIAS-ECONOMIA
segunda-feira, 14 de março de 2011
CHINA À FRENTE por: Joelmir Beting
Nesta terça, 15 de março, no site do Joelmir: análise do dia A CORRIDA NUCLEAR
País rico não chora em serviço. O banco central japonês liberou nesta segunda-feira 183 bilhões de dólares para irrigar os bancos no financiamento da reconstrução das áreas devastadas pelo terremoto e pelo tsunami de sexta-feira. secos & molhados CHINA À FRENTE
Estudo do centro de pesquisas econômicas IHS Global Insight diz que a China foi o maior produtor industrial do mundo, ano passado, ultrapassando os EUA. Na indústria global de 2010, a parcela das fábricas chinesas foi de 19,8% e somou US$ 1,995 tri. A das americanas, 19,4%, no valor de US$ 1,952 tri. A diferença se deve mais à valorização do yuan em comparação ao dólar que a aumento físico de produção, explica o estudo. Detalhe: nos EUA, há 11,5 milhões de trabalhadores; na China, 100 milhões. Leia mais faróis de neblina BC, INFLAÇÃO & JUROS
A alta diretoria, presidente inclusive, do Banco Central se reúne nesta segunda com economistas de bancos e consultorias em São Paulo. Alexandre Tombini e seu pessoal ouvem o mercado antes de fechar o primeiro Relatório de Inflação do governo Dilma, a ser divulgado no final do mês e referente a janeiro/março. botocúndia s.a. TURBULÊNCIAS GLOBAIS
Entre as sequelas de terremotos e tsunamis que abalam o Japão desde a última sexta-feira, a bolsa de Tóquio encerrou o pregão desta segunda-feira em queda de 6,18%, efeito da estimativa dos investidores quanto aos custos da tragédia, mesmo tendo o BoJ, banco central, decidido liberar 15 trilhões de ienes (US$ 183 bi) ao mercado a fim de garantir sua sustentabilidade. Leia mais ideias A INFLAÇÃO & AS CLASSES DE RENDA
Saiu o Índice do Custo de Vida de fevereiro, calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, para a cidade de São Paulo. Deu 0,41%, menos que o 1,28% de janeiro. Mantém-se a pressão em transporte (alta de 0,76%), alimentação (0,39%), despesas pessoais (2,50%) e habitação (0,18%), que, juntos, contribuíram com 0,36 ponto para o cálculo da inflação do mês. Leia mais |
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sábado, 12 de março de 2011
Lucro da Ambev e o alcoolismo no Brasil
O lucro líquido da Ambev em 2010, dona da Brahma e Skol, foi de R$ 7,7 bilhões. A fortuna do principal acionista, Jorge Paulo Lemann, também dono das Lojas Americanas, de acordo com a última lista da Forbes, está na casa de US$ 11,5 bilhões. O que o coloca em 48º lugar entre todos os ricos do mundo.Estamos falando de um primeiro time da excelência do capitalismo mundial. Gente estudada, que se prepara nas melhores universidades do mundo com o objetivo de aumentar o lucro dos seus negócios sem qualquer compromisso maior com a sociedade. Todo o resto é segundo plano. Aqui não vai nenhum preconceito moral, apenas a verdade crua.Até pelas cifras envolvidas, o consumidor de bebidas alcoólicas precisa ter consciência que está lidando com uma operação complexa. Uma máquina muito poderosa. Não é um copo de chope que transformará ninguém em sócio desta engrenagem, mas o exagero e a continuidade. O alcoolismo é uma doença crônica. Já é a terceira que mais mata no mundo. Números do Ministério da Saúde dão conta que a dependência leva à morte uma média de 15 mil pessoas por ano. O contribuinte paga uma fortuna de impostos para o governo investir no tratamento médico e internações hospitalares. Todo mundo sabe que o uso contínuo do álcool liquida o reflexo no trânsito e empurra o consumidor contumaz até o câncer e outras doenças. Quem quiser saber para onde estamos indo basta acompanhar a dimensão do problema na Rússia, a terra da vodca. Fonte: sidneyrezende.com
quinta-feira, 3 de março de 2011
Lula deixou herança maldita!
Marta Salomon, de O Estado de S. Paulo | 02 de março de 2011 | 23h 00
BRASÍLIA - A ministra Miriam Belchior (Planejamento) já orientou seus colegas de Esplanada a selecionar despesas contratadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva e que não serão honradas pela sucessora Dilma Rousseff. Levantamento do Estado indica que o cancelamento de contratos pode alcançar R$ 33,9 bilhões, valor equivalente ao custo estimado do polêmico trem-bala entre São Paulo e Rio de Janeiro.
No primeiro dia de março, depois de quitar R$ 28 bilhões de contas pendentes deixadas por Lula no ano eleitoral, o governo ainda acumulava mais de R$ 98 bilhões de despesas a quitar, informa levantamento feito pela ONG Contas Abertas no Siafi (sistema de acompanhamento de gastos da União). Isso é quase o dobro do tamanho no corte no Orçamento de 2011 anunciado pela equipe econômica. Obrigados a escolher entre levar adiante gastos autorizados no Orçamento deste ano e pagar as contas deixadas por Lula, tecnicamente chamadas de "restos a pagar", vários ministros procuraram orientação da ministra do Planejamento. Ao Estado, o ministério informou: "Estamos em contato com os ministérios para que eles façam esse trabalho de análise para o cancelamento de restos a pagar".
A reportagem perguntou o valor das despesas sujeitas ao cancelamento. "Não existe informação sobre a expectativa de cancelamento", respondeu a assessoria do Planejamento.
Fonte: ESTADÃO
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
MPF vai investigar apoio do BNDES ao JBS
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Joelmir Beting
| Nesta quarta, 24 de março, no site do Joelmir: análise do dia METADE DO PIB Crédito bancário continua em expansão no pós crise e ensaia cobrir metade da economia em 2010. Leia mais secos & molhados SEM ESTATAL, MAS SOB CONTROLE Não será criada uma estatal para explorar minérios, matérias-primas para fertilizantes, avisou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, em audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. Mas há necessidade de um órgão para coordenar o processo de produção, importação, distribuição desses produtos, vitais para a agricultura, adiantou. "Pode ser uma comissão, uma secretaria, um departamento, um companhia. Ainda falta definir que órgão será criado, mas a Petrobras poderá produzir em jazidas de sua propriedade". A Petrobras é dona da jazida de Nova Olinda, no Amazonas, e da mina de Taquari, em Segipe, atualmente arrendada à Vale, informa a Agência Brasil. faróis de neblina CRÉDITO SOBE A R$ 1,435 TRI Saiu o relatório do Banco Central sobre o crédito em fevereiro: R$ 1,435 tri, valor 0,8% maior que o de janeiro e 16,8% superior ao de um ano antes. Com isso, a relação crédito/PIB ficou em 44,9%, acima dos 40,7% de fevereiro 2009. Boa notícia: juros, spread e inadimplência estão em baixa. Para o ano, o BC projeta expansão de 20% no crédito, que deve ir a 49% do PIB - melhorando o cenário de um mês atrás (leia CRÉDITO BAIXA E JUROS SOBEM ) . Leia mais botocúndia s.a. COELHINHO DA PÁSCOA ENGORDA TESOURO A César o que é de César: 6 em 10 comerciantes esperam vender mais nesta Páscoa que na de 2009. Para outros 3, os negócios vão empatar e vão piorar para 1 apenas. Os otimistas esperam vender até 10% mais que no ano anterior. Leia mais ideias MUDANÇAS EM 20 ANOS Em 20 anos, o Código de Defesa do Consumidor mudou a imagem dos fornecedores de bens e serviços no país. E dos consumidores também! Leia mais http://buzz2feed.com/feed/rss/moisesalba http://feeds.feedburner.com/linkpelotas http://feeds.feedburner.com/dicasempelotas http://feeds.feedburner.com/moisesalba ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: <contato@beting.com.br> Data: 23 de março de 2010 19:32 Assunto: Newsletter Joelmir Beting Para: moisesalba@gmail.com |
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Lula, só promessas!
Uma de suas promessas mais delirantes foi a construção de 1 milhão de casas até 2010, como parte do pacote de medidas para o setor de habitação. O programa recebeu o bonito e romântico título “Minha Casa Minha Vida”.Estima-se que o país tenha hoje cem milhões de pessoas sem acesso a esgoto tratado (mais que toda a população da Alemanha, 82 milhões), e 45 milhões sem água nas torneiras de casa. Boa parte da escassez de investimentos em saneamento se explica pelo fato de a maior parte das empresas estaduais estar mal das pernas. Responsáveis por 75% dos serviços prestados à população, elas não têm capacidade financeira para tomar empréstimos, muito menos de se lançar em novos empreendimentos.
O fato mais grave nessa história é que quando Lula fez a promessa, sabia desses números, isto é, que não iria cumpri-la. O Partido dos Trabalhadores, sob liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, fez do Brasil o país da mentira.
(*) Texto de apoio: Vivian Oswald e Martha Beck
Fonte: prosaepolitca.com.br
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quinta-feira, 16 de julho de 2009
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