Quanto custa o culto internacional da personalidade?

Quanto custa o culto internacional da personalidade?
Em julho de 2008, a SECOM - Secretaria de Comunicação da Presidência da República, chefiada por Franklin Martins, com status de ministro, contratou por R$ 15 milhões anuais o Grupo CDN, uma das maiores empresas de comunicação do país, para cuidar da imagem do Brasil no exterior. No lugar de “Brasil”, leia-se “Lula”. Associada à Fleishman-Hillard, outra gigante das relações públicas internacionais, com mais de 80 escritórios no mundo, a empresa contratou sete jornalistas sênior, com salários mensais na casa dos R$ 20 mil, fluentes em inglês, espanhol e francês, com um único objetivo: colocar a marca “Lula” na mídia global. Nenhum outro líder mundial possui tamanha estrutura de imprensa trabalhando full time para polir a sua imagem e plantar boas notícias no mundo inteiro, com outra diferença. Quer vir ao Brasil fazer uma reportagem? Lula convida, Lula paga a viagem, Lula abre as portas do Brasil para o fascinado jornalista, inclusive, muitas vezes, com direito a uma “exclusivazinha” para elevar o prestígio. Este ano, o que prova que grande parte dos R$ 15 milhões está sendo paga lá fora, a CDN cobrou apenas R$ 6,4 milhões do Governo Federal, até novembro. Mas os resultados foram simplesmente espetaculares. Em 2009, Lula concedeu 114 entrevistas, das quais 43 exclusivas para as maiores redes de comunicação internacionais e para os maiores jornais e revistas, oferecidas tanto no Brasil quanto no exterior. Frente a tudo isso, fica fácil entender a razão pela qual o premiadíssimo Lula, no ano da grande crise, saiu maior do que o Brasil, em termos de imagem internacional. A pauta era essa mesmo. Os países que mais incensaram Lula foram os Estados Unidos da América, onde Obama o chamou de "meu cara". A Espanha, cujo maior jornal elegeu o presidente brasileiro Homem do Ano, assim como a França, onde o periódico mais importante escolheu Lula como o personagem de 2009. E também teve a Inglaterra, onde o Financial Times identificou o brasileiro como um dos líderes que moldaram a década. Graças ao apoio à Ahmadinejad, até a Al Jazeera trombeteou que Lula resolveu os problemas das favelas do Brasil. Haja espaço para a arrogância e o narcisismo de Lula. Mas em termos práticos, o que o Brasil ganhou com isso? Os Estados Unidos compraram 45% menos produtos e serviços brasileiros no ano que passou. A Espanha reduziu as suas compras em 34%. A França importou menos 33%. E a Inglaterra cortou em 9% as compras do Brasil. O resultado final é que os países que transformaram Lula em sucesso global compraram U$ 15 bilhões a menos em 2009. Vale ressaltar que a maior “lambeção” para cima de Lula foi a protagonizada por Sarkozy. Pois é. Além de um superávit de mais de U$ 1 bilhão para a França, o francês quase fechou uma venda de U$ 10 bilhões em caças que nunca voaram além da Provence. Como o interesse de Lula e do PT é apenas o discurso interno, números são apenas um pequeno detalhe. A não ser manter os 80% de popularidade do mercador de ilusões, custe o que custar. Pois é, tudo isso para parecer um grande líder. Agora um aumentozinho de pouco mais de 7% aos aposentados pode quebrar o Brasil.! Quer que a festa continue? Que a desmoralização piore? Quer que as crianças continuem aprendendo nas escolas como usar preservativos e drogas? Se a resposta é NÃO! Mobilize os amigos: ZERO VOTO AO PT E BASE ALIADA!
Por Ray Pinheiro
NÃO VOTE em candidatos da BASE ALIADA do PT
Fonte: ViverdeNovo

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Lula Explica o Bolsa Esmola


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O Socialismo na Venezuela, Dilma e Hugo Chaves

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Perguntas ao Lula




Fonte: Recebido por email

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Carta ao Deputado Cândido Vaccarezza - Fator Previdenciário

São Paulo, 22 de junho de 2010.
Prezado senhor, Deputado Cândido Vaccarezza
Disposto seu raciocínio, e que não é novidade por todas vossas declarações à mídia em passado recente acerca do vosso entendimento sobre o fator previdenciário e o reajuste dos aposentados, permita-me algumas colocações, e que espero que o Jornal Folha de S.Paulo propicie o mesmo espaço com o intuito de bem informar nossa sociedade. Em seu artigo V.Exa. coloca que e o pífio reajuste de 7,72% dados aos aposentados representa a maior correção dada aos aposentados no mundo. Tão apenas seria verdade se Brasília não fizesse parte deste planeta; ou melhor, os inativos do serviço público federal que foram agraciados com percentuais a título de reclassificação de cargos dos colegas da ativa, ou algo semelhante a que não concorre aos aposentados do RGPS fossem alienígenas. Talvez tenha razão V.Exa. pois a isso não se dá o nome de reajuste, mas provavelmente excrescência. Cita, em artigo publicado pelo jornal Folha de S.Paulo, que a eliminação do fator previdenciário poderia predispor a que pessoas pudessem aposentar-se com 42 ou 45 anos de idade. Prezado senhor, a revolução industrial acabou, e quando alguém nasce nos dias de hoje recebe uma certidão de nascimento e não uma carteira de trabalho e já começa sua vida registrada no INSS. Mas não se preocupe a mesma bobagem tem sido dita e repetida num entre olhar de um casal de apresentadores de um telejornal global alienante. Talvez V.Exa. ouviu e não soube se expressar; mas consulte a tabela do fator previdenciário. No Brasil um homem, trabalhador da iniciativa privada ficará isento do fator previdenciário quando cumprir 35 anos de contribuição e atingir 63,5 anos de idade; e ai terá uma expectativa de vida até 69,1 anos (homens). Numa comparação igualmente parametrizada com países desenvolvidos, na Itália, um trabalhador quando cumprir 35 anos de contribuição estará livre de qualquer redutor aos 60 anos de idade e tem expectativa de vida de 78,7 anos (homem). Uma diferença fantástica e completamente fora da realidade brasileira. V.Exa. cita que o “estrago” pelo fim do fator e pelo reajuste levaria a um custo de R$ 15 bilhões; vejamos, – se o reajuste como também afirma foi responsável por apenas R$ 1, 7 bilhão; o fator seria responsável por R$ 13,30 bilhões. Permita-me corrigi-lo; segundo relatórios da Previdência, e de perfeito alcance e conhecimento público o fator previdenciário tão apenas economizou aos cofres do INSS R$ 11 bilhões nos dez anos de sua vigência, o que resulta em apenas R$ 1,1 bilhão/ano ou 0,6% do total de gastos de todo Regime. Total de gastos de todo Regime significa que além dos dispêndios previdenciários, que são aqueles que têm como nexo causal aspectos e direitos contributivos de cada cidadão; incluem-se ainda os benefícios assistenciais dados a 3,5 milhões de pessoas (LOAS e RMV) e a 8,1 milhões de beneficiários da área rural – todos estes com raros casos de alguma contribuição. Quanto a outras colocações feitas por V.Exa. não vou discorrer, pois sendo médico confunde o que é orçamento fiscal com orçamento da seguridade social; porém não deve desconsiderar os preceitos constitucionais sobre as contribuições provisionadas e nem mesmo as quatro operações aritméticas. Senhor deputado, a esta questão há fatos elementares. Espera-se, e como promessa de campanha, e desde 2003 a apresentação da formula 95/85; vigente em vários países e que aqui o vosso governo ensaia, mas não materializa. Vosso governo concede, e como aprovado na LDO R$ 18,9 bilhões em 2010 em renúncias previdenciárias (e que só existem no Brasil), favorecendo até times de futebol. Enquanto que o saldo previdenciário negativo do RGPS para mais de 27 milhões de pessoas foi de R$ 42,9 bilhões, e o déficit para quase um milhão de servidores inativos federais foi de R$ 60,2 bilhões. Tal déficit representa à nação 3,5 vezes a renda per capita/ano por inativo federal. – Onde que está o déficit da previdência no Brasil considerando que temos mais de 900 RPPS municipais e estaduais espalhados país afora? Já passa da hora da tomada de consciência, pois a realidade aflorará demonstrando a divisão em cidadãos de primeira e segunda classe. 
Oswaldo Colombo Filho
E-mail: colomboconsult@gmail.com 
Membro fundador
Movimento Brasil DignidadeFonte: fatormentodoaposentado

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Previdencia Rural x Previdencia Urbana - Governo escraviza o trabalhador urbano

A arrecadação da Previdência Rural apresentou aumento de 6,9%, e totalizou R$ 426 milhões em maio. Em abril, o valor arrecadado havia sido R$ 399,4 milhões. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Ministério da Previdência.  As despesas em maio também tiveram 1% de redução, ficando em R$ 3,754 bilhões, ante os R$ 3,794 bilhões de abril. Com isso o déficit ficou em R$ 3,327 bilhões. A Previdência Urbana também teve crescimento de 1% na arrecadação e fechou maio em R$ 16,154 bilhões. As despesas caíram 1% e fecharam o mês em 14,984 bilhões, o que resultou em superávit de R$ 1,170 bilhões, 36,3% a mais do que abril. No resultado geral, houve déficit de R$ 2,589 bilhões, em consequência da arrecadação de R$ 16,581 bilhões e despesas de R$ 19,171 bilhões. No acumulado do ano o saldo negativo já soma R$ 20, 075 bilhões.
A verdade sempre esteve no site da Previdência e o Lula sempre soube disso. Previdência não é um problema causado pelo contribuinte urbano. E apesar disto Lula penaliza o trabalhador que contribui para previdência não vetando o fim do Fator Previdenciário. Escraviza o trabalhador tirando mais de 40% de sua remuneração ao se aposentar com a justificativa de que vai quebrar a Previdência Social. A verdade é que o trabalhador urbano que contribui não causa déficit como nunca causou e o que ocorre é que o Lula não esta preocupado com quem esta na ativa e os outros poucos milhões que tiveram perda com o fator previdenciário ao se aposentar.
 
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Carisma? Que carisma?


PROF.ª AILEDA DE MATTOS OLIVEIRA
Não consigo ver o tal carisma neste senhor Lula, destituído de qualquer traço de civilidade, já que lhe faltam valores essenciais. Por esta razão, seu governo é dionisíaco, de carnavalização total. Tenho lido muitas referências ao carisma de Lula e, agregado a este dom cósmico, o tal índice de aprovação de seu 'governo'. Talvez, a minha repugnância por esta ínfima criatura não me permita enxergar nada além de uma esperteza vulpina a substituir a sua ignorância asinina. Pelo que sei desta palavra, além do seu sentido estrito de 'dom de inspiração divina', o seu sentido amplo e figurado indica alguém 'que tem fascínio pessoal e que influencia outras pessoas'. Não consta nos anais de seus oito anos de rapina dos tributos saídos do bolso do contribuinte, que o senhor presidente haja conquistado alguém sem o auxílio do dinheiro público, portanto, o fascínio não reside no doador, mas nas cédulas facilitadoras da arregimentação política, em todos os níveis. Constato, então, que o carisma do homem não é real, porém, conquistado graças aos reais que saem da cornucópia republicana direto para as contas bancárias dos beneficiários, para as mãos sujas dos tiranos latinos, para as bolsas dos indolentes de nível um, para as bolsas dos indolentes de nível dois, estas últimas como indenizações de perseguidos pelas suas próprias sombras devido aos crimes que cometeram. Como sou perquiridora, não consigo ver as coisas no seu todo sem antes analisar as partes que o compõem, e se as partes nada valem (ausência de caráter, de moral, de ética, etc.) o todo, formado por estas partes ausentes, por uma questão de lógica, recebe o mesmo julgamento. Por esta razão, não consigo ver o tal carisma neste senhor Lula, destituído de qualquer traço de civilidade, já que lhe faltam os valores essenciais citados. Por esta razão, seu governo é dionisíaco, de carnavalização total. Concluo, então, que a palavra 'carisma', tenha definhado e sofrido a perda de seu conteúdo, sobrados apenas a pele de suas vogais e os ossos de suas consoantes por obra da desvalorização semântica do termo, numa conspurcação gramatical de caráter ideológico, a fim de ajustar ao desmoralizado indivíduo algum qualificativo, já que nada lhe sobressai de positivo. Como estes oito anos de estagnação equivalem a outros tantos de distorção, de desvirtuamento das normas, inclusive a do bem-falar, foi a tal palavra sucateada no seu significado, ficando a casca, o rótulo, a fazer crer que o peregrino do espaço, o estadista de "araque", o "cara" que mete a cara em tudo o que não lhe diz respeito, o demagogo dos demagogos, tem a envolvê-lo a aura divina. Como é impossível admitir a existência de atributos demiúrgicos num indivíduo pernicioso, atesto que o homem é, na verdade, um grande debochado, um grande mentiroso, um grande cínico, um grande mentecapto. É a este conglomerado de mercenarismo, de incompetência e de iniquidade que se dá o nome de carisma?

Vivemos o tempo dos “insultos revolucionários”

"O povo pensa que dossiê é um doce"
 Não me esqueço de um ataque de riso, muitos anos atrás, quando ouvi a autocrítica de um alto dirigente do PC da China, durante a Revolução Cultural. Quem foi? Lin Piao? Não me lembro. A "autocrítica" era um dos velhos hábitos comunas, uma espécie de confissão católico-vermelha, só que aos berros diante das massas. E o dirigente se criticou: "Eu sou um cão imperialista, eu sou o verme dos arrozais da China, eu sou a vergonha do comandante Mao...". Queria de volta as autocríticas do tempo de Mao. Queria ver o Marco Aurélio Garcia, por exemplo, bater no peito se confessando: "Eu sou a praga do cerrado, eu sou um bolchevista fingindo de democrata. Acabei com o prestígio de Lula lá fora, beijando o Ahmadinejad, isolei o Brasil e provavelmente perderemos mais de US$ 3 bilhões em benefícios que os Estados Unidos nos davam para exportações, além da sobretaxa do etanol, que será mantida!". Depois que conseguiram entrar no Estado, através do Lula, os velhos esquerdistas perderam a aura mística, a beleza romântica que tinham na clandestinidade que os santificava. Eu conheci muitos heróis, sonhando realmente com a revolução, mesmo que utópica, mas honestos, sacrificando-se, morrendo. O comunista romântico não vemos mais. Hoje, eles não se consideram eleitos por uma democracia, mas guerreiros políticos que "tomaram" o poder. Vemos isso nos milhares de insultos no Twitter, e-mails e bloguinhos que espoucam na internet. Recebo centenas, como outros jornalistas. São apavorantes os bilhetes na web: ofensas e ameaças. Não há uma luta por ideais, mas uma resistência carregada de ódio e medo daqueles que podem, eventualmente, tirar seus privilégios: os "canalhas neoliberais"...  Esses quadrilheiros usurparam os melhores conceitos da verdadeira esquerda, que pensa o Brasil no mundo atual, uma esquerda reformada pelas crises internas e externas, que se conscientizou dos erros da agenda clássica. Eles injuriam e difamam o melhor pensamento de uma esquerda contemporânea, em nome de uma "verdade" deformada que teimam em manter. Esse crime abstrato muitos intelectuais e artistas não veem, por temor ou ignorância. Falam de um lugar que seria da "esquerda", mas que é o lugar de baixos interesses pelegos, de boquinhas a defender - uma versão de socialismo decaída em populismo. Se dizem de esquerda, mas são de direita, para usar seus termos. Não só pilharam bilhões de reais de aparelhos do Estado, em chantagens com empresários, em fundos de pensão, em contratos falsos, mas roubaram também nossos mais generosos sentimentos. E não é só a mentira que é vergonhosa. É a arrogância com que mentem ao se apropriarem do controle da inflação e de todas as reformas que o governo anterior lhes deixou, que eles chamam de "herança maldita". Não há mais "autocrítica". Hoje temos o desmentido. O "desmentido" é o arrependimento do "se colar, colou". Quando uma ação revolucionária dá "chabu", basta desmentir e ainda dizer que foi tudo invenção da vítima. Assim foi o caso Celso Daniel, o caso dos "aloprados" de São Paulo, das cuecas, tudo. "Nunca antes" um partido tomou o poder no Brasil e montou um esquema assim, um plano secreto de "desapropriação" do Estado, para fundar um "outro Estado" ou para ficar 20 anos no poder. E agora, no caso do "dossiê" contra o PSDB e Serra, mentem tranquilos: é a "mentira revolucionária". Lembro-me de Lula rindo do dossiê dos "aloprados", dizendo: "Deixa pra lá... o povo nem entende o que é dossiê... pensa que é doce de batata... de abóbora...". Como não têm um programa moderno para o Brasil, a não ser o imaginário sarapatel de ideologias que vão de um leninismo mal lido, passando por um getulismo tardio, uma recauchutagem de JK fora de época, eles escondem sua incompetência se dedicando à parte "espiritual" da velha ideologia: controle, fiscalização, tutela, espionagem e censura. Agora, estamos assistindo ao início da "porrada revolucionária", com os "militantes" atacando os "inimigos" do povo. É o zelo dos peões, dos pés de poeira, que se acham os guerreiros de uma missão bélica para impedir que os burgueses do PSDB ganhem as eleições (se aliam a Sarney e Collor e dizem que Serra e FHC, que passaram mais de uma década no exílio, são "fascistas neoliberais"... Pode?). Os brutamontes da militância se acham imbuídos de uma missão sagrada: "Eu taquei um pé nos cornos daquele tucano filho de uma égua, esfreguei a cara dele no chão até ele gritar ‘Viva a Dilma!’ É isso que é golpe de esquerda, não é, companheiro?" Outro feito dos bolchevo-pelegos no poder é a desmoralização do escândalo. As verdades e delitos aparecem, mas, por negaças, recursos políticos e protelações, o escândalo definha, entra em agonia e morre. Quantos já houve? Stalin apagava das fotos os membros do partido que ele expurgava; portanto, nunca existiram. Tudo é absolvido pela "mentira revolucionária", porque ela vem por uma "boa causa". Quase todos esses cacoetes derivam de um sentimento: "Somos superiores". Quando eu era estudante, um dirigente do PC dizia sempre: "Não estamos com a doutrina certa? Então... é só aplicá-la". Essa "certeza superior" é encontradiça em homens-bomba, em bispos vermelhos. O autoritarismo e a truculência não são privilégio de fascistas. A única revolução no Brasil seria o enxugamento de um Estado que come a nação, com gastos crescentes e que só tem para investir 1,5% do PIB. A única revolução seria administrativa, apontada para a educação e para as reformas institucionais, já que, graças a Deus, a macroeconomia herdada foi mantida e a economia mundial se dirige aos países emergentes. O Brasil está pronto para decolar, se modernizar, e essa gente quer segurar o avião em nome de interesses de um patrimonialismo de Estado e de um socialismo morto que, em seu delírio, acham que virá. Como recomendou Stédile a seus "sem-terra": "Tenham filhos; eles vão conhecer o socialismo...".
ARNALDO JABOR - Colunista - a.j.producao@uol.com.br - Publicado em: 22/06/2010
  Fonte: OTEMPO

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A dama de vermelho


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Presidente Lula pode tudo?

Presidente pode tudo?
Autor(es): Agencia o Globo/ Raphael Carneiro da Rocha Filho -  O Globo - 18/06/2010
O presidente da República pode tudo? Como primeiro mandatário da nação, decerto que ele pode muita coisa mesmo — mas não tudo. E por que não? Porque o presidente, como servidor público que é, só pode fazer aquilo que as leis (expressão da vontade do povo, por seus representantes eleitos) dizem que ele pode. Este imperativo decorre do princípio constitucional da legalidade, que determina que o agente público, seja ele qual for, se subordine, no exercício de suas funções, aos mandamentos da lei e às exigências do bem comum. Isto é próprio dos estados democráticos de direito, como o Brasil. É por isso que o povo exige, na Constituição que adotou, que o presidente eleito, ao tomar posse, preste o compromisso de manter, defender e cumprir o Contrato Social e observar as leis da República. Tomamos esta sábia exigência da tradição democrática americana. Mas a que vem tudo isto? Vem a propósito de dois atos recentes e mal pensados do presidente, a saber: o mau acordo nuclear celebrado com o Irã (que não cuidou de evitar que Teerã continue a enriquecer urânio com fins militares) e o dissonante e desastroso voto, no Conselho de Segurança, em favor da liberdade atômica dos aiatolás. Salvo o presidente Lula e seu assessor especial de política externa, Marco Aurélio Garcia, ninguém de boa-fé duvida das reais intenções do Irã atual. É geral, nas democracias ocidentais, a crença de que os fanáticos religiosos que lideram aquele país buscam, a passos decididos e ousados, dispor de armas nucleares de destruição em massa. Daí a preventiva resolução do Conselho de Segurança — que contou, inclusive, dentre os votos a favor das salvaguardas, com os de Rússia e China, aliados tradicionais do Irã. Choca, pois, o agir do presidente, já que, como bem anotou o colunista Merval Pereira, “apoiar o Irã, uma ditadura teocrática completamente fora das leis internacionais e do respeito aos direitos humanos, é um absurdo. Não é possível aceitar que o presidente, qualquer que seja ele, possa usar o país para aventuras pessoais” (O GLOBO, 10/06). Pois bem. A nossa Constituição expressa (art.4º) que, nas suas relações internacionais, o Brasil rege-se pelos princípios (VII) do repúdio ao terrorismo (que é patrocinado, como é notório, pelos aiatolás radicais); (VI) da defesa da paz (seriamente ameaçada pelo projeto iraniano de expansão militar, centrado na conquista de armas nucleares); e (VII) da solução pacífica dos conflitos (que o voto do Brasil contrariou, ao repudiar a solução pacífica e preventiva encontrada, na ONU, pela comunidade internacional). Ora, estes são princípios fundamentais da República, que têm eficácia jurídica, o que importa na sua aplicabilidade imediata e direta, vale dizer, eles obrigam o agente público/político. Portanto, ao praticar tais atos em favor de uma ditadura religiosa radical, belicista, que almeja o confronto nuclear, repudiando injustificavelmente a resolução preventiva adotada pelo concerto das nações, o presidente agiu objetivamente contra a Constituição que jurou cumprir e defender, traindo, assim, a vontade do povo brasileiro nela encerrada. Em que pese o seu desapreço pelas leis — revelado pela sua quinta condenação pela Alta Corte Eleitoral — o presidente, que as pesquisas indicam gozar da estima da ampla maioria da população, precisa ter mais cuidado com os superiores interesses, fora do comércio, cuja séria gestão lhe foi delegada nas urnas — até porque os atos desastrosos que presidiu comprometeram a dignidade da Nação (bem indisponível), já agora objeto de escárnio em sedes diversas, como tem sido amplamente noticiado, para humilhação dos brasileiros. Do contrário, estará se expondo, em tese, à gravíssima responsabilização capitulada no art. 85 da Carta Magna, cuja efetivação poderia significar, no limite, a sua destituição, por patrocínio infiel, do nobre mandato que lhe foi outorgado. Com efeito, em 1787, já alertava o grande Alexander Hamilton, um dos pais fundadores da América, em obra que é patrimônio da humanidade, que “não há posição fundada em princípios mais claros que aquela de que todo ato de um poder delegado que contrarie o mandato sob o qual é exercido é nulo. Portanto, nenhum ato legislativo (ou executivo) contrário à Constituição pode ser válido. Negar isto seria afirmar que o delegado é maior que o outorgante; que o servidor está acima do senhor; que os representantes do povo são superiores ao próprio povo; que homens que atuam em virtude de poderes a eles confiados podem fazer não só o que estes autorizam, mas o que proíbem”.


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Lula aproveitou estabilidade e boom mundial e chinês, mas não avançou efetivamente nas questões essenciais para o futuro

Lula = FHC + China
Autor(es): Agencia o Globo/Carlos Alberto Sardenberg O Globo - 17/06/2010
Foi a cara do governo Lula. O presidente manteve o fator previdenciário, uma reforma estrutural da administração FHC, e concedeu um aumento real mais generoso para as aposentadorias, gastando por conta da elevada arrecadação atual, mas comprometendo os futuros orçamentos públicos. Acrescente aí o bônus internacional — o extraordinário crescimento da economia mundial e, muito especialmente, da China — e se terá a explicação para o sucesso do governo Lula e de vários outros espalhados pelo mundo emergente. A “equação” do título acima se justifica assim: todos os países emergentes que tinham alimentos e commodities para exportar e, internamente, apresentavam bases macroeconômicas estáveis, cresceram de modo vigoroso no período de 2003 a 2008. E todos se recuperam bem da crise financeira.O Brasil pegou a onda, mas não esteve na frente. Naqueles seis anos, o mundo emergente cresceu, na média, 7,18% ao ano. O Brasil, 4,2%. Dizem alguns: mas a média dos emergentes é puxada para cima pelos asiáticos em geral e pela China, em especial, que não podem ser imitados. Fiquemos então com América Latina e Caribe, na classificação do Fundo Monetário Internacional: pois a região cresceu mais que o Brasil, 4,76% ao ano, também segundo os dados do FMI.Dirão: mas o governo Lula turbinou o crescimento do país, que vinha de médias muito baixas. Verdade, para o Brasil e para os outros. A média dos emergentes nos anos 90 havia sido de 3,8%. Como o Brasil, essa parte do mundo sofria com crises internacionais e o andamento das reformas que construíam a base econômica. Depois, todos aceleraram juntos.O Brasil conseguiu também elevar for temente suas exportações, que trouxeram os dólares com os quais o Banco Central fortaleceu as reservas — o seguro que permitiu passar bem pela crise. Para Lula: foi o resultado de sua diplomacia.Pois aconteceu a mesma coisa com os bons emergentes.A exportação desses países dobrou em volume de 2002 a 2008. Além disso, os preços das commodities também dobraram, em termos reais, nesse período. Todos aumentaram exponencialmente suas vendas para a China.O BC brasileiro começou a comprar reservas em 2003. Também os colegas.Quando terminou o ano de 2002, os emergentes acumulavam reservas internacionais de US$ 1 trilhão. Seis anos depois, detinham US$ 5 trilhões. Eis por que esses países suportaram a crise e agora se recuperam mais depressa.O conjunto explica também a alta popularidade de presidentes como Michelle Bachelet, do Chile, ou Alvaro Uribe, da Colômbia.E de Lula, que, entretanto, foi considerado “o cara” por uma razão bem objetiva: o Brasil, com PIB se aproximando dos US$ 2 trilhões, fica entre os dez maiores do mundo.Mas, se o governo Lula aproveitou bem as circunstâncias, falhou em preparar o futuro. Um dado é crucial: não houve avanço significativo no volume de investimentos, que constroem a capacidade de crescimento.Muitos países emergentes fizeram a lição. Conforme dados do FMI, no período 1996/2003, esses países investiram 24,9% do PIB, na média anual. Já na era dourada de 2004/08, esses investimentos saltaram para 28,5% ao ano, um ganho de 3,5 pontos percentuais. Em 2008, foram de 29,9%.O Brasil registrou média de 16,3% do PIB entre 1998 e 2003, subindo para apenas 16,9% no bom período 2004/08. O volume mais alto foi o de 2008, de 18,7%. Resumindo: se seguisse a média dos emergentes, o Brasil teria investido a mais a impressionante cifra de R$ 300 bilhões.É inequívoco, consumimos mais do que poupamos e produzimos. A começar pelo governo. O presidente Lula aproveitou o bom momento da economia e os consequentes ganhos de arrecadação para aumentar fortemente os gastos públicos não investimentos.Pessoal, por exemplo: entre 2002 e 2009, o número de funcionários ativos do governo federal aumentou em mais de 60 mil. Nas estatais federais, o aumento foi de nada menos que 100 mil.Terá se elevado na mesma proporção a eficiência do serviço público oferecido? Nossos alunos estão aprendendo mais? E, mais importante, o governo Lula está ampliando o buraco previdenciário.Aprovou, no primeiro mandato, uma reforma da previdência do setor público, mas não a implementou.E a política de aumento real do salário mínimo, herdada do governo anterior e turbinada, se distribui renda entre uma parte da população, gera um passivo previdenciário para o qual não há previsão de cobertura.Resumo da ópera: o governo Lula se aproveitou da estabilidade e do boom mundial e chinês, mas não avançou efetivamente em nenhuma das questões essenciais para o futuro, a saber, educação, infra-estrutura, carga tributária (que aumentou) e estrutura e eficiência do gasto público

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Por coerência, Lula podia abrir mão de sua aposentadoria especial.

Já que vetou o Fim do Fator Previdenciário, por coerência, Lula podia abrir mão de sua aposentadoria especial que conseguiu aos 42 anos de idade e 22 anos de contribuição, recebendo bem mais que o teto de R$ 3.416,54 e com isenção de IR. Eu gostaria muito de me aposentar com meus 48 anos e 30 de contribuição sendo que 18 anos sobre condições insalubres que equivalem a mais sete anos ao total, mas para isto perderei mais de 50%, isto mesmo, mais de 50 % da media de minhas contribuições de 1994 para cá. Vergonha, só isto que posso dizer. Para alguns, vantagens, para outros, obrigação de manter este sistema que privilegia quem legisla em detrimento da maioria que não tem noção de quanto esta sendo enganada.

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“O PT é um perigo para o país e para a democracia”

Neste ano temos eleição presidencial. Você está animado? Ah, vai ser uma batalha. Os dois candidatos estão empatados. Espero que o Serra ganhe. Será um absurdo se o Lula, que empurrou a Dilma garganta adentro do PT, vá empurrar agora garganta adentro do país só pela vontade exclusiva dele. Acho que nem a Dilma é a favor disso. Mas o governo Lula não teve nenhum mérito? Não é que não teve nenhum mérito. O principal problema do Lula é ele não reconhecer o que ele deve aos governos anteriores. Tudo dele é “Nunca na história deste país...”. Ele se faz dono de tudo o que ele combateu. Por que o Brasil passou pela crise da maneira que passou? Porque havia o Proer (programa de auxílio ao sistema financeiro). Mas o PT foi para a rua condenar o Proer dizendo que o governo FHC estava dando dinheiro para banqueiro. E a Lei de Responsabilidade Fiscal? O PT entrou no STF contra a lei. Ainda está lá o processo do PT para acabar com a Lei de Responsabilidade Fiscal. O PT era contra o superávit primário,era contra tudo. Quer dizer, tudo o que eles estão adotando e que se constitui a infraestrutura da política econômica eles combateram. Agora o cara não reconhece isso: ele diz que fez tudo. O Lula é, de fato, uma pessoa desonesta. Um demagogo. E isso é perigoso. Está arrastando o país para posições que são realmente inacreditáveis. O cara se tornar aliado do Ahmadinejad, o presidente de um país que tem a coragem de dizer que não houve o Holocausto? Ele está desqualificando mundialmente porque está negando um fato real que não agrada a ele. Então não pode. O Brasil vai se ligar a um cara desse? É um oportunismo e uma megalomania fora de propósito. É um desastre para o país. Eu espero que a Dilma perca a eleição. Não tenho nada contra ela, mas contra o que isso significa. O PT é um perigo para o país. O aparelhamento do Estado, o domínio dos fundos de pensão... Um sistema de poder que vai ameaçar a própria democracia. As pessoas têm que tomar consciência.
Por: Ferreira Gullar  Publicado em: 08/06/2010
Fonte: O TEMPO
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Mary Anastasia O’Grady sobre Lula

14 de junho de 2010 12h38 Sílvio Guedes Crespo
A polêmica jornalista Mary Anastasia O’Grady, membro do Conselho Editorial do Wall Street journal, publica nesta segunda-feira um artigo com fortes críticas do governo brasileiro, utilizando termos como “cãozinho de Terceiro Mundo” e “política externa lunática”.
A autora, a mesma que em abril escreveu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não fez nada no poder, dá o título de “A dança de Lula com os déspotas” ao seu artigo sobre a tentativa do presidente brasileiro de mediar um acordo com o Irã a respeito do projeto nuclear do país persa.
“O Brasil pode estar ganhando respeito no front monetário e econômico, mas quando se volta para a liderança geopolítica, o senhor Da Silva trabalha o tempo todo para preservar a imagem do País como um cãozinho de Terceiro Mundo ressentido”, afirma O’Grady. O termo ”cãozinho”, no contexto do artigo, pode ser traduzido como um “nanico pretensioso demais” e se refere à posição do Brasil contra os Estados Unidos em algumas disputas externas, como o voto contrário às sanções sobre o Irã.
Para a autora, o presidente brasileiro é vazio ao defender diálogo com o Ira e dizer que as sanções causarão mais sofrimento ao povo do Irã, porque, segundo ela, “as sanções são diretas, não aos civis, mas às ambições nucleares do Irã”. “Quanto ao ‘diálogo’”, diz O’Grady, “deveria ser óbvio hoje que o que o presidente iraniano precisa é de um pouco menos de conversa”.
O’Grady diz que o PT é um partido “acentuadamente à esquerda”, mas afirma que “ninguém deve confundir Lula com um bolchevique”. “Ele é meramente um político esperto que emergiu a partir das ruas e adora o poder e limusines”, afirma.
“Uma revisão dos seus dois mandatos revela uma tendência de defender déspotas e dissidentes da democracia”, diz a autora, citando como exemplo o apoio ao Venezuelano Hugo Chávez, o cubano Fidel Castro e as Farcs (Forças Armandas Revolucionárias da Colômbia).
Ela também critica o fato de o Brasil ter apoiado o ex-presidente hondurenho Manuel Zelaya, “apesar de ele ter sido removido pelo governo civil por violar a Constituição”.
A autora encerra o artigo com uma citação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de que está longe de ficar claro se os brasileiros aprovam a “mudança de lado” da política brasileira.
Artigo ‘A dança de Lula com déspostas’ traz foto do presidente com Ahmadinejad

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PT de Dilma optou por esconder os gastos da campanha. Vergonha!



Por: Ricardo Galhardo, enviado a Brasília 13/06/2010 12:16
Enquanto a pré-candidata Dilma Rousseff defende a reforma política e o financiamento público de campanhas como formas de dar mais transparência ao processo eleitoral, o PT optou por esconder os gastos. O partido se recusa a informar o montante gasto na convenção que vai oficializar a candidatura de Dilma. A resposta padrão, que segundo dirigentes será adotada em toda a campanha, é que os valores serão informados apenas à Justiça Eleitoral. Abordado pelo iG sobre o custo da convenção, o tesoureiro do partido, João Vaccari, respondeu irritado: “não sei”. Vaccari é alvo de inquérito e de uma CPI da Assembleia Legistativa de São Paulo por suspeita de desvio de recursos da Bacoop, a cooperativa habitacional do Sindicato dos Bancários de São Paulo, da qual é dirigente.Questionado sobre a suposta falta de transparência, Vaccari disse: “para você pode ser falta de transparência. Pode chamar como quiser. Mas tudo será declarado à Justiça Eleitoral”. Segundo ele, a decisão de esconder os gastos é uma estratégia de campanha. “Cada partido tem a sua estratégia. A nossa é não divulgar”, disse o tesoureiro petista. Segundo dirigentes do partido a estratégia foi proposta pelo próprio Vaccari à direção partidária, que acatou o pedido. Embora não faça parte oficialmente da campanha de Dilma, Vaccari será o responsável por administrar milhões de reais em recursos das chamadas “doações ocultas”, pelas quais doadores optam por entregar o dinheiro ao partido que, depois, repassa os recursos aos candidatos. Assim os doadores não aparecem nas declarações entregues pelos candidatos à Justiça Eleitoral.

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No Governo Lula o Min. da Pesca se dispôs a pagar R$ 352,22 por 50ml de café na xícara

Três homens que aparecem nesta reportagem têm muito em comum. Os três frequentaram o comitê eleitoral do PT, em Brasília. Os três têm ligações com uma empresa de eventos, a Dialog, que faturou dezenas de milhões em negócios com o governo federal. Os três não falam, nunca deram entrevistas e se esquivam de explicar o que realmente fazem - ou faziam - na campanha petista. As digitais do trio - o empresário Benedito de Oliveira Neto, o contador Luiz Carlos Ferreira e o ex-funcionário público Jorge Luiz Siqueira - apareceram no bojo do escândalo que foi a tentativa de montar um grupo de policiais e arapongas para espionar adversários e aliados incômodos. O elo mais forte entre esses três senhores é o dinheiro. Há duas semanas, em entrevista a VEJA, o delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo Sousa revelou que o serviço de espionagem custaria 1,6 milhão de reais. Quem pagaria? Benedito de Oliveira. Como? Em dinheiro vivo. Por que Benedito? O enredo que responde a essa pergunta parece levar à repetição de uma história tão ou mais antiga do que as eleições: amigo de mandatário é beneficiado materialmente com contratos milionários feitos sem licitação ou ao arrepio delas e, mais tarde, devolve a gentileza custeando despesas do seu antigo benfeitor. O Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) investigam dezenas de negócios da Dialog, empresa de Benedito de Oliveira, com o governo, cujos termos e irregularidades ilustram com nomes e números o milenar enredo narrado acima. Criada em 2004, a Dialog saiu da irrelevância para o domínio quase hegemônico da prestação de serviços e realização de eventos para ministérios e outros órgãos públicos. Não se sabe a razão, mas no ano passado o Ministério da Pesca propôs usar 72% de tudo o que gastou em 2009 em um único contrato com a Dialog. Seriam entregues a Benedito 94 milhões de reais para… criar uma frota pesqueira? Montar fazendas de camarão no Nordeste? Ensinar a pescar? Não. Nada disso. O Ministério da Pesca queria destinar 94 milhões à Dialog para ela fornecer, entre outras coisas, cafezinho a funcionários e visitantes. Cada xicrinha custaria aos pagadores de impostos do Brasil a fortuna de 352,22 reais. Atenção: o Ministério da Pesca se dispôs a pagar ao empresário 352,22 reais por 50 mililitros de café na xícara, usando para isso o dinheiro dos impostos subtraídos dos brasileiros honestos que acordam cedo e vão trabalhar. Aqui

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Dilma na Veja - oportunidade perdida pelo veículo de comunicação

Dilma na Veja - NIVALDO CORDEIRO  - 14 JUNHO 2010  - MEDIA WATCH - OUTROS
Dilma não é apenas o continuísmo, é o mergulho do Brasil na associação com os revolucionários, os ditadores, os Estados delinqüentes, os narcotraficantes travestidos de estadistas na Venezuela, Equador e Bolívia. Veja omitiu-se vergonhosamente sobre o assunto. A entrevista de Dilma Rousseff estampada por Veja na sua última edição é um exemplo de anti-jornalismo. O que poderia ser a oportunidade para aquele veículo de comunicação mostrar as entranhas da candidata do PT tornou-se um exercício de levantamento de bolas para ela cortar, em favor de sua campanha. Uma vergonha jornalística, uma propaganda política disfarçada. Quero sublinhar aqui alguns trechos, pois as páginas amarelas de Veja serviram mais para ocultar do que para revelar o essencial da candidata. A primeira pergunta de Veja foi menos uma interrogação do que uma afirmação: "A senhora tem uma vantagem clara sobre o candidato Lula na eleição de 2002. Ninguém fala agora de um "Risco Dilma". Por quê?" Ora, o certo teria sido colocar que não apenas a candidata, mas toda a política do Brasil de Lula, tem colocado o Brasil em graves riscos geopolíticos, bem como internos também. Nada foi perguntado sobre o papel do PT no Foro de São Paulo, a interferência no governo de Honduras, o obtuso voto na ONU a favor da bomba atômica do Irã, a leniência do governo Lula com a Bolívia (ver o excelente artigo de Sérgio Fausto no Estadão de hoje sobre a expansão acentuada de produção de cocaína para o mercado brasileiro na Bolívia), o que quer dizer, com as FARC, a hostilidade para com a Colômbia, o alinhamento com a China (lembrar de que Lula reconheceu a China como economia de mercado, a piada do milênio). O risco do Brasil jamais foi tão grande, mas para os próprios brasileiros, não para os investidores internacionais. A eleição da candidata não é apenas o continuísmo, é o mergulho do Brasil na associação com os revolucionários, os ditadores, os Estados delinqüentes, os narcotraficantes travestidos de estadistas na Venezuela, Equador e Bolívia. Veja omitiu-se vergonhosamente sobre o assunto, permitindo à candidata dar declarações soporíferas e mentirosas, enganando os leitores (eleitores). As perguntas seguintes giraram em torno dos alicerces da política econômica, obviamente aproveitadas para mais uma rodada de tranqüilizantes soporíferos. Nenhuma pergunta sobre o gritante desequilíbrio de nossa balança comercial, o sintoma mais evidente de que algo de muito errado está acontecendo na economia brasileira. Nada sobre o abandono do mercado norte-americano, deprimindo as exportações. E qual é esse erro? O imenso gasto público, puxado pela expansão do funcionalismo e dos clientes da Previdência Social, os portadores de bolsa-ditadura e bolsa-esmola. Calar sobre isso é deixar a candidata fazer proselitismo solto, como se tudo estivesse em ótimas condições. Uma grande mentira jornalística. A pergunta específica sobre a política de juros serviu para mais propaganda do governo Lula, perdendo-se a oportunidade de apontar o íntimo conluio entre o PT e os banqueiros e os rentistas, em prejuízo dos brasileiros. Toda gente sabe que os pagadores do mensalão foram os banqueiros, mas a imprensa, conivente e omissa, não diz uma palavra sobre o assunto. Enquanto o mundo inteiro pratica juros negativos ou ligeiramente positivos, o Brasil tem a espantosa cifra de dois dígitos, agravando a despesa pública de forma cavalar e desnecessária, em detrimento da produção. Bem sabemos que alguém paga a conta da milionária campanha governista. A pior pergunta, todavia, veio na parte final: "A sua opção pela luta armada na juventude vai ser um assunto da campanha eleitoral. As pessoas querem saber se a senhora deu tiros, explodiu bombas ou seqüestrou". Além de negar que tenha tido responsabilidade direta nas atrocidades cometidas pela esquerda que pegou em armas, a candidata ainda mentiu miseravelmente ao dizer que "O objetivo prioritário era nos livrar da ditadura, e lutamos embalados por um sentimento de justiça, de querer melhorar a vida dos brasileiros". O repórter da Veja ignorou a fato histórico de que a guerrilha comunista queria implantar aqui a ditadura do proletariado e que o movimento militar aconteceu exatamente para evitar que isso acontecesse. Tudo ao contrário das declarações da candidata. Dilma Rousseff jamais lutou pela democracia e pela justiça, mas sim, pela ditadura nos moldes de Cuba e da China (e da antiga URSS, que mandava então fundos milionários para fazer a revolução armada entre nós). Essa gente era militante do comunismo internacional, então em forte expansão. Todos têm as mãos sujas do sangue dos brasileiros inocentes que mataram.

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Os petistas, Lula e o poder, custe o que custar

Política e cotidiano por Sérgio Montenegro às 20:31 - terça-feira, 8 de junho de 2010
Sapos barbudos
Bom petista é aquele que, mesmo depois de tantas mudanças de rumo, ainda se surpreende com as guinadas políticas promovidas, vez por outra, pelo comando da legenda. Mas poucos deles conseguiriam imaginar o pacote eleitoral que vem sendo preparado pela cúpula partidária para alguns Estados. A ordem é suspender projetos de candidatura própria e hipotecar apoio a concorrentes de partidos aliados do Palácio do Planalto. Ainda que seus nomes tenham figurado, no passado, no index de inimigos do PT. Que petista de carteirinha esperaria, por exemplo, receber orientação para apoiar a candidatura de Fernando Collor de Mello (PTB) ao governo de Alagoas? Só para ativar a memória: além de derrotar Lula em 1989, Collor foi apeado da Presidência com a ajuda dos caras-pintadas e dos parlamentares do PT. Mas depois de quase vinte anos, o ex-presidente, hoje senador, conquistou a simpatia do Planalto. E alguns bons cargos também. Calma, que o pacote eleitoral é maior que isso. Qual petista imaginaria, há dez anos atrás, ter que pedir votos para eleger Roseana Sarney (PMDB) governadora do Maranhão pela terceira vez? Pois o "pesadelo" está para acontecer. Falta apenas selar o acordo, gestado com o aval de Lula e do seu amigo José Sarney - "capo" do clã maranhense e pai de Roseana - que há alguns anos era chamado por ele de "o maior ladrão do Brasil". E pouco interessa se a direção estadual do PT no Maranhão já tinha costurado uma aliança com o PSB e o PCdoB, para apoiar a candidatura de Flávio Dino ao governo. Se depender da cúpula nacional petista, no feudo sarneyzista não vai ter candidato de oposição. Por último, o pacotaço eleitoral governista traz o apoio incondicional do Planalto à candidatura do ex-ministro Hélio Costa (PMDB) ao governo de Minas Gerais. Uma decisão que só pode ser chamada de surpreendente pelos petistas "de raiz". Porque qualquer observador mais desapaixonado há tempos já teria notado a intenção da direção nacional de "rifar" a candidatura própria do ex-prefeito de Belo Horizonte, o petista Fernando Pimentel, para garantir apoio ao fiel ex-auxiliar de Lula. Traduzindo para bom português, a orientação do comando petista nesses Estados é a de engolir sapos, em nome da governabilidade. E já não se trata mais do governo Lula. Estamos falando do governo Dilma Rousseff. Até porque, Lula não parece mesmo lidar com a possibilidade de sua candidata perder a eleição. Depois de preparar um sólido palanque - sacrificando, para isso, algumas regras até então bastante caras aos petistas mais aguerridos - agora, o presidente sacrifica candidaturas dos próprios companheiros nos Estados. É o poder, custe o que custar.
Fonte: Polis

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O projeto de poder de Lula não admite barreiras éticas ou limites legais

Bofetada na lei e no Judiciário - CARLOS ALBERTO DI FRANCO - O Estado de S.Paulo
Cinco centrais sindicais - CUT, Força Sindical, CGTB, CTB e Nova Central - defenderam recentemente, na assembleia da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), em São Paulo, a continuidade do governo Lula e alertaram para um "retrocesso", em clara referência ao pré-candidato tucano José Serra. O evento, pago pelo imposto sindical, que desconta um dia de salário ao ano de todos os trabalhadores com carteira assinada, custou pelo menos R$ 800 mil, segundo o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força. Como lembrou recente editorial do jornal O Estado de S. Paulo, ao se porem a serviço direto, sem disfarces, da candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República, a infração menos grave que as centrais sindicais cometeram foi a "antecipação" da campanha presidencial - até porque nem a Força Sindical nem a CUT foram as primeiras a fazê-lo. Mais grave foi a debochada afronta que o deputado Paulo Pereira da Silva lançou à Justiça Eleitoral, ao declarar que de nada adiantaria ser processado de novo - já teve quatro processos e duas condenações -, pois "continuaria a falar". E falou, tanto para dizer que não se pode deixar "esse sujeito" - referindo-se ao candidato José Serra - tornar-se presidente da República, porque ele "vai tirar os direitos do trabalhador", "vai mexer no Fundo de Garantia, nas férias, na licença-maternidade", como para defender a continuidade do governo Lula, com a eleição de Dilma. Independentemente da falta de compostura e da demagogia explícita do deputado-sindicalista, o que preocupa, e muito, é a tranquilidade demonstrada por Paulinho ao esbofetear a lei e ao esnobar o Judiciário. A legislação proíbe, expressamente, a participação de sindicatos em campanhas eleitorais. A participação aberta de entidades sindicais na campanha eleitoral é apenas consequência do total atrelamento do sindicalismo ao Estado, do desrespeito sistemático às leis e do reiterado deboche aos valores éticos da sociedade democrática. A estratégia dos sindicatos representa uma triste emulação do comportamento do presidente da República. Lula, de fato, tem dado um contínuo show de antecipação da campanha. As frequentes viagens e inaugurações presidenciais, pagas com dinheiro público e com a Dilma a tiracolo, estão registradas nas páginas dos jornais. Quando multado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula faz graça e vai em frente. O projeto de poder de Lula, o presidente mais popular de nossa História, não admite barreiras éticas ou limites legais. Em nome da governabilidade e da perpetuação no poder, Lula aliou-se ao que de pior existe na vida pública brasileira. A relativização dos valores e a condescendência com os companheiros e aliados envolvidos em graves irregularidades virou rotina na fala presidencial. "Errar é humano", disse Lula, referindo-se aos casos mais emblemáticos de corrupção. O presidente da República, subestimando a gravidade do mensalão, acariciou a cabeça de petistas pilhados em situações, no mínimo, constrangedoras. Os pequenos erros mencionados por Lula derrubaram, em 2006, o então ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, destituíram dezenas de diretores de estatais e mandaram para o espaço a cúpula do partido do presidente da República. De lá para cá, outros escândalos se multiplicaram como cogumelos. O governo Lula, seguindo os cânones da práxis (a manipulação da verdade justifica-se na luta pelo poder), instaurou a cultura do cinismo na vida pública deste país. A simples leitura da imprensa oferece um quadro assustador da estratégia. Esbofeteiam-se a lei e a ética numa escala sem precedentes. As responsabilidades submergem num caldo pastoso e amorfo. Assiste-se ao lusco-fusco da cidadania. E tudo isso sob o manto protetor de uma popularidade sem precedentes. Os acertos de Lula, que reconheço e louvo (os investimentos sociais e a manutenção dos fundamentos da economia), não me impedem de vislumbrar as sombras projetadas por seus defeitos: um pragmatismo aético e uma hegemonia que conspira contra a saúde democrática. O excesso de poder investido num projeto ideológico de poder não é bom para a cidadania. A dinheirama dos fundos de pensão e, agora, o controle dos sindicatos não combinam com uma sociedade aberta e plural. "A intensa e ampla cooptação de chefias e entidades sindicais por parte do governo não é uma novidade na história política do nosso e de outros países. Faz parte dos esquemas populistas. Basta lembrar Getúlio e Perón", observa o cientista político Leôncio Martins Rodrigues, professor titular aposentado da USP e da Unicamp, estudioso do sindicalismo. A ideia da recriação da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) faz pensar "num amplo movimento, que poderia ir mais além da "simples" eleição da Dilma e que terminaria na formação de uma só entidade sindical gigante. Lula, já fora da Presidência da República, seria o grande chefe, mais poderoso do que nunca, capaz de cortar qualquer pretensão de independência que sua candidata possa imaginar que teria, caso seja eleita". A Argentina, um país rico e com fabulosas possibilidades, foi, há décadas, sequestrada pelo peronismo. Seria trágico que o Brasil, um país que soube fazer de um metalúrgico um presidente bem-sucedido, fique refém do lulismo. Ninguém é insubstituível. A alternância está no DNA da democracia. Lula tem méritos? Inúmeros. Mas sua maior grandeza, seu genuíno serviço ao Brasil, seria a renúncia ao projeto pessoal de perpetuação no poder. Saber sair da Presidência para entrar na História.
DOUTOR EM COMUNICAÇÃO, É PROFESSOR DE ÉTICA E DIRETOR DO MASTER EM JORNALISMO E-MAIL: DIFRANCO@IICS.ORG.BR
Fonte: ESTADAO

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